Notícias

8 de novembro de 2018

Técnica com célula-tronco indica possível tratamento para endometriose, aponta estudo

Os cientistas conseguiram fazer com que células-tronco pluripotente induzidas se transformassem em células uterinas saudáveis a partir de processos hormonais. A pesquisa foi publicada na revista científica Stem Cell Reports (01/11/2018) e a descoberta pode indicar um tratamento para a doença que atinge 10% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo. Pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, descobriram um modo de reprogramar células-tronco que pode tratar doenças como endometriose, infertilidade causada por fatores uterinos e câncer do endométrio, a camada interna do útero. É a primeira vez que alguém consegue estabelecer um protocolo para essa reprogramação. “As células endometriais normais podem, então, ser inseridas na cavidade uterina para substituir células defeituosas. A partir daí, podemos resolver o problema da reistência à progesterona. Além do mais, essas células podem ser usadas, no futuro, para criar um novo útero inteiro”., explica Serdar B

1 de novembro de 2018

Cientistas do Paraná usam células-tronco mesenquimais para corrigir degeneração da articulação temporomandibular causada por cirurgia

Para certas doenças e lesões da mandíbula, cirurgia pode ser a única opção terapêutica disponível. No entanto, intervenções cirúrgicas nessa região podem levar à degeneração da articulação temporomandibular – e piorar o próprio quadro que a cirurgia tencionava corrigir. Para evitar que isso aconteça, um grupo da PUC do Paraná testou um novo procedimento envolvendo células-tronco mesenquimais do septo nasal, com excelentes resultados. O grupo testou o efeito das células-tronco após um tipo de cirurgia facial chamada de cirurgia ortognática. O nome vem do grego orthos, reto, e gnathos, mandíbula, e se trata de um procedimento que altera a posição do queixo e maxilar e pode ser recomendado tanto por questões funcionais como estéticas. Esse reposicionamento afeta a articulação temporomandibular e, em muitos casos, pode causar degeneração da cartilagem e reabsorção óssea – o que por sua vez pode requerer uma nova cirurgia, e piorar ainda mais o quadro do paciente. Para evitar esse probl

26 de outubro de 2018

Transplante de Células-Tronco para Linfoma Não Hodgkin

O transplante de células tronco permite que sejam administradas doses mais altas de quimioterapia, às vezes, junto com a radioterapia. As doses dos medicamentos quimioterápicos são normalmente limitadas pelos efeitos colaterais provocados por esses medicamentos. Doses mais altas não podem ser usadas, mesmo que possam destruir as células cancerígenas, porque danificariam a medula óssea, onde as novas células sanguíneas são produzidas. Mas com o transplante de células tronco, é possível administrar altas doses de quimioterapia uma vez que o paciente recebe um transplante de células tronco produtoras de sangue para restaurar a medula óssea. Os transplantes de células tronco são, às vezes, usados para tratar pacientes com linfoma que estão em remissão ou que apresentam recidiva durante ou após o tratamento. Embora apenas um pequeno percentual de pacientes sejam tratados com o transplante, esse número está aumentando. Tipos de Transplantes - Existem 2 tipos principais de transplantes

18 de outubro de 2018

Transplante de células-tronco é mais eficaz que remédios para tratar esclerose múltipla, diz USP

Entre pacientes submetidos ao tratamento, 94% não apresentaram mais sintomas da doença, que paralisa movimentos do corpo. Estudo conta com pesquisadores da Suécia, Inglaterra e EUA. Há dez anos, a dona de casa Marta Cunha começou a perder a força dos braços e sentir dificuldade para andar. Em poucos meses, já sem conseguir se locomover, aos 51 anos de idade, ela recebeu o diagnóstico que mais temia: estava com esclerose múltipla. No início, os medicamentos ajudaram a barrar os efeitos da doença autoimune, que afeta o sistema nervoso central e pouco a pouco paralisa os movimentos do corpo. Mas, depois de algum tempo, os remédios também não faziam mais efeito. Foi então que Marta decidiu ser voluntária de uma pesquisa desenvolvida pelo Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto (SP). Junto de cientistas da Suécia, Inglaterra e Estados Unidos, os médicos brasileiros passaram a tratar a esclerose múltipla com células-tronco. “Eu tropeçava muito, fui perdendo força, porque perde

11 de outubro de 2018

Equipe da Universidade de Stanford identifica um novo tipo de célula-tronco, especialista na regeneração de ossos e cartilagem

Células-tronco adultas são tipicamente divididas entre células-tronco hematopoiéticas (que geram células sanguíneas) e células-tronco mesenquimais (que geram os tecidos sólidos do corpo). Agora, cientistas da Universidade de Stanford identificaram um terceiro tipo, as células-tronco esqueletais, que prometem ser a “matéria-prima” ideal para regeneração de ossos e cartilagem. Todos os anos, milhões de pessoas sofrem com distúrbios osteoarticulares. Doenças da cartilagem são particularmente difíceis de tratar, já que nosso corpo não consegue regenerar a cartilagem perdida sozinho, e até hoje não descobrimos medicamentos que consigam ajudar nosso corpo a fazer isso de forma eficaz. Células-tronco oferecem enorme potencial para tratar doenças da cartilagem, mas ainda não existem terapias aprovadas. Dada a versatilidade das células-tronco mesenquimais, ensaios clínicos têm testado o uso dessas células-tronco no tratamento de doenças como artrite e ruptura de ligamento, mas a equipe de St

Central de Atendimento:
Telefone: (11) 3522-4851 | DDG: 0800.770.1112 | E-mail: ccb@ccb.med.br
Av. Indianópolis, 1843/1861 - Indianópolis - São Paulo/SP - CEP: 04063-003