

Esperança para pessoas que perderam movimentos no corpo. Cientistas conseguiram recuperar medula espinhal lesionada construindo uma espécie de andaime, em 3D, para que novas fibras nervosas cresçam na área lesionada. Cientistas dos EUA conseguiram recuperar medula espinhal lesionada construindo uma espécie de andaime, em 3D. Reverteram lesões em ratos. - Foto: McAlpine Research Group / University of Minnesota O método inovador foi feito por uma equipe de pesquisa da Universidade de Minnesota Twin Cities, nos Estados Unidos. Ele combina impressão 3D, biologia de células-tronco e tecidos cultivados em laboratório para fazer a recuperação de lesões na medula espinhal. “Usamos os canais impressos em 3D da estrutura para direcionar o crescimento das células-tronco, o que garante que as novas fibras nervosas cresçam da maneira desejada”, disse Guebum Han, PhD, ex-pesquisador de engenharia mecânica da Universidade de Minnesota e primeiro autor do artigo publicado na Advanced Healthcare Mat

Muitos de nós que foram infectados pelo vírus da COVID-19 enfrentam desafios de saúde de longo prazo, incluindo nódulos pulmonares, complicações graves e cirurgia. Os tratamentos atuais para esses efeitos de longo prazo ainda são limitados. Imagem: Reprodução Para isso, este artigo apresentará o potencial da terapia com exossomos, um tratamento de ponta, para tratar a síndrome da COVID-19, especialmente seus aspectos neurológicos e de saúde mental, além de beneficiar o coração e os pulmões. O Dr. Philip W. Askenase, professor de imunologia da Escola de Medicina da Universidade de Yale, propôs em um jornal acadêmico que a terapia com vesículas extracelulares deveria ser usada para tratar os principais sintomas do sistema nervoso central da síndrome da COVID-19. As vesículas extracelulares são partículas liberadas pelas células, e os exossomos são um tipo de vesícula extracelular. Danos vasculares e nervosos causados pela COVID-19 Até 30% das pessoas infectadas com a COVID-19 podem

Pesquisa concluiu que indícios genéticos encontrados no sangue do cordão umbilical podem oferecer uma visão precoce sobre quadros como diabetes, derrame e doença hepática mais tarde na vida Cordão umbilical pode conter pistas sobre a saúde da criança no futuro, aponta estudo — Foto: João Paulo de Souza Oliveira/Unsplash Sabemos que o cordão umbilical carrega um sangue extremamente rico, fonte de células-tronco que podem ser usadas para tratar diversas doenças e capaz de produzir os elementos sanguíneos essenciais para o transplante de medula óssea. Recentemente, no entanto, um estudo descobriu uma nova função importante dessa estrutura: apontar pistas sobre a saúde da criança no futuro. Conforme o levantamento feito por pesquisadores dos Estados Unidos, indícios genéticos encontrados nesse sangue podem oferecer uma visão precoce sobre quais bebês apresentam maior risco de problemas de saúde como diabetes, derrame e doença hepática mais tarde na vida. “Estamos observando crianças de

A longevidade deixou de ser apenas reflexo da expectativa de vida crescente e tornou-se um dos campos mais dinâmicos da inovação. Imagem: Reprodução Avanços em inteligência artificial, biotecnologia e engenharia genética não apenas prolongam a vida, mas elevam sua qualidade. O envelhecimento saudável hoje considera bem-estar mental, regeneração celular e tratamentos personalizados, mas também impõe desafios éticos, sociais e estruturais aos sistemas de saúde e previdência. No SXSW 2025, o maior evento global de criatividade, inovação e tecnologia, realizado em Austin, Texas, nos Estados Unidos, os debates reforçaram a interseção entre tecnologia, saúde e longevidade. A inteligência artificial está revolucionando diagnósticos e tratamentos personalizados. Dispositivos vestíveis e plataformas digitais colocam o paciente no centro do cuidado, permitindo o monitoramento constante da saúde. A biotecnologia avança com organoides, terapias regenerativas e tratamentos metabólicos que, há po

Pesquisadores têm feito avanços significativos na compreensão de como a pele humana se desenvolve a partir de células-tronco. Imagem: Reprodução Este progresso pode, eventualmente, levar a métodos para retardar os sinais de envelhecimento e criar pele artificial para transplantes. A pesquisa faz parte do ambicioso projeto Atlas das Células Humanas, que busca mapear como cada parte do corpo humano é formada. O projeto, liderado por cientistas do Instituto Wellcome Sanger, no Reino Unido, está focado em entender o desenvolvimento celular desde o estágio embrionário até a idade adulta. A capacidade de manipular o desenvolvimento da pele pode não apenas combater o envelhecimento, mas também ajudar no tratamento de doenças e na regeneração de tecidos. Como a pele humana é criada a partir de células tronco? Após a fecundação, as células humanas são inicialmente idênticas. No entanto, após três semanas, genes específicos são ativados dentro das células-tronco, orientando-as a se especial