Atendimento por WhatsApp 55 11 99992-1435

Notícias

Um novo estudo revela que a mulher mais velha do mundo tinha uma microbiota intestinal tão saudável quanto a de uma criança

María Branyas tinha 117 anos quando morreu, em 2024, reconhecida como a pessoa mais longeva do mundo. A catalã não apenas fazia parte do seleto grupo dos chamados supercentenários — aqueles que ultrapassam os 110 anos —, como também desfrutou de uma vida longa, saudável e feliz.

Imagem: Reprodução

Agora, um estudo completo de seus marcadores moleculares e biológicos revela as possíveis chaves por trás de uma longevidade saudável.

As variantes específicas nos genes de María Branyas lhe conferiam uma proteção especial contra as principais causas de morte no mundo — muitas delas associadas ao envelhecimento —, como doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e metabólicas, entre elas o diabetes. Suas células tinham uma “idade biológica” cerca de 20 anos mais jovem que a cronológica, e seu sistema imunológico apresentava um funcionamento excepcional.

Os pesquisadores destacam especialmente os baixos níveis de inflamação, algo que não se deve apenas à genética favorável de Branyas, mas também ao estilo de vida saudável que ela manteve ao longo de toda a vida. Sempre ativa, não fumava nem consumia álcool, cultivava boas relações familiares e seguia uma alimentação equilibrada e sem excessos, baseada na dieta mediterrânea. Esses hábitos podem ter contribuído para que ela tivesse uma microbiota semelhante à de uma criança — algo que o próprio Esteller já havia observado meses antes.

Comentário CCB:

A genética é a base de tudo em nossa vida.

Fonte: minhavida | Sabrina Costa

Publicado em: 2 de janeiro de 2026 às 13:01.
Imprimir

Central de Atendimento: 
São Paulo e Região: (11) 3059-0510 | DDG: 0800.770.1112 | E-mail: [email protected]
Av. Indianópolis, 1843/1861 - Indianópolis - São Paulo/SP - CEP: 04063-003