

Após morte de ator Eric Dane, o mundo acompanha descoberta que abre caminhos para novos tratamentos e cura da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), a terceira doença neuromotora (DNM) mais frequente no mundo e que afeta 15 mil brasileiros O Instituto Paulo Gontijo (IPG), referência no apoio à ciência e pesquisa sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), anunciou uma descoberta científica inédita que tem o potencial de transformar a forma como a doença é diagnosticada e tratada, liderada pela pesquisadora associada ao instituto, a geneticista Prof. Dra. Helen Cristina Miranda, da Universidade Case Western Reserve (Cleveland-EUA), com colaboração da Profa. Dra. Mayana Zatz, do Genoma USP, do Prof. Dr. Alysson Muotri e do Dr. Miguel Mitne-Neto, pesquisador associado do IPG. O estudo, publicado na revista EMBO Molecular Medicine, revelou que uma forma rara e hereditária da doença, a ELA8, provocada por mutação no gene VAPB, ativa de forma crônica a chamada Resposta Integrada ao Estresse

Tratamentos experimentais visam Parkinson e insuficiência cardíaca e receberão autorização de sete anos para coleta de dados clínicos. Imagem: Ilustração/ Agência Fonte Exclusiva O Japão está avançando no campo da medicina regenerativa ao recomendar a aprovação de duas terapias experimentais com células-tronco, voltadas ao tratamento da Doença de Parkinson e da insuficiência cardíaca. A primeira, desenvolvida pela Sumitomo Pharma, busca regenerar neurônios produtores de dopamina; a segunda, da Cuorips, tem como objetivo restaurar a função do músculo cardíaco, segundo informações da Bloomberg. Ambas terão autorização para conduzir os tratamentos por sete anos, período destinado à coleta de dados clínicos detalhados. A medida integra a estratégia do governo japonês de fortalecer a indústria de terapias avançadas com células-tronco, que visam recuperar funções perdidas em órgãos e tecidos. A aprovação final é considerada formalidade após avaliação técnica do Ministério da Saúde do

A criação de redes vasculares em órgãos impressos amplia aplicações médicas e acelera testes farmacológicos seguros Imagem: Reprodução A biologia sintética atingiu um patamar revolucionário em 2026, transformando a teoria da impressão de tecidos em aplicações clínicas reais. A capacidade de criar estruturas biológicas complexas camada por camada está começando a reduzir a dependência histórica de doadores humanos. Como está o estado atual da bioimpressão de órgãos em 2026? Neste ano, a integração de Inteligência Artificial com bioimpressoras de alta precisão permitiu a criação de tecidos com densidade celular idêntica à natural. Esses avanços estão focados em órgãos menos complexos, como peles e cartilagens, que já salvam milhares de pacientes ao redor do mundo. A tecnologia evoluiu para suportar o crescimento de múltiplos tipos celulares simultaneamente em uma única sessão de impressão. Esse progresso é fundamental para replicar a heterogeneidade dos tecidos humanos e garantir qu

Adultos cujos cérebros ainda apresentam forte produção de neurônios parecem ter melhor memória e função cognitiva do que aqueles em que essa capacidade diminui, segundo um estudo publicado na revista Nature. Imagem: Reprodução Os autores examinaram amostras de cérebro de doadores falecidos, desde jovens adultos até “superidosos” – pessoas com mais de 80 anos com memória excepcional. Eles descobriram que adultos jovens e idosos com cognição saudável geravam neurônios, um processo chamado neurogênese, em níveis elevados para a sua idade. A equipe estimou que os novos neurônios representavam apenas uma pequena fração – 0,01% – dos neurônios no hipocampo, uma região do cérebro essencial para a memória. Em contraste, em pessoas com declínio cognitivo, incluindo indivíduos com doença de Alzheimer, a neurogênese parece diminuir: os pesquisadores observaram menos neurônios em desenvolvimento, ou imaturos, nessas amostras de cérebro. Surpreendentemente, um grupo de “superidosos” apresentou

Estruturas desenvolvidas por equipe da USP e da Faculdade Albert Einstein se combinam com polímeros de origem orgânica e podem recuperar também perda ou malformação dos ossos Imagem: Reprodução Experimentos feitos com ratos de laboratório mostraram que estruturas à base de grafeno (“folhas” do elemento químico carbono com apenas um átomo de espessura) podem funcionar como um aliado poderoso na regeneração dos ossos, ajudando a sanar fraturas ou perda óssea. Nos testes, a matriz biocompatível incluindo o grafeno promoveu uma reparação de quase 90% do dano sofrido pelas cobaias um mês após a fratura induzida em laboratório – um desempenho superior a outros materiais usados na pesquisa. A análise do desempenho do biomaterial foi publicada no periódico Scientific Reports. Coordenaram o estudo Daniela Franco Bueno, da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, e Guilherme Lenz e Silva, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Para Bueno, os resultado