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Notícias

28 de outubro de 2020

Transplantes revolucionados: cientistas criam córneas humanas com impressora 3D

A córnea artificial foi criada por cientistas da universidade de Newcastle, na Inglaterra utilizando uma impressora 3D que é capaz de trabalhar com células humanas para construir órgãos artificiais. Embora pareça simples, a córnea humana é responsável por proteger os olhos e ainda ajustar o foco da nossa visão, por isso a precisão da curvatura dela é essencial. Para criar essa réplica, células-tronco de uma córnea saudável foram utilizadas para garantir o mínimo de rejeição possível. Por fim, a precisão milimétrica é criada por uma impressora que consegue produzir uma peça em 6 minutos. Essa pode ser uma grande solução para a enorme fila de pacientes aguardando por um transplante, que já passa de 15 milhões de pessoas em todo o mundo. Para se ter uma ideia, um único doador pode fornecer material para a produção de 50 córneas no momento. Os modelos criados com a impressão 3D ainda não serão utilizados em transplantes, visto que os resultados ainda precisam ser estudados e testados

21 de outubro de 2020

Cientistas cultivam mini coração humano em laboratório

Objetivo é entender como o órgão se desenvolve em fetos e combater doenças congênitas Uma equipe de pesquisadores da Michigan State University (MSU) desenvolveu um modelo de coração humano em miniatura. Eles esperam que o organoide ajude-os a entender mais sobre o desenvolvimento do coração no feto e defeitos como doenças cardíacas congênitas. Os cientistas usaram células-tronco adultas e um método que simula o desenvolvimento embrionário e fetal. Eles conseguiram gerar um coração em miniatura completamente funcional, com todas as câmaras e tecidos vasculares, em apenas algumas semanas. Isso permitiu acompanhar o processo de desenvolvimento de um coração fetal humano em tempo real. Agora, os pesquisadores usarão o método para modelar e estudar doenças cardíacas congênitas. O processo ainda está em fase de aperfeiçoamento, mas os cientistas acreditam que esses corações em miniatura podem ser usados para estudar outras condições cardiovasculares, como a cardiotoxicidade induzida por

14 de outubro de 2020

Pesquisadores criam bandagem que acelera reparo de osso quebrado

Método também pode ser potencializado com a utilização de células-tronco; 'curativo' impacta principalmente na recuperação de idosos e adoentados Estudo publicado na edição desta segunda-feira, 21, da revisa Nature Materials mostra como células-tronco em bandagens de biomateriais podem gerar rápido resultado na reparação de ossos quebrados. O método criado por pesquisadores do King’s College London utiliza de estrutura envolvida em proteínas para o desenvolvimento do produto idêntico a ossos. A abordagem pode evitar infecções e problemas mais graves em lesões ou fraturas complexas, por exemplo. O biomaterial funciona como uma espécie de curativo que pode ser usado em qualquer parte o corpo. O objetivo é estimular o crescimento do osso afetado e reparar a lesão, por isso a bandagem pode ser utilizada no lugar do gesso comum. “O processo pode ser ainda mais acelerado com o crescimento de células-tronco ósseas que geram células ósseas em um gel tridimensional na bandagem e o transplan

7 de outubro de 2020

Células-tronco do cordão umbilical no tratamento de linfomas

Medicina & Saúde - Na maioria dos casos o linfoma é tratado com quimioterapia, radioterapia ou ambos. Nos últimos anos aumentaram os casos de linfomas, principalmente em pessoas com mais de 60 anos, porém a população jovem não está livre desta doença. Um caso que ficou muito conhecido e que comoveu diversas pessoas é o ator Reynaldo Gianecchini, que descobriu estar com linfoma de células T não-Hodkins. O linfoma não-Hodgkin é um câncer que atinge o sistema linfático, que é responsável por produzir e armazenar linfócitos, sendo que as células T presentes protegem o organismo contra vírus, fungos e algumas bactérias. Na maioria dos casos o linfoma é tratado com quimioterapia, radioterapia ou ambos. Entretanto, o que muita gente não sabe é que o transplante de células-tronco hematopoéticas é uma opção extremante eficaz para tratar a doença. Este tipo de célula é encontrado no sangue do cordão umbilical e placentário (SCUP) e, por não ter sofrido a ação de fatores externos como o estre

30 de setembro de 2020

Terapia celular: pesquisadores descobrem novas células para tratamento de diabetes

Um estudo feito pela Mayo Clinic e publicado pela Nature Communications aponta um novo tratamento para diabetes, por meio da geração de um produto celular capaz de proteger o organismo contra a hipoglicemia e também restaurar a regulação normal da glicose no sangue. O método já é comprovado em animais e está sendo preparado para a testagem em humanos.  “Este produto celular é um tecido humano derivado de células-tronco, que contém células alfa produtoras de glucagon, um elemento chave na prevenção da hipoglicemia em pacientes com diabetes. Quando essas células, derivadas de células-tronco, são transplantadas para modelos animais, elas são capazes de protegê-los da hipoglicemia. Essas células têm também potencial agregado quando combinadas com células beta derivadas de células-tronco”, explica o pesquisador da Mayo Clinic e autor do estudo, Quinn Peterson.  Este potencial agregado, citado por Peterson, pode ser percebido também na capacidade terapêutica desse método na substituição

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