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24 de maio de 2018

Sequelas de diabete são contidas por terapia com células-tronco e químio

Tratamento pioneiro desenvolvido por cientistas da USP já livrou pacientes de insulina por até 11 anos; novo estudo revela que ainda se evitou complicações como cegueira e amputação, que aparecem em 25% dos que tratam a doença da forma convencional. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) que desenvolveram uma terapia pioneira para tratar diabete tipo 1 sem insulina demonstraram agora que a técnica também impede sequelas graves da doença por um tempo ainda indeterminado. O método combina quimioterapia e o transplante de células-tronco e já era conhecido mundialmente por ter livrado grande parte dos pacientes das injeções por mais de dez anos – um feito sem precedentes. No novo estudo, os pesquisadores dizem que o tratamento também reduziu a zero complicações como cegueira, insuficiência renal e amputação. O diabete tipo 1 é uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina – hormônio responsá

17 de maio de 2018

Jaxa e Universidade de Tóquio implementa tecnologia de sensor de satélite contra o câncer

Uma equipe de institutos de pesquisa japoneses quer caçar as células-tronco dos cânceres humanos empregando uma tecnologia de sensor de observação ultraprecisa usada no satélite de astronomia Hitomi. A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) e o Instituto Kavli de Física e Matemática do Universo da Universidade de Tóquio (IPMU) produzirão um protótipo de detector até 2020 e o testarão em camundongos. Pesquisadores acreditam que as células-tronco dos cânceres são fortes o suficiente para sobreviver à cirurgia, à quimioterapia e aos tratamentos de radiação usados para eliminar as células cancerígenas e depois proliferar, fazendo com que o câncer ressurja e produza metástases. Para eliminar totalmente o câncer, é necessário entender com precisão onde suas células-tronco existem no corpo humano e suas quantidades. A IPMU e a JAXA estabeleceram no ano passado um centro de pesquisa conjunta para as ciências aeroespaciais e médicas. A partir deste mês, os institutos promoverã

10 de maio de 2018

Aprovado produto com células estaminais para tratar doença de Crohn

A Comissão Europeia aprovou a comercialização do Alofisel, um produto de terapia celular constituído por células estaminais do tecido adiposo expandidas em laboratório, destinado ao tratamento de fístulas perianais em adultos com Doença de Crohn. A aprovação do novo produto surge no seguimento de um parecer favorável da Agência Europeia do Medicamento, baseado nos resultados obtidos num ensaio clínico de fase III, que demonstrou a eficácia a longo-prazo desta nova terapêutica. O estudo em causa decorreu entre 2012 e 2015 e incluiu um total de 212 adultos, com idade média de 38 anos, que apresentavam fístulas perianais complexas decorrentes da doença de Crohn, refratárias aos tratamentos convencionais. Este ensaio clínico de fase III contou com a colaboração de 49 hospitais de 7 países da Europa e Israel. Os participantes foram divididos em 2 grupos: o grupo experimental, tratado com Alofisel, em conjunto com a terapêutica convencional, e o grupo de controlo, tratado apenas de form

7 de maio de 2018

Parto Normal x Cesariana

A maioria dos médicos recomenda o parto normal, pois é mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê. “Embora atualmente a cesariana seja uma intervenção realizada com muita segurança, é uma cirurgia e, por isso, tem maior índice de complicações (infecções, hemorragias, hematomas, lesão de órgãos, dores, aderências, indicação para outras cesarianas) e de mortalidade que um parto normal, tanto para a mãe quanto para o bebê”, afirma Cláudio Basbaum, ginecologista e obstetra introdutor do Parto Leboyer (Nascimento sem Violência) no Brasil. No procedimento natural há um total envolvimento e participação da mulher ou do casal no processo da acolhida de seu bebê, com repercussões imediatas altamente positivas no vínculo afetivo entre eles. “No parto normal, tanto a mulher quanto o bebê têm mais vantagens, a princípio pela amamentação. Na cesárea, o pós-operatório dificulta esse processo devido à pouca locomoção que a mulher pode realizar. Futuramente, isso pode resultar em problemas emo

3 de maio de 2018

Rins feitos a partir de células-tronco e que funcionam em organismos vivos?

Isso mesmo: cientistas já conseguem criar mini rins humanos em laboratório usando células-tronco e implantá-los em modelos animais – e esses organoides funcionam, filtrando o sangue e produzindo urina. Uma das possibilidades de aplicações mais fascinantes de tecnologias que utilizem células-tronco é a fabricação de tecidos e órgãos sob medida para transplantes – e uma das mais estudadas também. Já falamos aqui sobre alguns exemplos nesse sentido, como a criação de fragmentos de tecido cardíaco, enxertos de intestino e artérias funcionais. Conseguir esse feito no caso dos rins é um enorme desafio nessa área por causa da extrema complexidade das estruturas renais. Essa dificuldade não foi suficiente para desestimular os pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, liderados pelos professores Sue Kimber e Adrian Woolf, que apresentaram recentemente os resultados de seu trabalho na revista Stem Cell Reports: primeiro, eles criaram estruturas microscópicas dos rins – cha

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