Notícias

19 de julho de 2018

A terapia com células-tronco pode ajudar no Autismo?

Em abril de 2017, 25 crianças portadoras de Autismo participaram em um estudo na Universidade de Duke, na Carolina do Norte. O estudo – o primeiro deste tipo – objetivou tratar o autismo das crianças pela transfusão sanguínea do próprio cordão umbilical de cada um. Esse sangue continha células-tronco e, após a transfusão, dois terços dos participantes demonstraram melhorarias nos seus sintomas. Na hora, céticos – e até mesmo os pesquisadores que criaram o estudo – foram hesitantes em anunciar os achados como um potencial terapêutico para a desordem. De qualquer maneira, foi certamente um avanço médico necessário, já que os Centro de Controle e Prevenção de Doenças estima que 1 em cada 68 crianças sofrem da desordem do espectro autista. Mais cedo no mês, o Marcus Center for Cellular Cures foi estabelecido em Duke, onde a pesquisa deu início. O novo Marcus Center é focado em ensaios clínicos para desenvolver e avaliar terapias celulares e teciduais, aprendendo a aproveitar o próprio

6 de julho de 2018

Robôs fazem mini-órgãos a partir de células-tronco

Nós já sabemos que a possibilidade de usar células-tronco para fazer mini-órgãos traz várias vantagens, podendo aumentar a eficiência das pesquisas para a descoberta de novos fármacos e diminuir a necessidade de testes em animais. Além dos órgãos de interesse para ação do medicamento em questão, três órgãos são fundamentais para estudar os efeitos de um medicamento no organismo: intestino (para estudar a absorção), fígado (para estudar fatores relacionados ao metabolismo da substância) e rins (importante para entender a taxa de eliminação de um medicamento pelo organismo). Alguns estudos para testar medicamentos usando células-tronco são conduzidos usando células ou desenvolvendo estruturas com células em 2D, mas o uso de mini-órgãos em 3D e com complexidade estrutural que possa imitar o funcionamento dos órgãos reais é o ideal para conseguir resultados que possam, de fato, substituir alguns testes em animais e seres humanos e, também, acelerar o processo de descoberta de novos medi

4 de julho de 2018

20 anos de pesquisas com células-tronco

A primeira pesquisa em células-tronco embrionárias humanas que se tem notícia foi publicada em 1998 pela equipe do Professor James A. Thomson, da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Desde então, o assunto gerou polêmica em todo mundo, e passou-se a discutir até que ponto a ciência poderia se valer do uso de células-tronco para reconstrução de tecidos. O principal questionamento a respeito das pesquisas com células-tronco foi (e ainda é) com relação ao uso de embriões. Diversos segmentos da população são rigorosamente contrários a esse tipo pesquisas, pois acreditam que a vida humana começa já na fase embrionária. Em contrapartida, para a ciência  a vida humana se inicia apenas com a formação do sistema nervoso, o que descarta a ideia de que embriões podem ser considerados seres humanos. Embora os principais opositores às pesquisas com células tronco sejam grupos religiosos, há alguns cientistas que são contra a prática e alegam que as células-tronco adultas podem ser usa

29 de junho de 2018

Avançam testes de nova terapia contra enfisema pulmonar

Pesquisadores brasileiros estão testando em humanos um novo tratamento que usa células-tronco para melhorar a qualidade de vida de pessoas com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC, conhecida como enfisema pulmonar). Os cientistas do Hemomed Instituto de Ensino e Pesquisa, conglomerado de saúde do setor privado, afirmam que a primeira fase de testes clínicos, realizados com quatro pessoas com enfisema pulmonar avançado, foi concluída e demonstrou segurança do método. Segundo eles, a segunda fase, envolvendo 20 pacientes, está em curso. Os resultados preliminares, apresentados em três congressos, no Brasil, na Itália e em Cingapura, sugerem que a abordagem é eficaz para melhorar a qualidade de vida dos pacientes graças à regeneração parcial das células pulmonares. Diretor científico do instituto, Eliseo Sekiya diz que os pacientes tiveram nos testes seus pulmões parcialmente regenerados com a infusão de células-tronco hematopoiéticas obtidas da medula óssea e células mesenquimais

21 de junho de 2018

Brasileiros criam técnica que facilita remontagem de coração para transplante sem rejeição

“Descelularizado” parece neologismo para designar quem está sofrendo uma crise de abstinência por falta de acesso ao smartphone, mas o termo, na verdade, é uma das palavras-chave para quem tenta contornar a escassez de órgãos para transplante no mundo. Coração descelularizado, ou seja, após ter suas células removidas; no fim, só resta uma especie de esqueleto do órgão - Divulgação/UFES E se fosse possível descelularizar totalmente o coração de um doador —ou seja, retirar todas as células e todo o material genético original— , usar o “esqueleto” do órgão como base para células do próprio paciente que vai receber o transplante e, assim, concluir o processo tendo em mãos um coração novo em folha, pronto para ser transplantado sem riscos de rejeição? Cinquenta anos depois dos primeiros transplantes no Brasil e no mundo,  vários laboratórios mundo afora têm corrido atrás desse novo objetivo. “É algo com um potencial enorme, que está se aproximando das aplicações em seres humanos”, afir

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