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Notícias

29 de julho de 2021

Cientistas criam orelhas e narizes impressos em 3D a partir de células humanas

Cientistas do País de Gales obtiveram sucesso em imprimir cartilagens 3D para reconstrução facial de indivíduos que nasceram sem orelhas e nariz ou que foram afetados por cicatrizes provocadas por queimaduras ou cânceres. As partes reconstituídas foram feitas a partir de células humanas ou nanocelulose de plantas. A Fundação Livre de Cicatrizes lançou 2,5 milhões de libras para financiar um programa de três anos (Foto: Getty Images) A Fundação Livre de Cicatrizes lançou 2,5 milhões de libras para financiar um programa de três anos de “pesquisa regenerativa” na base tecnológica da Universidade de Swansea. Segundo reportagem do jornal britânico Daily Mail, o objetivo do fomento é progredir o estudo para ensaios clínicos envolvendo seres humanos. A Fundação Livre de Cicatrizes também comentou que pacientes relataram que preferiam que seus próprios tecidos fossem utilizados na reconstrução, pois eles não se sentiam bem com próteses de plástico, as quais não “fariam parte deles”. Para re

21 de julho de 2021

Tecido do cordão umbilical promissor no tratamento da diabetes mellitus tipo 2

A revista científica Cell and Tissue Research publicou recentemente o artigo “Human umbilical cord mesenchymal stem cells in type 2 diabetes mellitus: the emerging therapeutic approach”, onde foram apresentados os principais benefícios terapêuticos das células mesenquimais do tecido do cordão umbilical no tratamento e controlo da diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) e comorbidades associadas. A revista científica Cell and Tissue Research publicou recentemente o artigo “Human umbilical cord mesenchymal stem cells in type 2 diabetes mellitus: the emerging therapeutic approach”, onde foram apresentados os principais benefícios terapêuticos das células mesenquimais do tecido do cordão umbilical no tratamento e controlo da diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) e comorbidades associadas. Publicado no final de maio, o artigo contou com a participação de Andreia Gomes, Diretora Técnica e de Investigação e Desenvolvimento (I&D) do laboratório português de criopreservação BebéVida. Centrado nos últimos

15 de julho de 2021

Há 25 anos, nascia Dolly, o primeiro clone de mamífero da história

Há 25 anos nascia uma ovelha que revolucionou a ciência.  A ovelha 6LLS ou, simplesmente Dolly, era uma cópia idêntica de outra ovelha 6 anos mais velha. Um clone. O primeiro mamífero clonado teve os cromossomos  retirados das glândulas mamárias de uma ovelha original. O material genético foi inserido no óvulo ainda imaturo de uma segunda ovelha e preservado até se transformar em um embrião e ser implantando em uma terceira ovelha, responsável pela gestação. O experimento foi conduzido pelos biólogos Keith Campbell e Ian Wilmut, na Escócia, e Dolly foi apresentada ao mundo em fevereiro de 1997, quando já tinha sete meses. E deu o que falar. O médico geneticista e pediatra Salmo Raskin explica que a grande descoberta na verdade, foi comprovar que células adultas, já especializadas, como as células do pulmão, da pele ou do coração, poderiam ser reprogramadas e começar um novo ciclo com a mesma potência de uma célula embrionária capaz de se desenvolver até dar lugar a todas as outras

7 de julho de 2021

Bioimpressora 3D cria prótese a partir de células estaminais do cordão umbilical

Investigadores usaram uma impressora 3D para criar uma prótese de correção de um defeito ósseo numa vértebra, partindo de células estaminais do cordão umbilical Jean-Paul Pelissier/ Reuters A impressão 3D tem sido investigada com o objetivo de criar tecidos e órgãos para transplante e também biopróteses (não metálicas e feitas de material biológico) para corrigir defeitos nos ossos ou na cartilagem. Um estudo agora publicado no Journal of 3D Printing Medicine mostra que investigadores conseguiram criar uma prótese para corrigir um defeito ósseo numa vértebra, partindo de células estaminais do cordão umbilical. Bruna Moreira, investigadora da Crioestaminal, explica que “esta tecnologia consiste na deposição, camada por camada, de uma biotinta, geralmente composta por células, materiais biocompatíveis com função de suporte e moléculas bioativas. As células estaminais mesenquimais são das preferidas para bioimpressão, uma vez que se conseguem dividir indefinidamente e diferenciar em

30 de junho de 2021

Transplante de células-tronco “reseta” sistema imunológico e ajuda a tratar esclerose sistêmica

Os resultados são de uma pesquisa que avaliou dados clínicos e imunológicos de 22 pacientes transplantados no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da USP O transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas (AHSCT), indicado para casos graves de esclerose sistêmica (ES), reconstitui completamente o sistema imunológico e restaura a capacidade supressora dos linfócitos “B”, células de defesa do organismo. A avaliação é baseada em dados clínicos e imunológicos de 22 pacientes transplantados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP. Os resultados contribuem para o entendimento da ES e a remissão da doença, a longo prazo. Do ponto de vista clínico, houve melhora nas funções pulmonares, nos movimentos articulares e diminuição do enrijecimento cutâneo provocado pelo excesso de produção de colágeno. “O transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas [aquelas que têm a capacidade de se autorrenovar] consiste na coleta de células-tronc

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