Notícias

17 de agosto de 2018

Dispositivo pode imprimir células 3D para tratar lesão na medula espinhal

Todo mundo sabe que uma lesão na medula espinhal resulta na perda permanente de força, sensibilidade e funções abaixo do local atingido. Embora aparelhos de reabilitação e tratamentos auxiliem na redução dos sintomas e uma cirurgia possa estabilizar o quadro, ainda não há uma maneira de reverter situações que já se prolongam em longo prazo. Eis que a tecnologia pode ajudar a mudar isso: engenheiros e médicos da Universidade de Minnesota desenvolveram uma espécie de impressora 3D capaz de criar células para reposição nas áreas afetadas. Um guia produzido em 3D, feito de silicone, pode ser implantado na região lesada e serviria como “ponte” entre as células vivas acima e abaixo da lesão. A esperança é de que isso alivie as dores e possa recuperar algumas funções, a exemplo do controle dos músculos, do intestino e da bexiga. "Esta é a primeira vez que alguém consegue imprimir células-tronco neurais em 3D diretamente derivadas de células humanas adultas, em um guia impresso em 3D, e fa

9 de agosto de 2018

Modelagem 3D e célula-tronco no tratamento de traumas ósseos

No lugar de dores, meses de internação e sequelas funcionais, as vítimas de traumas ósseos podem contar com um tratamento inovador de reconstrução, reparação e regeneração do tecido ósseo com a ajuda da modelagem 3D e células-tronco. Uma pesquisa de caráter pioneiro em curso na Bahia está viabilizando a recuperação completa do tecido músculo esquelético, redução das dores pós-operatórias, do tempo de internação e dos impactos na área econômica da saúde e social para esse tipo de paciente. Trata-se do projeto desenvolvido pela equipe de Ortopedia e Traumatologia do Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos da Universidade Federal da Bahia (HUPES/UFBA), sob a coordenação do professor Gildásio Daltro, em cooperação técnica com o Polo de Inovação Salvador do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). O pioneirismo do projeto — o HUPES é a única unidade autorizada até aqui pelo Ministério da Saúde e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (C

3 de agosto de 2018

Criogenia já é utilizada na vida real: conheça como funciona a técnica

O congelamento de cadáveres ainda custa muito dinheiro, mas atrai pessoas interessadas em 'reviver' no futuro — a técnica é o tema da novela das sete da TV Globo Cena da novela 'O Tempo Não Para' (Foto: Divulgação/TV Globo) Treze membros de uma mesma família voltam à vida depois de passar 132 anos congelados em um iceberg. Esse é o mote de O Tempo Não Para, a nova novela das sete da TV Globo, que explora o tema da criogenia — nome dado a técnica de congelamento de pessoas que morreram na esperança de, um dia, trazê-las de volta à vida. “Há muitas razões para um ser humano querer ser congelado: desde a cura de doenças no futuro até a imortalidade. Um dos personagens, por exemplo, quer viver para sempre. Quem não gostaria de ver como o mundo estará daqui a 200 ou 300 anos?”, indaga o autor da novela, Mario Teixeira. Ele afirma, entretanto, que não gostaria de ter seu corpo congelado. “Detesto o frio. No inverno, sempre trato de viajar para algum lugar quente." A ideia de preservar c

26 de julho de 2018

Células-tronco podem recuperar a qualidade visual dos idosos

O autotransplante de células-tronco derivadas da medula óssea, realizado por meio do procedimento de injeção intraocular, mostrou melhora da visão e maior estabilidade na fixação em pacientes com degeneração macular relacionada à idade. O resultado positivo atingiu, principalmente, aqueles menos comprometidos, e ainda, mostrou melhora da qualidade de vida desses pacientes. O procedimento fez parte do estudo da oftalmologista Carina Costa Cotrim do Serviço de Retina e Vítreo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP. Participaram do procedimento dez pacientes com mais de 50 anos que apresentavam a degeneração macular seca avançada. O material da medula de cada paciente foi coletado no próprio Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, por meio de punção do osso da bacia, procedimento considerado simples pelos especialistas. “A medula óssea aspirada é rica em células que podem se transformar em outras células e também apresentam grande potencial

19 de julho de 2018

A terapia com células-tronco pode ajudar no Autismo?

Em abril de 2017, 25 crianças portadoras de Autismo participaram em um estudo na Universidade de Duke, na Carolina do Norte. O estudo – o primeiro deste tipo – objetivou tratar o autismo das crianças pela transfusão sanguínea do próprio cordão umbilical de cada um. Esse sangue continha células-tronco e, após a transfusão, dois terços dos participantes demonstraram melhorarias nos seus sintomas. Na hora, céticos – e até mesmo os pesquisadores que criaram o estudo – foram hesitantes em anunciar os achados como um potencial terapêutico para a desordem. De qualquer maneira, foi certamente um avanço médico necessário, já que os Centro de Controle e Prevenção de Doenças estima que 1 em cada 68 crianças sofrem da desordem do espectro autista. Mais cedo no mês, o Marcus Center for Cellular Cures foi estabelecido em Duke, onde a pesquisa deu início. O novo Marcus Center é focado em ensaios clínicos para desenvolver e avaliar terapias celulares e teciduais, aprendendo a aproveitar o próprio

Central de Atendimento:
Telefone: (11) 3059-0510 | DDG: 0800.770.1112 | E-mail: ccb@ccb.med.br
Av. Indianópolis, 1843/1861 - Indianópolis - São Paulo/SP - CEP: 04063-003