Notícias

17 de agosto de 2017

Pesquisa descobre ‘fonte de rejuvenescimento’ em células-tronco cardíacas

Injetadas diretamente no coração de ratos idosos, as células-tronco cardíacas retiradas de corações jovens ajudaram a revertes os sinais de envelhecimento já demonstrados pelos animais. A descoberta é fruto de um estudo publicado no European Heart Journal (14/08). Segundo informações do UOL, com algumas injeções, os ratos em questão já apareceram revigorados. Além de melhorar a função cardíaca, as células-tronco aceleraram o crescimento dos pelos dos ratos e o alongamento dos telômeros cromossômicos, que geralmente encolhem com a idade. Eles também apresentaram aumento de resistência. “É extremamente emocionante”, definiu Eduardo Marbán, principal pesquisador do estudo e diretor do Instituto do Coração Cedars-Sinai. Para ele, esses efeitos rejuvenescedores sistêmicos são “como uma fonte inesperada de juventude”, acrescentou. Márban conta que o instituto tem pesquisado novas formas de terapia celular para o coração há 12 anos. Com sua pesquisa anterior, ele descobriu que as células

10 de agosto de 2017

Estudo da USP usa quimioterapia mais intensa aliada a transplante de células-tronco para controlar diabetes

Terapia para livrar paciente do uso da insulina consiste em 'desligar' o sistema imunológico. Segundo pesquisadores, prática não cura diabetes tipo 1, mas preserva parte do pâncreas para produzir hormônio. Duas vezes por ano, o veterinário Otávio de Jesus Costa viaja de São Luiz do Maranhão (MA) até Ribeirão Preto (SP) para fazer exames no Hospital das Clínicas da USP. Em 2011, ele foi diagnosticado com diabetes tipo 1, mas graças ao tratamento com transplante de células-tronco realizado na unidade, deixou de usar insulina diariamente. “Passei a ter o controle da alimentação, a fazer exercícios físicos regulares, e isso me deu uma qualidade de vida muito melhor. A insulina, queira ou não, é um inconveniente na vida das pessoas. Então, para mim, esse tratamento ajudou demais”, diz. A terapia consiste em “desligar” o sistema imunológico do paciente através de sessões agressivas de quimioterapia. Depois, os médicos introduzem na corrente sanguínea as células-tronco que foram retirada

27 de julho de 2017

Cientistas descobrem que células-tronco do hipotálamo controlam envelhecimento

Um grupo de cientistas descobriu que a velocidade de envelhecimento do corpo é controlada por um conjunto de células-tronco do hipotálamo. A pesquisa foi publicada no dia 25/07, na revista Nature. O hipotálamo é uma região do cérebro conhecida por regular importantes processos no organismo, como o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução e o metabolismo. De acordo com o autor principal do estudo, Dongsheng Cai, da Escola de Medicina Albert Einstein, em Nova York (Estados Unidos), a descoberta feita em camundongos poderá levar ao desenvolvimento de novas estratégias para tratar doenças relacionadas ao envelhecimento e para aumentar o tempo de vida. Em um artigo anterior, publicado em 2013, também na revista Nature, a mesma equipe de cientistas revelou a surpreendente descoberta de que, além das funções já conhecidas, o hipotálamo também regula o envelhecimento do organismo. Na nova pesquisa, os cientistas identificaram as células do hipotálamo que controlam o processo de envelh

26 de julho de 2017

Dr. Carlos Alexandre Ayoub explica o que é criogenia

O médico Carlos Alexandre Ayoub esclarece como funciona a Criogenia, uma técnica que promete congelar seres humanos para a ressuscitação no futuro.

20 de julho de 2017

Molécula das células-tronco é esperança contra mal de Parkinson

Segundo o estudo, a molécula aumenta o canal de comunicação entre neurônios, algo crucial para curar essa e outras doenças. A molécula em questão foi denominada pelos cientistas como "fator neurotrófico derivado do cérebro. Um grupo de pesquisadores portugueses das universidades de Coimbra e do Minho descobriu que uma molécula segregada por células-tronco aumenta o canal de comunicação entre neurônios, o que poderia favorecer a cura de doenças como o mal de Parkinson e a esclerose lateral amiotrófica (ELA). A descoberta é “inovadora”, segundo o estudo publicado na revista “Scientific Reports”, já que o crescimento dos axônios (canais de comunicação) entre os neurônios pode ser crucial para curar essas e outras doenças, como as lesões vertebro-medulares. Segundo a Universidade de Coimbra, que divulgou as conclusões do estudo, a molécula em questão foi denominada pelos cientistas como “fator neurotrófico derivado do cérebro”. Os pesquisadores usaram a molécula do secretoma (substân

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