

Rodrigo Juliano Oliveira destacou no programa Saúde e Bem-Estar os resultados de estudos voltados à regeneração de tecidos, osteoartrite e disfunções da bexiga Rodrigo Juliano apresentou os avanços com as celulas-troncos no Saúde e Bem-Estar - Jônatas Bis As pesquisas com células-tronco desenvolvidas na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) foram tema do programa Saúde e Bem-Estar, apresentado pelo médico Dr. Plácido Menezes. O entrevistado foi Rodrigo Juliano Oliveira, coordenador do Centro de Estudos em Células-Tronco, Terapia Celular e Genética Toxicológica (CeTroGen), que destacou os avanços obtidos pela instituição em terapias celulares voltadas à regeneração de tecidos e ao tratamento de diversas doenças. Durante a entrevista, o pesquisador explicou que as células-tronco mesenquimais podem ser obtidas de diferentes fontes do organismo, especialmente do tecido adiposo. Segundo ele, pequenas quantidades de gordura retiradas em procedimentos como lipoaspirações perm

O objetivo é controlar a reação exagerada do sistema imunológico e reduzir a inflamação causada pelas células de defesa Imagem: Reprodução Pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná estão desenvolvendo uma terapia inovadora que pode mudar a vida de pacientes que enfrentam uma das complicações mais graves após o transplante de medula óssea. A chamada doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) acontece quando as células transplantadas passam a atacar o próprio organismo do paciente, provocando sintomas severos e, em muitos casos, levando à morte. A nova terapia, batizada de MesenCell, utiliza células-tronco mesenquimais retiradas da medula óssea de doadores. O objetivo é controlar a reação exagerada do sistema imunológico e reduzir a inflamação causada pelas células de defesa. Atualmente, o tratamento mais comum é feito com corticosteroides, mas muitos pacientes não respondem bem aos medicamentos tradicionais ou sofrem efeitos colaterais graves devido ao uso prolong

Pela primeira vez, células-tronco derivadas de embriões conseguiram restaurar a produção de insulina em pacientes com diabetes tipo 1, apontam ensaios clínicos recentes. Paciente medindo o nível de glicose no sangue (Imagem: freepik/Freepik) – Imagem: freepik/Freepik Em um estudo da Vertex Pharmaceuticals, 12 pacientes receberam transplante de células beta produtoras de insulina cultivadas em laboratório. O resultado: 10 deles (83%) interromperam completamente as injeções de insulina em apenas seis meses. Esse é mais um dos vários exemplos de como as células-tronco podem revolucionar o tratamento da diabetes, o tema foi analisado em um artigo do The Conversation. Um caso ainda mais impressionante veio da China. Pesquisadores reprogramaram células de gordura de um paciente com diabetes tipo 1 em células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs), depois as transformaram em células beta e as transplantaram sob o músculo abdominal do próprio paciente. Setenta e cinco dias após a cirurgia,

Avanços em terapias celulares e regeneração tecidual impulsionam uma nova era da cirurgia plástica moderna, com foco em naturalidade, recuperação biológica e qualidade da pele Imagem: Reprodução A cirurgia plástica vive uma transformação silenciosa, mas profunda. Durante décadas, os procedimentos estéticos estiveram associados principalmente à mudança de aparência, volume e contorno corporal. Agora, uma nova frente da medicina começa a reposicionar a especialidade: a medicina regenerativa. Mais do que modificar estruturas, a proposta atual passa a ser estimular biologicamente a recuperação dos tecidos, melhorar a qualidade da pele e ativar mecanismos naturais de regeneração do próprio organismo. O movimento acompanha uma mudança clara no comportamento dos pacientes, que buscam resultados mais naturais, preservação da individualidade facial e tratamentos menos artificiais. Nesse cenário, terapias celulares e tecnologias regenerativas começam a ganhar espaço em áreas como rejuvenesci

Segundo o diretor do Hospital Bach Mai,(Vietnã) a eficácia da terapia com células-tronco tem sido comprovada gradualmente no tratamento de diversos grupos de doenças, desde distúrbios cardiovasculares e musculoesqueléticos até câncer. Imagem: Reprodução Este é um passo muito importante para a medicina moderna; no entanto, a pesquisa e a publicação dos resultados devem garantir rigor científico, transparência e basear-se em dados empíricos. Em declarações feitas à margem da conferência anual do Clube de Diretores de Hospitais das Províncias do Norte, organizada pelo Ministério da Saúde e pelo Hospital Bach Mai, o Professor Associado Dr. Dao Xuan Co, Diretor do Hospital Bach Mai, afirmou que a conferência deste ano é um fórum científico muito importante, reunindo gestores, especialistas e cientistas da área da saúde. Segundo ele, os temas apresentados na sessão científica via satélite, especialmente células-tronco, terapia genética e terapia celular, são áreas médicas avançadas nas q