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4 de junho de 2018

Bebê é diagnosticada com doença rara e é salva antes de nascer

Você já pensou em salvar a vida de uma criança ainda dentro do útero, antes mesmo dela nascer? É isso que um novo experimento de terapia fetal faz. Para muitos, pode ser considerado ousadia, no entanto, essa prática salvou a vida da bebê Elianna Constantino antes mesmo dela nascer. Fotos: Bryan Meltz / The New York Times A criança foi diagnosticada com talassemia alfa maior, uma doença genética que mata o feto antes mesmo dele vir a nascer. Essa doença deixa as células vermelhas do sangue incapazes de transportar oxigênio, causando anemia severa no bebê, insuficiência cardíaca e danos cerebrais. Elianna é filha de Nichelle Obrar, 40, e Chris Constantino, que são saudáveis mas descobriram que são portadores de talassemia. Os portadores, em geral, são pessoas saudáveis mas quando tem filhos juntos, esses correm o risco de ter a doença. Cada filho tem a probabilidade de 25% de ser afetado. Gabriel é o primeiro filho do casal e nasceu saudável. No entanto, eles e seus médicos já fica

1 de junho de 2018

Tratar esclerose múltipla com células-tronco é mais eficaz que medicação

O transplante com células-tronco da medula óssea do próprio paciente para combater a esclerose múltipla é mais eficaz do que a medicação disponível no mercado e custa bem menos. Esta é a conclusão de estudo feito por pesquisadores do Brasil, Suécia, Inglaterra e Estados Unidos. Dos transplantados acompanhados por pesquisa, apenas três (6%) reativaram a doença após o transplante. No outro grupo, tratado com a medicação disponível no País, 33 (60%) – Ilustrações: Reprodução BruceBlaus via Wikimedia Commons CC BY-SA 4.0 Os resultados foram apresentados em março no encontro anual da European Society for Blood and Marrow Transplantation e publicados na Neurology. uma revista científica de alto impacto. “Os resultados comprovam que os transplantes apresentam melhores resultados do que as medicações utilizadas para o tratamento da esclerose múltipla”, afirma a professora Maria Carolina de Oliveira, pesquisadora do Centro de Terapia Celular (CTC) da USP e da Divisão de Imunologia Clínica d

24 de maio de 2018

Sequelas de diabete são contidas por terapia com células-tronco e químio

Tratamento pioneiro desenvolvido por cientistas da USP já livrou pacientes de insulina por até 11 anos; novo estudo revela que ainda se evitou complicações como cegueira e amputação, que aparecem em 25% dos que tratam a doença da forma convencional. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) que desenvolveram uma terapia pioneira para tratar diabete tipo 1 sem insulina demonstraram agora que a técnica também impede sequelas graves da doença por um tempo ainda indeterminado. O método combina quimioterapia e o transplante de células-tronco e já era conhecido mundialmente por ter livrado grande parte dos pacientes das injeções por mais de dez anos – um feito sem precedentes. No novo estudo, os pesquisadores dizem que o tratamento também reduziu a zero complicações como cegueira, insuficiência renal e amputação. O diabete tipo 1 é uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina – hormônio responsá

17 de maio de 2018

Jaxa e Universidade de Tóquio implementa tecnologia de sensor de satélite contra o câncer

Uma equipe de institutos de pesquisa japoneses quer caçar as células-tronco dos cânceres humanos empregando uma tecnologia de sensor de observação ultraprecisa usada no satélite de astronomia Hitomi. A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) e o Instituto Kavli de Física e Matemática do Universo da Universidade de Tóquio (IPMU) produzirão um protótipo de detector até 2020 e o testarão em camundongos. Pesquisadores acreditam que as células-tronco dos cânceres são fortes o suficiente para sobreviver à cirurgia, à quimioterapia e aos tratamentos de radiação usados para eliminar as células cancerígenas e depois proliferar, fazendo com que o câncer ressurja e produza metástases. Para eliminar totalmente o câncer, é necessário entender com precisão onde suas células-tronco existem no corpo humano e suas quantidades. A IPMU e a JAXA estabeleceram no ano passado um centro de pesquisa conjunta para as ciências aeroespaciais e médicas. A partir deste mês, os institutos promoverã

10 de maio de 2018

Aprovado produto com células estaminais para tratar doença de Crohn

A Comissão Europeia aprovou a comercialização do Alofisel, um produto de terapia celular constituído por células estaminais do tecido adiposo expandidas em laboratório, destinado ao tratamento de fístulas perianais em adultos com Doença de Crohn. A aprovação do novo produto surge no seguimento de um parecer favorável da Agência Europeia do Medicamento, baseado nos resultados obtidos num ensaio clínico de fase III, que demonstrou a eficácia a longo-prazo desta nova terapêutica. O estudo em causa decorreu entre 2012 e 2015 e incluiu um total de 212 adultos, com idade média de 38 anos, que apresentavam fístulas perianais complexas decorrentes da doença de Crohn, refratárias aos tratamentos convencionais. Este ensaio clínico de fase III contou com a colaboração de 49 hospitais de 7 países da Europa e Israel. Os participantes foram divididos em 2 grupos: o grupo experimental, tratado com Alofisel, em conjunto com a terapêutica convencional, e o grupo de controlo, tratado apenas de form

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