Notícias

13 de setembro de 2018

No Estado de São Paulo, há lei que proíbe o teste em animais

Os avanços na redução do uso de animais em experimentos científicos, bem como na melhoria dos procedimentos para reduzir seu desconforto e sofrimento, foram abordados no 39º Congresso da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo), por Marcel Liberman, pós-doutorado na Universidade de Harvard (EUA) e médico do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. O cardiologista salientou que um dos principais avanços para a substituição de animais, especificamente em testes de cosméticos, perfumaria e produtos de higiene, é o uso de impressoras 3D para reprodução de pele humana, a partir de células e remanescentes de cirurgias plásticas, por exemplo. As células-tronco também são vistas como alternativa para o desenvolvimento de tecidos a serem utilizados em substituição às espécies utilizadas em pesquisas. São cerca de 75 milhões a 100 milhões de animais vertebrados utilizados anualmente para experiências científicas em todo o mundo. Os mais recorrentes são os cam

6 de setembro de 2018

Revestimento intestinal humano é recriado dentro de um biochip

Cientistas recriaram em laboratório o revestimento intestinal humano. É a primeira vez que esse tecido vivo foi criado fora do corpo, o que permitiu que ele fosse inserido dentro de "chips-intestino", microlaboratórios que permitirão testes personalizados de medicamentos. As células formam um tecido intestinal artificial no interior dos microcanais do biochip. Imagem: Emulate, Inc. O revestimento intestinal foi recriado a partir de células humanas adultas que foram convertidas em células-tronco e então cultivadas para formar organoides, que são imitações de órgãos humanos - já foram criados diversos miniórgãos em biochips, incluindo coração, cordas vocais, placenta, pulmão etc. Como o tecido artificial conservou a impressão digital genética do adulto doador das células, a expectativa é que esses microlaboratórios possam mudar a forma como pacientes são tratados de doenças gastrointestinais e inflamatórias com um componente genético, como doença de Crohn, colite ulcerativa e síndro

30 de agosto de 2018

Células-tronco e tratamento de câncer. Terapia com células-tronco para câncer na UCTC

Em 1986, na URSS, aconteceu um acidente na usina nuclear de Chernobyl, que resultou em envenenamento por radiação em um raio de 30 km no território da Ucrânia e da Bielorrússia. O acidente foi liquidado com sucesso, mas depois de alguns anos na Ucrânia apareceu uma onda de doenças oncológicas. Luta contra o câncer na Ucrânia foi organizada em nível estadual. Cientistas e médicos desenvolveram coletivamente as preparações e métodos de tratamento mais inovadores de doenças oncológicas. Um dos pioneiros na luta contra o câncer foi o fundador do Professor Alexander Smikodub da UCT Clinic. Métodos de tratamento com células-tronco de Câncer desenvolvido por ele são os mais eficazes e aplicados com sucesso na Ucrânia e outros países. As doenças oncológicas incluem todos os tipos de tumores malignos. Todos os anos no mundo são registrados cerca de 6 milhões de novos casos de câncer e mesmo em países economicamente prósperos a incidência de Tumores malignos está em constante crescimento. De

23 de agosto de 2018

Cientistas criam córnea em impressora 3D na Inglaterra

Cientistas do Instituto de Medicina Genética da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, conseguiram criar um método de impressão da córnea humana a fim de reduzir as filas de transplantes do tecido mais importante dos olhos. Usando um método de bioimpressão, os cientistas criam em 10 minutos o tecido, facilitando a vida de quem precisa de transplante. Por meio de bioimpressão eles desenvolveram uma “biotinta” que, usada em uma impressora 3D, pode reproduzir com facilidade, em apenas 10 minutos, a forma de uma córnea humana. O método foi criado a partir de um estudo que combinou células-tronco de uma córnea saudável a colágeno e alginato (um tipo de açúcar usado em terapias de regeneração da pele) para tentar reproduzir a córnea humana da maneira mais fiel possível. O professor e especialista em engenharia de tecidos humanos, Che Connon, disse que o “gel que mantém as células-tronco vivas e que ao mesmo tempo tem a textura ideal, sendo suficientemente rígida para manter o formato

17 de agosto de 2018

Dispositivo pode imprimir células 3D para tratar lesão na medula espinhal

Todo mundo sabe que uma lesão na medula espinhal resulta na perda permanente de força, sensibilidade e funções abaixo do local atingido. Embora aparelhos de reabilitação e tratamentos auxiliem na redução dos sintomas e uma cirurgia possa estabilizar o quadro, ainda não há uma maneira de reverter situações que já se prolongam em longo prazo. Eis que a tecnologia pode ajudar a mudar isso: engenheiros e médicos da Universidade de Minnesota desenvolveram uma espécie de impressora 3D capaz de criar células para reposição nas áreas afetadas. Um guia produzido em 3D, feito de silicone, pode ser implantado na região lesada e serviria como “ponte” entre as células vivas acima e abaixo da lesão. A esperança é de que isso alivie as dores e possa recuperar algumas funções, a exemplo do controle dos músculos, do intestino e da bexiga. "Esta é a primeira vez que alguém consegue imprimir células-tronco neurais em 3D diretamente derivadas de células humanas adultas, em um guia impresso em 3D, e fa

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