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Notícias

13 de julho de 2026

Brasileiros participam de pesquisa inédita que revela como reverter danos em neurônios da ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica

Após morte de ator Eric Dane, o mundo acompanha descoberta que abre caminhos para novos tratamentos e cura da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), a terceira doença neuromotora (DNM) mais frequente no mundo e que afeta 15 mil brasileiros O Instituto Paulo Gontijo (IPG), referência no apoio à ciência e pesquisa sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), anunciou uma descoberta científica inédita que tem o potencial de transformar a forma como a doença é diagnosticada e tratada, liderada pela pesquisadora associada ao instituto, a geneticista Prof. Dra. Helen Cristina Miranda, da Universidade Case Western Reserve (Cleveland-EUA), com colaboração da Profa. Dra. Mayana Zatz, do Genoma USP, do Prof. Dr. Alysson Muotri e do Dr. Miguel Mitne-Neto, pesquisador associado do IPG. O estudo, publicado na revista EMBO Molecular Medicine, revelou que uma forma rara e hereditária da doença, a ELA8, provocada por mutação no gene VAPB, ativa de forma crônica a chamada Resposta Integrada ao Estresse

6 de julho de 2026

Japão avança em medicina regenerativa com aprovação de terapias com células-tronco

Tratamentos experimentais visam Parkinson e insuficiência cardíaca e receberão autorização de sete anos para coleta de dados clínicos. Imagem: Ilustração/ Agência Fonte Exclusiva O Japão está avançando no campo da medicina regenerativa ao recomendar a aprovação de duas terapias experimentais com células-tronco, voltadas ao tratamento da Doença de Parkinson e da insuficiência cardíaca. A primeira, desenvolvida pela Sumitomo Pharma, busca regenerar neurônios produtores de dopamina; a segunda, da Cuorips, tem como objetivo restaurar a função do músculo cardíaco, segundo informações da Bloomberg. Ambas terão autorização para conduzir os tratamentos por sete anos, período destinado à coleta de dados clínicos detalhados. A medida integra a estratégia do governo japonês de fortalecer a indústria de terapias avançadas com células-tronco, que visam recuperar funções perdidas em órgãos e tecidos. A aprovação final é considerada formalidade após avaliação técnica do Ministério da Saúde do

29 de junho de 2026

Bioimpressão de órgãos avança da pesquisa para aplicações clínicas na medicina regenerativa

A criação de redes vasculares em órgãos impressos amplia aplicações médicas e acelera testes farmacológicos seguros Imagem: Reprodução A biologia sintética atingiu um patamar revolucionário em 2026, transformando a teoria da impressão de tecidos em aplicações clínicas reais. A capacidade de criar estruturas biológicas complexas camada por camada está começando a reduzir a dependência histórica de doadores humanos. Como está o estado atual da bioimpressão de órgãos em 2026? Neste ano, a integração de Inteligência Artificial com bioimpressoras de alta precisão permitiu a criação de tecidos com densidade celular idêntica à natural. Esses avanços estão focados em órgãos menos complexos, como peles e cartilagens, que já salvam milhares de pacientes ao redor do mundo. A tecnologia evoluiu para suportar o crescimento de múltiplos tipos celulares simultaneamente em uma única sessão de impressão. Esse progresso é fundamental para replicar a heterogeneidade dos tecidos humanos e garantir qu

22 de junho de 2026

Pessoas idosas com memória excepcional têm um número surpreendentemente alto de neurônios jovens

Adultos cujos cérebros ainda apresentam forte produção de neurônios parecem ter melhor memória e função cognitiva do que aqueles em que essa capacidade diminui, segundo um estudo publicado na revista Nature. Imagem: Reprodução Os autores examinaram amostras de cérebro de doadores falecidos, desde jovens adultos até “superidosos” – pessoas com mais de 80 anos com memória excepcional. Eles descobriram que adultos jovens e idosos com cognição saudável geravam neurônios, um processo chamado neurogênese, em níveis elevados para a sua idade. A equipe estimou que os novos neurônios representavam apenas uma pequena fração – 0,01% – dos neurônios no hipocampo, uma região do cérebro essencial para a memória. Em contraste, em pessoas com declínio cognitivo, incluindo indivíduos com doença de Alzheimer, a neurogênese parece diminuir: os pesquisadores observaram menos neurônios em desenvolvimento, ou imaturos, nessas amostras de cérebro. Surpreendentemente, um grupo de “superidosos” apresentou

15 de junho de 2026

‘Andaime’ de grafeno recruta células ósseas e ajuda organismo a regenerar fratura

Estruturas desenvolvidas por equipe da USP e da Faculdade Albert Einstein se combinam com polímeros de origem orgânica e podem recuperar também perda ou malformação dos ossos Imagem: Reprodução Experimentos feitos com ratos de laboratório mostraram que estruturas à base de grafeno (“folhas” do elemento químico carbono com apenas um átomo de espessura) podem funcionar como um aliado poderoso na regeneração dos ossos, ajudando a sanar fraturas ou perda óssea. Nos testes, a matriz biocompatível incluindo o grafeno promoveu uma reparação de quase 90% do dano sofrido pelas cobaias um mês após a fratura induzida em laboratório – um desempenho superior a outros materiais usados na pesquisa. A análise do desempenho do biomaterial foi publicada no periódico Scientific Reports. Coordenaram o estudo Daniela Franco Bueno, da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, e Guilherme Lenz e Silva, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Para Bueno, os resultado

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