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Notícias

5 de outubro de 2026

Estudo mapeia 7 milhões de células e mostra como o corpo envelhece

Atlas mostra que o corpo envelhece de forma sincronizada entre os órgãos, começa na meia-idade e pode abrir caminho para novas terapias. Um estudo publicado na revista Science, sugere que o envelhecimento não acontece de forma isolada em cada órgão, mas sim de maneira coordenada em todo o corpo, e começa antes do que se imaginava. A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Rockefeller, em Nova York, e construiu o atlas mais detalhado já feito sobre como a idade afeta as células de mamíferos. Ao todo, foram analisadas quase 7 milhões de células individuais retiradas de 21 órgãos de camundongos em três fases da vida: juventude, meia-idade e velhice. O objetivo era entender quais mudanças ocorrem com o passar dos anos e por que elas acontecem. Dos achados mais importantes do estudo foi perceber que muitas alterações celulares acontecem ao mesmo tempo em diferentes órgãos. Isso indica que o envelhecimento não é uma soma de desgastes separados, mas um processo coordenado p

28 de setembro de 2026

Os humanos podem ter poderes regenerativos ocultos

Durante gerações, os cientistas consideraram a incapacidade de regenerar partes perdidas do corpo como uma das limitações fundamentais dos humanos e de outros mamíferos. Embora criaturas como as salamandras possam regenerar membros inteiros, os humanos normalmente curam ferimentos formando tecido cicatricial. Uma nova pesquisa da Faculdade de Medicina Veterinária e Ciências Biomédicas do Texas A&M (VMBS), no entanto, sugere que as habilidades regenerativas podem não estar totalmente ausentes nos mamíferos. Em vez disso, eles poderiam estar escondidos dentro do mecanismo normal de cura do corpo, esperando para serem ativados nas condições certas. “Por que alguns animais podem se regenerar e outros, especialmente os humanos, não, é uma grande questão que tem sido feita desde Aristóteles”, disse o Dr. Ken Muneoka, professor do Departamento de Fisiologia Veterinária e Farmacologia (VTPP) do VMBS. “Passei minha carreira tentando entender isso.” Num estudo publicado em Comunicações da N

21 de setembro de 2026

Primeira terapia com CRISPR aprovada nos EUA começa a mostrar resultados que impressionam médicos

Um tratamento baseado em edição genética está transformando a vida de pacientes com uma doença hereditária grave. O caso de um jovem americano revela avanços impressionantes e um desafio que ainda preocupa especialistas. Durante décadas, a edição genética foi vista como uma promessa distante, cercada por pesquisas e expectativas. Agora, essa realidade começa a sair dos laboratórios e chegar aos hospitais. A história de um jovem que conviveu desde a infância com uma doença hereditária mostra como uma nova terapia pode mudar completamente o futuro de um paciente. Ao mesmo tempo, também evidencia que os maiores obstáculos já não são apenas científicos. Um tratamento revolucionário que devolveu um sonho Desde pequeno, Daniel Cressy convivia com uma condição genética que limitava sua rotina e impedia a realização de um dos seus maiores sonhos: tornar-se piloto de avião. Diagnosticado ainda bebê com anemia falciforme, ele enfrentou anos de crises intensas de dor, internações frequentes

14 de setembro de 2026

Terapia com células-tronco permite que pacientes com diabetes tipo 1 fiquem sem insulina por até um ano

Uma pesquisa desenvolvida por cientistas do Hospital Geral de Toronto, no Canadá, em parceria com a Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, trouxe resultados animadores para o tratamento do diabetes tipo 1. Divulgação/Estudo experimental realizado no Canadá e nos Estados Unidos abre novas perspectivas para o tratamento da doença autoimune. A terapia experimental utiliza células-tronco pluripotentes transformadas em células produtoras de insulina e, em testes iniciais, permitiu que dez dos 14 pacientes participantes ficassem sem necessidade de aplicações de insulina durante um período de um ano. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune em que o próprio sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. A condição costuma surgir na infância ou adolescência e exige acompanhamento contínuo, além do uso diário do hormônio para controle dos níveis de glicose no sangue. Segundo a endocrinologista Maria Elizabeth Rossi da Silva, chefe do Labor

8 de setembro de 2026

Dentes do siso podem ajudar no desenvolvimento de terapias regenerativas, apontam pesquisadores

Descoberta reforça potencial das células-tronco extraídas de dentes humanos e amplia perspectivas para a medicina regenerativa Os dentes do siso, frequentemente associados a extrações e desconfortos odontológicos, podem esconder um potencial valioso para a medicina do futuro. Pesquisadores identificaram que células-tronco presentes na polpa desses dentes possuem capacidade de regeneração e podem contribuir para o desenvolvimento de novas terapias voltadas à recuperação de tecidos e ao tratamento de diferentes doenças. O avanço reforça uma tendência crescente da medicina regenerativa, área que busca utilizar células humanas para reparar tecidos danificados e desenvolver tratamentos menos invasivos. Nos últimos anos, estudos envolvendo células-tronco dentárias vêm despertando interesse de centros de pesquisa e instituições de saúde em diversos países. Pesquisas ampliam possibilidades para a saúde As células-tronco encontradas nos sisos apresentam características que permitem sua ut

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