Notícias

6 de outubro de 2017

Entrevista Dr. Carlos Alexandre Ayoub | The Noite

Dr. Carlos Alexandre Ayoub, explica os benefícios da coleta de células-tronco e como funciona o processo de congelamento pelo nitrogênio líquido. Entrevista ao apresentador Danilo Gentili - Programa The Noite - SBT Link alternativo para YouTube: Clique para assistir a entrevista

28 de setembro de 2017

Cientistas descobrem mecanismo celular que pode explicar calvície

RIO — Células imunológicas conhecidas como T-regulatórias (ou Tregs) têm, na pele, uma função que vai além do controle da inflamação: elas estimulam diretamente células-tronco que promovem o crescimento dos pelos. Este mecanismo de "simbiose" entre células imunológicas e tronco foi revelado por cientistas da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, em pesquisa publicada no periódico "Cell". A descoberta do importante papel das Tregs neste processo resultou de experimentos em camundongos, os quais levaram à conclusão de que, sem a "parceria" destas células, as células-tronco não conseguem regenerar os folículos — levando, por exemplo, à calvície. — Nossos folículos capilares estão se reciclando constantemente; quando um fio de cabelo cai, todo o folículo do cabelo tem que crescer de novo — explica Michael Rosenblum, professor na UCSF e um dos autores do estudo. — Pensou-se que este era um processo inteiramente dependente da célula, mas a verdade é que

22 de setembro de 2017

Osteoartrose do joelho: terapia regenerativa com células-tronco

A terapia regenerativa é uma das áreas que mais cresce na medicina. Neste cenário, destacam-se as terapias biológicas relacionadas ao tratamento da artrose – especialmente no Brasil. Em 2013, pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) desenvolveram as primeiras células-tronco em laboratório do país. Desde então, os estudos sobre a literatura ortopédica sugerem, cada vez mais, a eficácia da terapia aliada ao tratamento da osteoartrose do joelho, quadro prevalente sobretudo na população idosa. Considerada uma das doenças que mais afeta a qualidade de vida dos portadores, a osteoartrose costuma provocar dor e limitação funcional. Em fases iniciais, pode comprometer uma única área de joelho, mas não é incomum que a doença evolua até o comprometimento total da articulação. Por conta do caráter progressivo, abordagens como a terapia regenerativa podem retardar, impedir e até mesmo reverter a evolução da osteoartose. O tratamento com células-tronco evoluiu nos úl

13 de setembro de 2017

Células-tronco são usadas para regenerar cartilagem na mandíbula

Tratamento regenera o tecido perdido na articulação temporomandibular, responsável por movimentos como a mastigação e a fala. Proposta por brasileiros, a intervenção poderá substituir a colocação de próteses. Na altura do ouvido, ligando a mandíbula ao osso da têmpora, fica a articulação temporomandibular, chamada ATM. Ela pode não ser tão conhecida quanto os joelhos e os cotovelos, mas é uma das articulações mais utilizadas do corpo. Basta lembrar que é responsável por qualquer movimento da boca, da mastigação à fala. Além disso, quem já teve algum problema com a ATM raramente esquece. A articulação e os músculos próximos podem sofrer com as disfunções temporomandibulares, DTMs, um conjunto de complicações que podem causar dor, dificuldades em mover a mandíbula, barulhos estranhos e dor de cabeça. Essas disfunções existem em diversos graus, e as formas mais avançadas causam sérios problemas ao paciente. Em alguns casos, a implantação de próteses é a única solução.  Mas um novo tr

8 de setembro de 2017

Como a engenharia genética pode ajudar no combate ao câncer

(EUA) Uma nova terapia, para a leucemia usa a engenharia genética para modificar as células do paciente e fazê-las combater a doença, o que promete revolucionar os tratamentos futuros para certos tipos de câncer, mas custo e efeitos colaterais ainda são problema. A terapia do grupo farmacêutico suíço Novartis é a primeira do tipo a ser aprovada nos Estados Unidos, depois da decisão da US Food and Drug Administration em 30 de agosto/17. O público-alvo são os pacientes de leucemia linfoblástica aguda (LLA) recorrente/refratária das células B com até 25 anos que tiveram recaídas ou não responderam ao tratamento padrão. Segundo a Novartis, pessoas que sofrem desse tipo de leucemia costumam passar por múltiplos tratamentos, incluindo quimioterapia, radiação ou transferência de células-tronco, mas menos de 10% sobrevivem após cinco anos. Engenharia genética - Ao contrário dos outros métodos, o novo tratamento, chamado Kymriah, pertence à classe das imunoterapias, que fortalecem a capac

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