

Avanços em terapias celulares e regeneração tecidual impulsionam uma nova era da cirurgia plástica moderna, com foco em naturalidade, recuperação biológica e qualidade da pele Imagem: Reprodução A cirurgia plástica vive uma transformação silenciosa, mas profunda. Durante décadas, os procedimentos estéticos estiveram associados principalmente à mudança de aparência, volume e contorno corporal. Agora, uma nova frente da medicina começa a reposicionar a especialidade: a medicina regenerativa. Mais do que modificar estruturas, a proposta atual passa a ser estimular biologicamente a recuperação dos tecidos, melhorar a qualidade da pele e ativar mecanismos naturais de regeneração do próprio organismo. O movimento acompanha uma mudança clara no comportamento dos pacientes, que buscam resultados mais naturais, preservação da individualidade facial e tratamentos menos artificiais. Nesse cenário, terapias celulares e tecnologias regenerativas começam a ganhar espaço em áreas como rejuvenesci

Segundo o diretor do Hospital Bach Mai,(Vietnã) a eficácia da terapia com células-tronco tem sido comprovada gradualmente no tratamento de diversos grupos de doenças, desde distúrbios cardiovasculares e musculoesqueléticos até câncer. Imagem: Reprodução Este é um passo muito importante para a medicina moderna; no entanto, a pesquisa e a publicação dos resultados devem garantir rigor científico, transparência e basear-se em dados empíricos. Em declarações feitas à margem da conferência anual do Clube de Diretores de Hospitais das Províncias do Norte, organizada pelo Ministério da Saúde e pelo Hospital Bach Mai, o Professor Associado Dr. Dao Xuan Co, Diretor do Hospital Bach Mai, afirmou que a conferência deste ano é um fórum científico muito importante, reunindo gestores, especialistas e cientistas da área da saúde. Segundo ele, os temas apresentados na sessão científica via satélite, especialmente células-tronco, terapia genética e terapia celular, são áreas médicas avançadas nas q

Um ensaio clínico inédito aplicou células-tronco diretamente no feto durante cirurgia pré-natal para corrigir espinha bífida. O estudo indica que o procedimento foi seguro e pode ter melhorado os resultados cirúrgicos. A pesquisa inaugura uma nova etapa na terapia celular ainda dentro do útero. Imagem: Reprodução A medicina fetal acaba de dar um passo ousado. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis realizaram o primeiro teste clínico do mundo que combina cirurgia pré-natal para espinha bífida com aplicação direta de células-tronco no feto. Os resultados iniciais, publicados na The Lancet, indicam que o procedimento foi seguro — e podem sinalizar uma nova era no tratamento de malformações congênitas antes mesmo do nascimento. O que é a espinha bífida A espinha bífida é um defeito do tubo neural que ocorre quando a coluna e a medula espinhal do feto não se fecham completamente durante o desenvolvimento. A gravidade varia, mas muitos casos resultam em dificuldades motoras,

Após morte de ator Eric Dane, o mundo acompanha descoberta que abre caminhos para novos tratamentos e cura da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), a terceira doença neuromotora (DNM) mais frequente no mundo e que afeta 15 mil brasileiros O Instituto Paulo Gontijo (IPG), referência no apoio à ciência e pesquisa sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), anunciou uma descoberta científica inédita que tem o potencial de transformar a forma como a doença é diagnosticada e tratada, liderada pela pesquisadora associada ao instituto, a geneticista Prof. Dra. Helen Cristina Miranda, da Universidade Case Western Reserve (Cleveland-EUA), com colaboração da Profa. Dra. Mayana Zatz, do Genoma USP, do Prof. Dr. Alysson Muotri e do Dr. Miguel Mitne-Neto, pesquisador associado do IPG. O estudo, publicado na revista EMBO Molecular Medicine, revelou que uma forma rara e hereditária da doença, a ELA8, provocada por mutação no gene VAPB, ativa de forma crônica a chamada Resposta Integrada ao Estresse

Tratamentos experimentais visam Parkinson e insuficiência cardíaca e receberão autorização de sete anos para coleta de dados clínicos. Imagem: Ilustração/ Agência Fonte Exclusiva O Japão está avançando no campo da medicina regenerativa ao recomendar a aprovação de duas terapias experimentais com células-tronco, voltadas ao tratamento da Doença de Parkinson e da insuficiência cardíaca. A primeira, desenvolvida pela Sumitomo Pharma, busca regenerar neurônios produtores de dopamina; a segunda, da Cuorips, tem como objetivo restaurar a função do músculo cardíaco, segundo informações da Bloomberg. Ambas terão autorização para conduzir os tratamentos por sete anos, período destinado à coleta de dados clínicos detalhados. A medida integra a estratégia do governo japonês de fortalecer a indústria de terapias avançadas com células-tronco, que visam recuperar funções perdidas em órgãos e tecidos. A aprovação final é considerada formalidade após avaliação técnica do Ministério da Saúde do