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Notícias

13 de novembro de 2019

Estudo liga células especializadas do cérebro à ansiedade e ao TOC

Médicos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, descobriram uma sub-linhagem de células cerebrais em ratos que está ligada ao aparecimento de ansiedade, especificamente aquela ligada ao TOC (transtorno obsessivo-compulsivo). O estudo foi publicado no periódico Cell. A pesquisa tem entre seus autores o professor de genética humana da Universidade de Saúde de Utah, Mario Capecchi, vencedor do Nobel de Medicina de 2007 por seu trabalho no desenvolvimento de ratos modificados geneticamente a partir da manipulação de células-tronco embrionárias. Batizadas de Hoxb8, as células são uma sub-linhagem de microglias, células imunológicas do cérebro responsáveis por avaliar o microambiente e coordenar a resposta inflamatória a uma lesão, por exemplo. Elas também interferem no funcionamento e na qualidade das sinapses. As microglias têm uma grande influência no cérebro e seu funcionamento anormal já foi associado ao surgimento de doenças neurológicas como Alzheimer e Parkinson. Os cienti

7 de novembro de 2019

Tecidos humanos em laboratório, um sonho cada vez mais próximo

Hoje com 46 anos, Sara Machado tinha 19 quando conseguiu trabalho em uma lanchonete no Interior do Estado. No começo atendia pedidos, recolhia os pratos e ajudava na limpeza. Porém, não levou muito tempo para começar a auxiliar na cozinha. Ela lembra como se fosse hoje que fritava ovos e bacon quando escorregou em uma mancha de óleo no chão e acabou caindo sobre a chapa da fritadeira. O braço esquerdo ficou apoiado sobre o ferro fervendo. “Na chapa, ficou a pele do meu braço, do cotovelo à mão”, recorda.

31 de outubro de 2019

Novos métodos para tratamento do câncer

Nas duas últimas décadas, o tratamento do câncer deu grandes passos em direção à cura pela aplicação do conhecimento da ciência em imunologia e oncologia —a imunoterapia. Essa história de sucesso é bem ilustrada pelos avanços no tratamento de neoplasias hematológicas —leucemias e linfomas. As primeiras tentativas de aplicação dessa modalidade foram feitas há várias décadas com o transplante de medula óssea, em que as células do sangue, incluindo as do sistema imunológico de um doador saudável, são transplantadas em paciente com leucemia. Assim, as células transplantadas, em especial os linfócitos T, são capazes de reconhecer as células tumorais e destruí-las. O transplante de medula óssea melhorou em muito a chance de cura de pacientes com leucemia. Por outro lado, a demonstração de que o transplante do sistema imunológico é eficaz na destruição do tumor, mas pouco específico, estimulou vários médicos e cientistas a aperfeiçoar a intensidade e a especificidade desse ataque imunológ

22 de outubro de 2019

Estudo diz que enxerto de gordura tem ação anti-inflamatória e trata dor neuropática e enxaqueca

 A dor neuropática (dor nervos periféricos), juntamente com as dores de cabeça e enxaqueca, são alguns dos tipos mais graves de dor crônica. Com a epidemia do uso de analgésicos opióides (que podem causar vários efeitos colaterais) e a busca de formas de evitar narcóticos (medicamentos que adormecem ou eliminam a sensibilidade), os médicos estão buscando outras modalidades para o tratamento da dor neuropática, como a lipoenxertia (enxerto de gordura), que foi apontada recentemente, em um estudo publicado em maio no Plastic and Reconstructive Surgery – Global Open, como um tratamento de resultados promissores. “Nos últimos anos, os cirurgiões exploraram vários caminhos cirúrgicos para melhorar os resultados. E um deles tem relação com a lipoenxertia (enxerto de gordura), que vem sendo usada para aliviar os sintomas da dor neuropática”, afirma o cirurgião plástico Dr. Paolo Rubez, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (AS

17 de outubro de 2019

Alimentos de laboratório vão substituir o que comemos hoje?

 Carnes sintéticas e alimentos feitos em impressoras 3D são apostas para garantir comida no prato das futuras gerações. Pense em um hambúrguer vermelhinho, suculento, saboroso. Mais: nenhum animal precisou morrer para saciar sua fome. A batata frita, macia por dentro e crocante por fora, pode ter vários tipos de design, porque é moldada em uma impressora 3D. O restaurante de comida japonesa deixou o rodízio para trás e dispensou o sushiman; no lugar, sushis que não são feitos de peixe, preparados sob medida para cada cliente. Cenas de um futuro distante? Se depender de cientistas e startups, será a realidade em breve. E não é capricho. Se hoje somos 7,7 bilhões de pessoas no planeta, em 2050, seremos 10 bilhões, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). A produção de comida terá de ser 70% maior e, de preferência, prejudicando o mínimo possível o meio ambiente. Para isso, precisamos rever como nos alimentamos. O último Relatório do Painel Interg

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