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Notícias

10 de novembro de 2025

Danos causados por AVC são revertidos após transplante de células-tronco, revela estudo

Pesquisa mostra que transplante não só forma novos neurônios como repara vasos sanguíneos e reduz inflamação em camundongos com lesões cerebrais Um em cada quatro adultos sofre um AVC ao longo da vida Danos causados por um acidente vascular cerebral (AVC) podem ser revertidos através do transplante de células-tronco. É isso o que aponta uma pesquisa desenvolvida por cientistas da Universidade de Zurique, na Suíça. De acordo com o estudo, os benefícios do procedimento ainda incluem a regeneração de neurônios e a restauração de funções motoras, marcando um avanço no tratamento de distúrbios cerebrais.  Um em cada quatro adultos sofre um AVC ao longo da vida, e cerca da metade apresenta danos residuais, como paralisia ou dificuldades na fala, devido à morte irreversível de células cerebrais. Atualmente, não existe tratamento para reparar esse tipo de dano. "Por isso, é essencial buscar novas abordagens terapêuticas para a potencial regeneração cerebral após doenças ou acidentes", afi

3 de novembro de 2025

Gordura no fígado: saiba dos riscos e tratamentos

A gastroenterologista Renata Valliant, do Beda Prime, explica a esteatose hepática Especialista | Dra. Renata integra o BedaPrime (Foto: Divulgação) Popularmente conhecida como gordura no fígado, a esteatose hepática é uma condição que pode passar despercebida, mas sua evolução pode ter consequências devastadoras. A médica gastroenterologista e hepatologista Renata Valliant, que integra a equipe do Gastro Prime, serviço especializado do Beda Prime, em Campos dos Goytacazes, esclarece os principais pontos sobre a doença e reforça a importância do diagnóstico precoce e das mudanças no estilo de vida. “A esteatose acontece quando o fígado acumula muita gordura, e isso pode ser causado por diversos fatores. Se não for tratada, pode levar à inflamação — condição conhecida como NASH, ou esteato-hepatite não alcoólica — e evoluir para cirrose ou até mesmo câncer no fígado. A boa notícia é que, se detectada cedo, pode ser controlada e até revertida com mudanças de hábito”, afirma. Entre

27 de outubro de 2025

O preço de viver 150 anos: avanços médicos e dilemas éticos

A possibilidade de estender a vida humana até 150 anos já não pertence apenas à ficção científica. Conversas entre líderes globais e avanços em terapias celulares reacendem o debate sobre os limites do corpo humano e da sociedade. A questão central, porém, não é apenas biológica: quem terá acesso e como lidaremos com as consequências de viver tanto? Imagem: Reprodução O envelhecimento funciona como um processo de desgaste cumulativo. Cada tecido acumula falhas até perder a capacidade de recuperação. Pesquisas publicadas na Nature Communications sugerem que o teto biológico estaria entre 120 e 150 anos, quando a resiliência celular colapsa. Ainda assim, cientistas como Timothy Pyrkov defendem que intervenções na “idade biológica” das células podem empurrar esse limite para além do previsto. Avanços recentes sustentam esse otimismo. No Instituto Salk, por exemplo, ratos tiveram tecidos rejuvenescidos após terapias gênicas. Já os transplantes de órgãos, citados em debates políticos, nã

20 de outubro de 2025

Órgãos recelularizados como alternativa para a fila dos transplantes

Aproximadamente 17 pessoas morrem por dia nos Estados Unidos à espera de um transplante, o que equivale a cerca de 6.200 mortes por ano. Para os mais de 10 mil pacientes na fila por um fígado, o futuro pode não estar em uma lista de doadores, mas em um "fantasma". Coração "fantasma" experimental. O termo “órgão fantasma” se refere a um processo de bioengenharia no qual todas as células nativas de um órgão são removidas, restando apenas a matriz extracelular (MEC), um "esqueleto" proteico puro e translúcido que serve como base natural. Esse esqueleto é "recelularizado" com células do próprio paciente, de doadores saudáveis ou com células-tronco do receptor, em uma estratégia que, teoricamente, permite recriar qualquer órgão ou tecido humano. Por anos, a ideia de produzir um órgão sob demanda à prova de rejeição por meio da descelularização/recelularização parecia ficção científica. Mas avanços recentes aproximaram esse conceito da prática clínica. Em junho de 2024, a empresa america

13 de outubro de 2025

Medicina regenerativa: o que é e como ela pode impactar na longevidade

A abordagem vai além do tratamento de sintomas, focando na causa raiz das doenças e no estímulo ao processo natural de regeneração do corpo, diz especialista Segundo o IBGE, 40% da população brasileira terá 60 anos ou mais em 2070 | crédito: FreePik A população global está vivendo mais e envelhecendo rápido. Um estudo da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, constatou que a expectativa de vida ao redor do mundo aumentou quase dez anos nas últimas décadas, porém, os idosos vivem com limitações e problemas crônicos de saúde. O levantamento analisou dados de 183 países membros da Organização Mundial de Saúde (OMS) e foi publicado no periódico JAMA Network Open. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta que, em 2070, 4 em cada 10 pessoas terão 60 anos ou mais. A estimativa é que os idosos representem 38% da população, saltando dos atuais 33 milhões, para mais de 75 milhões de pessoas 60+ no país. Envelhecer com saúde é uma consequência de bons hábitos, como

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