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Notícias

22 de setembro de 2021

Crise de idade? Por que Bezos agora investe na fórmula do rejuvenescimento

Biotecnologia usada para fazer as pessoas parecerem mais jovens e até viverem mais. Essa é a proposta da Altos Lab, startup financiada por bilionários como o russo Yuri Milner e Jeff Bezos, fundador da Amazon e pessoa mais rica do mundo. Jeff Bezos, fundador da Amazon - Imagem: Getty Images A Altos quer desenvolver uma tecnologia de reprogramação biológica para rejuvenescer células em laboratório. Cientistas acreditam que esse processo poderia ser usado para revitalizar organismos inteiros de animais —e, um dia, prolongar a vida humana. A empresa está recrutando profissionais, com salários milionários, e pretende abrir institutos em diversas partes do mundo, incluindo São Francisco e San Diego (EUA), Cambridge (Inglaterra) e Japão. Entre os cientistas que devem se juntar a Altos está o biologista espanhol Juan Carlos Izpisúa Belmonte, que ficou conhecido por pesquisas sobre misturar embriões de seres humanos e macacos, e acredita que a vida humana possa ser expandida em 50 anos. T

14 de setembro de 2021

Demanda por alimento e sustentabilidade puxam setor de carne cultivada

Tecnologia cara, mas disruptiva, deve alcançar preços competitivos com maior escala; carne de laboratório minimiza impactos de desmatamento e doenças infecciosas A carne cultivada, também chamada de artificial, sintética ou ‘limpa’, surge no mercado como mais uma fonte de proteína para o consumidor, assim como as alternativas vegetais (plant based), frente a uma demanda por comida cada vez maior no mundo. Até 2050, será necessário aumentar a produção de alimentos em 50%, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Isso porque, nos próximos anos, a população aumentará em cerca de 30%, para quase 10 bilhões de pessoas, sendo que a maior parte viverá em áreas urbanas com níveis de renda maiores do que os atuais.  “Não há possibilidade de produzir proteína da forma convencional para alimentar a população crescente nas próximas décadas. As fronteiras agrícolas estão se esgotando. Já estamos desmatando onde não deveríamos”, destaca Luismar Porto, enge

8 de setembro de 2021

Estudo avalia uso de células-tronco para tratar lesões nos joelhos

As intervenções cirúrgicas disponíveis no sistema de saúde brasileiro para tratar lesões no joelho são invasivas, complexas e nem sempre resolvem o problema. A alternativa é o uso de células-tronco para a produção de membranas a serem implantadas na articulação.  No Brasil, pesquisas com esse objetivo vêm sendo desenvolvidas por um grupo liderado por Tiago Lazzaretti Fernandes, cirurgião ortopédico que atua no grupo de Medicina do Esporte no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FM-USP). Os cientistas já obtiveram resultados positivos em testes pré-clínicos (com animais) utilizando membranas produzidas a partir de células-tronco mesenquimais – encontradas em tecidos como medula óssea, tecido adiposo e revestimento da parede articular ou sinóvia. Ao se diferenciar, essas células podem formar tecidos adiposo (gordura), ósseo e cartilaginoso. “Em mais de 15 anos de pesquisa há raríssimas descrições de formação tumoral, algo que é apontado em

1 de setembro de 2021

Gel inovador oferece uma nova esperança para derrotar a doença de Parkinson

Pesquisadores da Universidade Nacional Australiana (ANU), em colaboração com o Instituto Florey de Neurociência e Saúde Mental, desenvolveram um novo tipo de hidrogel que pode transformar radicalmente a forma como tratamos a doença de Parkinson. O gel também oferece esperança para pacientes que sofreram de outras condições neurológicas, como derrames. Um novo tipo de hidrogel atua como porta de entrada para facilitar a transferência segura de células-tronco para o cérebro e restaurar o tecido danificado  (Crédito: Reprodução/Pexels) O novo material é feito de aminoácidos naturais – os blocos de construção das proteínas – e atua como uma porta de entrada para facilitar a transferência segura de células-tronco para o cérebro e restaurar o tecido danificado, liberando uma proteína que permite o crescimento, chamada GDNF. Ao colocar as células-tronco em um gel, elas são expostas a menos estresse quando injetadas no cérebro e são integradas de maneira mais suave e bem-sucedida “Quando

25 de agosto de 2021

Nosso cérebro e as proteínas da longevidade

Estudos em humanos que vivem mais de 100 anos demonstraram que muitos compartilham uma versão incomum do gene FOXO3, que protege as células-tronco dos efeitos nocivos do estresse oxidativo (Foto: Thinkstock) A Weill Cornell Medical College, faculdade de Medicina afiliada à Universidade Cornell, foi fundada em 1898. É uma idosa de 123 anos. Em um de seus prédios centenários, no Upper East Side, em Nova York, uma jovem pesquisadora sul-coreana, Jihye Paik, formada em Medicina pela Seoul National University, se dedica a um estudo que nos interessa: descobrir como a proteína Forkhead Box Protein O3, que em humanos é codificada pelo gene FOXO3, contribui para a saúde do cérebro durante o envelhecimento. Estudos em humanos que vivem mais de 100 anos demonstraram que muitos compartilham uma versão incomum da FOXO3, que protege as células-tronco dos efeitos nocivos do estresse oxidativo. O estresse oxidativo ocorre quando tipos prejudiciais de oxigênio se acumulam nas células. Paik, que é p

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