Atletas já quase coroas se destacaram na Olimpíada. Como é possível manter o fôlego e a explosão muscular com o passar dos anos? O principal segredo pode servir até para comuns mortais como nós.

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Por meio de testes de biomecânica, especialistas diagnosticam desequilíbrio nos movimentos dos atletas, que força músculos ou articulações, e o corrige.
O médico brasileiro Leonardo Metsavath é um pioneiro da biomecânica. Ele faz parte de um grupo de cientistas que se reuniu (na última semana de agosto/2016) nos EUA para discutir a longevidade de músculos e ossos.
A biomecânica pode ser corrigida até numa operação, diz o cirurgião, que operou superatletas como Guga.
Além da biomecânica, existem remédios que impedem o excesso de cicatrização e o endurecimento das fibras musculares.
Acredito que nos próximos 5 a 7 anos poderemos colher essas células dos atletas não para rejuvenescê-los, mas para que envelheçam com mais saúde e que tenham uma carreira mais longa no esporte.
A terapia genética também avançou. Mais de 400 atletas já foram tratados com células-tronco.
São terapias desenvolvidas para os superatletas. Mas que vão beneficiar também uma população cada vez mais idosa.
O lema aqui é preservar a atividade o máximo possível. Nós realmente queremos envelhecer com dignidade, independência física e com prazer.
A utilização de células-tronco para rejuvenescimento já é uma realidade e esta regulamentada em diversos países.