Notícias

14 de junho de 2018

Cérebros desenvolvidos em laboratório começaram a brotar seus próprios vasos sanguíneos

Os cérebros desenvolvidos em laboratório ficaram um passo mais próximos da realidade, depois que cientistas anunciaram que mini-cérebros experimentais começaram a gerar seus próprios vasos sangüíneos. Bolas cerebrais foram criados a partir de células estaminais e são usados para o estudo das doenças cerebrais, incluindo Zika -relacionados microcefalia. Os pesquisadores esperam que as bolas cerebrais vascularizadas possam se mostrar eficazes em algum dia encorajando a regeneração do tecido cerebral danificado. “A ideia geral com esses organoides é um dia ser capaz de desenvolver uma estrutura cerebral que o paciente tenha perdido com as próprias células do paciente”, disse o neurocirurgião vascular da UC Davis, Ben Waldau, à Wired. Cientistas da UC Davis observaram a geração de veias dentro de bolas cerebrais, também conhecidas como esferóides corticais ou organoides neurais. Waldau e sua equipe encorajaram a vascularização das bolas cerebrais, transformando as células da membrana ce

7 de junho de 2018

Novas técnicas criam ossos e cartilagens à la carte

Ossos e cartilagens à la carte. É o que prometem as novas técnicas desenvolvidas pela empresa Bonus Biogroup, baseada em Haifa (norte de Israel), e por um grupo de pesquisadores do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da USP (IOT). O procedimento desenvolvido pela Bonus, ainda em testes, envolve o cultivo de tecido ósseo vivo sob medida a partir de células-tronco retiradas da gordura do próprio paciente com lipoaspiração —ou seja, nada de enxertos artificiais.  A tecnologia poderá permitir que qualquer pessoa encomende o osso de que necessita em caso de trauma, infecção ou câncer, por exemplo. Hoje, a solução envolve cirurgia para colher parte de um osso de outra parte do corpo e o implante na região carente ou utilizar um substituto artificial.  A vantagem dos ossos vivos, cultivados fora do corpo, é que eles já vêm com vasos sanguíneos e com potencial para criação de medula óssea. Praticamente não há risco de rejeição. Os primeiros experimentos com s

4 de junho de 2018

Bebê é diagnosticada com doença rara e é salva antes de nascer

Você já pensou em salvar a vida de uma criança ainda dentro do útero, antes mesmo dela nascer? É isso que um novo experimento de terapia fetal faz. Para muitos, pode ser considerado ousadia, no entanto, essa prática salvou a vida da bebê Elianna Constantino antes mesmo dela nascer. Fotos: Bryan Meltz / The New York Times A criança foi diagnosticada com talassemia alfa maior, uma doença genética que mata o feto antes mesmo dele vir a nascer. Essa doença deixa as células vermelhas do sangue incapazes de transportar oxigênio, causando anemia severa no bebê, insuficiência cardíaca e danos cerebrais. Elianna é filha de Nichelle Obrar, 40, e Chris Constantino, que são saudáveis mas descobriram que são portadores de talassemia. Os portadores, em geral, são pessoas saudáveis mas quando tem filhos juntos, esses correm o risco de ter a doença. Cada filho tem a probabilidade de 25% de ser afetado. Gabriel é o primeiro filho do casal e nasceu saudável. No entanto, eles e seus médicos já fica

1 de junho de 2018

Tratar esclerose múltipla com células-tronco é mais eficaz que medicação

O transplante com células-tronco da medula óssea do próprio paciente para combater a esclerose múltipla é mais eficaz do que a medicação disponível no mercado e custa bem menos. Esta é a conclusão de estudo feito por pesquisadores do Brasil, Suécia, Inglaterra e Estados Unidos. Dos transplantados acompanhados por pesquisa, apenas três (6%) reativaram a doença após o transplante. No outro grupo, tratado com a medicação disponível no País, 33 (60%) – Ilustrações: Reprodução BruceBlaus via Wikimedia Commons CC BY-SA 4.0 Os resultados foram apresentados em março no encontro anual da European Society for Blood and Marrow Transplantation e publicados na Neurology. uma revista científica de alto impacto. “Os resultados comprovam que os transplantes apresentam melhores resultados do que as medicações utilizadas para o tratamento da esclerose múltipla”, afirma a professora Maria Carolina de Oliveira, pesquisadora do Centro de Terapia Celular (CTC) da USP e da Divisão de Imunologia Clínica d

24 de maio de 2018

Sequelas de diabete são contidas por terapia com células-tronco e químio

Tratamento pioneiro desenvolvido por cientistas da USP já livrou pacientes de insulina por até 11 anos; novo estudo revela que ainda se evitou complicações como cegueira e amputação, que aparecem em 25% dos que tratam a doença da forma convencional. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) que desenvolveram uma terapia pioneira para tratar diabete tipo 1 sem insulina demonstraram agora que a técnica também impede sequelas graves da doença por um tempo ainda indeterminado. O método combina quimioterapia e o transplante de células-tronco e já era conhecido mundialmente por ter livrado grande parte dos pacientes das injeções por mais de dez anos – um feito sem precedentes. No novo estudo, os pesquisadores dizem que o tratamento também reduziu a zero complicações como cegueira, insuficiência renal e amputação. O diabete tipo 1 é uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina – hormônio responsá

Central de Atendimento: 
São Paulo e Região: (11) 3059-0510 | DDG: 0800.770.1112 | E-mail: ccb@ccb.med.br
Av. Indianópolis, 1843/1861 - Indianópolis - São Paulo/SP - CEP: 04063-003