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Notícias

22 de março de 2022

Células tronco podem ser a última esperança para casos de graves lesões desportivas

Rodrigo Dourado é um conhecido volante do time do Internacional. Em 2019, durante um jogo, ocorreu uma leve torção no joelho esquerdo e, o que parecia simples, lhe custou cerca de 450 dias de tratamento e recuperação. Na verdade, Dourado sofreu com um edema ósseo que o impedia de retornar aos gramados. Após duas artroscopias, o jogador seguia sentindo fortes dores e os médicos já não acreditavam que havia algo mais a ser feito. pexels-cottonbro Neste contexto, o Dr. Felipe Carvalho, especialista em medicina regenerativa, ofereceu uma última tentativa: a técnica de células tronco, que consiste em utilizar células do tutano do osso da bacia para promover a recuperação de uma área lesionada rapidamente. “Ele se interessou e aí fizemos seis aplicações com intervalo de 15 dias. Ele seguiu exatamente o que eu recomendei em termos de alimentação e recuperação”, relembra o Dr. Carvalho. Após o procedimento e 90 dias de recuperação, Rodrigo Dourado retornou em plena forma a defender a camis

15 de março de 2022

Rim construído em laboratório fica mais perto da realidade

Pesquisadores geraram um tecido 3D semelhante a um rim, consistindo de túbulos extensivamente ramificados, a partir de células-tronco embrionárias. [Imagem: Dr. Shunsuke Tanigawa] Rim feito em laboratório Pesquisadores japoneses criaram em laboratório um tecido 3D complexo do rim, usando apenas células-tronco embrionárias de camundongo cultivadas. Esses organoides - pequenos órgãos artificiais vivos - podem abrir caminho para melhores pesquisas renais e até mesmo levar a um órgão transplantável no futuro, eliminando a necessidade de doações. Ao se concentrar em um tipo de tecido muitas vezes esquecido nas pesquisas de geração desses organoides, um tipo de tecido composto de vários tecidos de suporte e conjuntivo chamado estroma, a equipe conseguiu gerar a última peça de um quebra-cabeça de três partes no qual várias equipes vêm trabalhando há anos. Uma vez que as três peças foram combinadas, Shunsuke Tanigawa e seus colegas da Universidade de Kumamoto confirmaram que a estrutura

9 de março de 2022

Cientistas apostam em impressoras 3D para criar pele idêntica à humana

Uma impressora 3D solta uma solução aquosa e, em cerca de uma hora, ela se transforma em um pequeno material que, à primeira vista, assemelha-se a um plástico. Essa substância, no entanto, é um tecido fabricado artificialmente que será usado para testes de cosméticos. Hoje, substitui o uso de animais; no futuro, poderá ser aplicada à pele humana que não consegue se regenerar. Pequeno exemplo de pele impressa por bioimpressora da startup 3DBS. - Ana Millás São essas as premissas que guiam a 3BDS, startup que tem uma parceria com a faculdade São Leopoldo Mandic. A empresa atua com uma tecnologia chamada bioimpressão. "Utilizamos materiais vivos, como células humanas, para reconstrução de tecidos humanos", resume Ana Luiza Millás, diretora de pesquisa e desenvolvimento da empresa e doutora em química pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). "Hoje em dia, é possível fazer pequenos tecidos, como cartilagem, fragmentos de ossos, peles e modelos de tumor, com a tecnologia de bioi

1 de março de 2022

Pesquisadores brasileiros demonstram benefício do transplante de células-tronco hematopoiéticas para pacientes com esclerose sistêmica

A esclerose sistêmica é uma doença auto imune que afeta a pele e os órgãos internos. Ao longo do desenvolvimento da doença, os tecidos que constituem o corpo humano tornam-se fibrosos e endurecidos pelo depósito excessivo de colágeno, comprometendo diversos sistemas do organismo sucessivamente. As mulheres são mais acometidas pela doença, que pode agravar-se a ponto de limitar os movimentos do paciente ou paralisar seus os órgãos internos. Trinta porcento a 50% dos doentes que desenvolvem essa forma mais grave da patologia vão à óbito em 5 anos, pois não há tratamento totalmente definitivo para a doença. Estudando a fisiologia da esclerose sistêmica, pesquisadores descobriram que um tipo de célula de defesa, os linfócitos B, têm um papel crucial no desenvolvimento da doença. Há uma desregulação nessas células e elas acabam por “atacar o próprio organismo”, contribuindo para a fibrose dos tecidos. Sabendo disso, cientistas do Centro de Terapia Celular da Universidade de São Paulo,

17 de fevereiro de 2022

Mulher foi curada do HIV com tratamento de células-tronco, dizem cientistas

Esse seria o terceiro caso de cura de HIV, mas técnica com transplante de células-tronco e sangue de cordão umbilical é inédita Rodrigo Nunes/MS Um estudo conduzido por pesquisadores dos Estados Unidos, apresentado nesta terça-feira (15) na Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas, em Denver, trouxe um achado importante para a busca pela cura do HIV, vírus associado ao o desenvolvimento da Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Uma mulher de 64 anos, nos EUA,  vivendo com HIV e leucemia mieloiga aguda, que recebeu um transplante sanguíneo de células-tronco para o tratamento de leucemia, ficou livre do vírus por 14 meses após interromper o tratamento com medicamentos antirretrovirais. Os achados sugerem uma cura, de acordo com os médicos e cientistas da Weill Cornell Medicine, que realizaram o transplante. Como em dois outros casos de sucesso anteriores, as células do doador transplantadas apresentavam uma mutação que as tornam resistentes à infecção pelo HIV.

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