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Notícias

15 de junho de 2026

‘Andaime’ de grafeno recruta células ósseas e ajuda organismo a regenerar fratura

Estruturas desenvolvidas por equipe da USP e da Faculdade Albert Einstein se combinam com polímeros de origem orgânica e podem recuperar também perda ou malformação dos ossos Imagem: Reprodução Experimentos feitos com ratos de laboratório mostraram que estruturas à base de grafeno (“folhas” do elemento químico carbono com apenas um átomo de espessura) podem funcionar como um aliado poderoso na regeneração dos ossos, ajudando a sanar fraturas ou perda óssea. Nos testes, a matriz biocompatível incluindo o grafeno promoveu uma reparação de quase 90% do dano sofrido pelas cobaias um mês após a fratura induzida em laboratório – um desempenho superior a outros materiais usados na pesquisa. A análise do desempenho do biomaterial foi publicada no periódico Scientific Reports. Coordenaram o estudo Daniela Franco Bueno, da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, e Guilherme Lenz e Silva, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Para Bueno, os resultado

8 de junho de 2026

Tratamento com células-tronco: uma revolução na medicina e no esporte.

As células-tronco são células especiais do corpo humano que têm o potencial de se dividir e se transformar em muitos tipos diferentes de células. Imagem: Reprodução São células únicas que podem gerar novas células especializadas e regenerar tecidos danificados ou doentes. As células-tronco podem criar músculos, ossos, sangue e muitos outros tecidos, o que as torna excepcionais para a medicina regenerativa. Devido à sua capacidade de reparar e regenerar tecidos, as células-tronco estão no centro de muitas pesquisas e abriram novas possibilidades para o tratamento de doenças que tradicionalmente eram difíceis de controlar. Partindo desse princípio, na era das inovações médicas, as células-tronco estão se tornando uma das tecnologias mais promissoras para o tratamento de lesões e doenças que podem exigir o uso de próteses. Os recentes avanços na área da medicina regenerativa demonstram o grande potencial das células-tronco no futuro da saúde e da reabilitação esportiva.  Qual a import

1 de junho de 2026

Cientistas descobrem um potencial inesperado nas muelas do siso

Durante décadas tratadas como peças inúteis da evolução, as muelas do siso agora despertam interesse científico. Pesquisas recentes sugerem que esses dentes podem guardar um recurso biológico valioso. Imagem: Reprodução Por muito tempo, as muelas do siso foram vistas apenas como um problema odontológico — dentes que causam dor, desalinhamento e frequentemente acabam removidos. No entanto, novas pesquisas científicas começaram a mudar essa percepção. O que antes parecia apenas um vestígio evolutivo pode esconder algo muito mais interessante para a medicina moderna. Cientistas e especialistas em biotecnologia agora investigam um potencial inesperado escondido nesses dentes. De dente problemático a material biológico promissor Durante anos, as muelas do siso foram consideradas praticamente inúteis. Na maioria dos casos, sua presença está associada a inflamações, falta de espaço na arcada dentária ou dificuldades de higiene, o que frequentemente leva à recomendação de extração. Mas es

25 de maio de 2026

Japão aprova primeiro tratamento com células-tronco para doença de Parkinson

Terapia inovadora utiliza células iPS e pode chegar a pacientes ainda este ano. Imagem: Reprodução O Japão anunciou a aprovação de um tratamento inovador contra a doença de Parkinson, que emprega células-tronco para substituir neurônios danificados no cérebro. Desenvolvido pela farmacêutica japonesa Sumitomo Pharma e batizado de Amchepry, este medicamento representa um avanço significativo e tem previsão de ser disponibilizado a pacientes a partir de meados deste ano. A decisão das autoridades sanitárias japonesas abre caminho para o que pode se tornar o primeiro tratamento comercial global baseado em células-tronco pluripotentes induzidas (células iPS). A doença de Parkinson é um transtorno neurológico crônico e degenerativo que afeta predominantemente o sistema motor do corpo, impactando cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo, conforme estimativas da Parkinson’s Foundation. Caracterizada pela progressiva destruição de neurônios produtores de dopamina, a condição manifesta

20 de maio de 2026

Faculdade de Medicina da USP e Universidade de Harvard miram tratamento de doença rara

O estudo da Hemiplegia Alternante da Infância está na fase de recrutamento de pacientes portadores da moléstia causada por mutações genéticas A doença tem início nos primeiros meses de vida e o tratamento é baseado no controle dos seus sinais e sintomas – Imagem: Kjpargeter/Freepik O assunto agora é produção científica, uma vez que a Faculdade de Medicina da USP e a Universidade de Harvard firmaram uma parceria para estudar uma doença genética rara. Para tanto, pacientes estão sendo convocados para pesquisa. O projeto internacional, que reforça o papel da USP como polo estratégico na produção científica em neurologia e genética, analisa falhas na bomba de sódio e potássio dos neurônios, condições que caracterizam a Hemiplegia Alternante da Infância. O monitoramento de pessoas diagnosticadas fundamentará o desenvolvimento de terapias inovadoras. O que se busca é entender todas as manifestações da moléstia e suas mais variadas apresentações clínicas no interior de uma população miscige

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