

Muitos de nós que foram infectados pelo vírus da COVID-19 enfrentam desafios de saúde de longo prazo, incluindo nódulos pulmonares, complicações graves e cirurgia. Os tratamentos atuais para esses efeitos de longo prazo ainda são limitados. Imagem: Reprodução Para isso, este artigo apresentará o potencial da terapia com exossomos, um tratamento de ponta, para tratar a síndrome da COVID-19, especialmente seus aspectos neurológicos e de saúde mental, além de beneficiar o coração e os pulmões. O Dr. Philip W. Askenase, professor de imunologia da Escola de Medicina da Universidade de Yale, propôs em um jornal acadêmico que a terapia com vesículas extracelulares deveria ser usada para tratar os principais sintomas do sistema nervoso central da síndrome da COVID-19. As vesículas extracelulares são partículas liberadas pelas células, e os exossomos são um tipo de vesícula extracelular. Danos vasculares e nervosos causados pela COVID-19 Até 30% das pessoas infectadas com a COVID-19 podem

Pesquisa concluiu que indícios genéticos encontrados no sangue do cordão umbilical podem oferecer uma visão precoce sobre quadros como diabetes, derrame e doença hepática mais tarde na vida Cordão umbilical pode conter pistas sobre a saúde da criança no futuro, aponta estudo — Foto: João Paulo de Souza Oliveira/Unsplash Sabemos que o cordão umbilical carrega um sangue extremamente rico, fonte de células-tronco que podem ser usadas para tratar diversas doenças e capaz de produzir os elementos sanguíneos essenciais para o transplante de medula óssea. Recentemente, no entanto, um estudo descobriu uma nova função importante dessa estrutura: apontar pistas sobre a saúde da criança no futuro. Conforme o levantamento feito por pesquisadores dos Estados Unidos, indícios genéticos encontrados nesse sangue podem oferecer uma visão precoce sobre quais bebês apresentam maior risco de problemas de saúde como diabetes, derrame e doença hepática mais tarde na vida. “Estamos observando crianças de

A longevidade deixou de ser apenas reflexo da expectativa de vida crescente e tornou-se um dos campos mais dinâmicos da inovação. Imagem: Reprodução Avanços em inteligência artificial, biotecnologia e engenharia genética não apenas prolongam a vida, mas elevam sua qualidade. O envelhecimento saudável hoje considera bem-estar mental, regeneração celular e tratamentos personalizados, mas também impõe desafios éticos, sociais e estruturais aos sistemas de saúde e previdência. No SXSW 2025, o maior evento global de criatividade, inovação e tecnologia, realizado em Austin, Texas, nos Estados Unidos, os debates reforçaram a interseção entre tecnologia, saúde e longevidade. A inteligência artificial está revolucionando diagnósticos e tratamentos personalizados. Dispositivos vestíveis e plataformas digitais colocam o paciente no centro do cuidado, permitindo o monitoramento constante da saúde. A biotecnologia avança com organoides, terapias regenerativas e tratamentos metabólicos que, há po

Pesquisadores têm feito avanços significativos na compreensão de como a pele humana se desenvolve a partir de células-tronco. Imagem: Reprodução Este progresso pode, eventualmente, levar a métodos para retardar os sinais de envelhecimento e criar pele artificial para transplantes. A pesquisa faz parte do ambicioso projeto Atlas das Células Humanas, que busca mapear como cada parte do corpo humano é formada. O projeto, liderado por cientistas do Instituto Wellcome Sanger, no Reino Unido, está focado em entender o desenvolvimento celular desde o estágio embrionário até a idade adulta. A capacidade de manipular o desenvolvimento da pele pode não apenas combater o envelhecimento, mas também ajudar no tratamento de doenças e na regeneração de tecidos. Como a pele humana é criada a partir de células tronco? Após a fecundação, as células humanas são inicialmente idênticas. No entanto, após três semanas, genes específicos são ativados dentro das células-tronco, orientando-as a se especial

A bioimpressão 3D está emergindo como uma das tecnologias mais promissoras na medicina regenerativa, oferecendo soluções inovadoras para a criação de tecidos e órgãos funcionais. Bioimpressão — Reprodução Essa técnica deposita camadas de “biotintas” compostas por células vivas e biomateriais, permitindo a fabricação de estruturas que imitam a complexidade dos tecidos humanos. Pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) estão explorando o uso de células-tronco mesenquimais na bioimpressão para tratar doenças como cirrose hepática, diabetes tipo 1 e lesões renais. Essas células têm mostrado potencial significativo na regeneração de tecidos danificados, oferecendo novas perspectivas terapêuticas. Na Europa, o Instituto Murciano de Investigación Biosanitaria (IMIB) participa do projeto 4D-Bioskin, que visa desenvolver a pele humana bioimpressa para aplicações médicas. Essa pele, criada a partir das próprias células dos pacientes, está sendo testada em ensaios clíni