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28 de novembro de 2019

Leite do dente: Células-tronco dos dentes produzem células mamárias

O nome "dente de leite" nunca teve um sentido tão profundo. Cientistas suíços descobriram que células-tronco dos dentes podem contribuir para a regeneração de órgãos não dentários, como as glândulas mamárias. Lucia Jimenez-Rojo e seus colegas da Universidade de Zurique demonstraram que células-tronco epiteliais dentárias de camundongos são capazes de gerar dutos mamários e até células produtoras de leite quando transplantadas para as glândulas mamárias das animais fêmeas. A equipe tirou proveito da capacidade das células-tronco adultas de gerar várias populações de células específicas de tecidos, por meio das chamadas células pluripotentes induzidas. Essas células podem substituir células danificadas e, portanto, representam uma boa alternativa aos tratamentos médicos clássicos para regeneração de tecidos. Eles demonstraram pela primeira vez que células-tronco epiteliais isoladas dos incisivos em crescimento de camundongos jovens são capazes de formar não apenas os tipos de célula

21 de novembro de 2019

Carne bovina e de peixe artificiais estão mais perto dos supermercados, afirmam empresas

Criar carne a partir de células não é mais ficção científica: um astronauta acaba de fazer isso a bordo da Estação Espacial Internacional. E a chegada desses produtos aos supermercados parece ser apenas questão de tempo. Os testes realizados no espaço em setembro permitiram criar tecidos de carne de vaca, coelho e peixe com uma impressora 3D. Essa nova tecnologia poderia “tornar possível as viagens de longa duração e renovar a exploração espacial”, por exemplo para Marte, explica à AFP Didier Toubia, o chefe da startup israelense Aleph Farms, que forneceu células para a experiência. “Mas nosso objetivo é vender carne na Terra”, diz. Segundo ele, esses testes permitiram demonstrar que é possível produzir carne longe de qualquer recurso natural quando for necessário. “Nossa meta não é substituir a agricultura tradicional”, afirma. “É ser uma alternativa melhor às explorações industriais”. Carne cultivada? O primeiro hambúrguer “in vitro”, criado a partir de células-tronco de vaca p

13 de novembro de 2019

Estudo liga células especializadas do cérebro à ansiedade e ao TOC

Médicos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, descobriram uma sub-linhagem de células cerebrais em ratos que está ligada ao aparecimento de ansiedade, especificamente aquela ligada ao TOC (transtorno obsessivo-compulsivo). O estudo foi publicado no periódico Cell. A pesquisa tem entre seus autores o professor de genética humana da Universidade de Saúde de Utah, Mario Capecchi, vencedor do Nobel de Medicina de 2007 por seu trabalho no desenvolvimento de ratos modificados geneticamente a partir da manipulação de células-tronco embrionárias. Batizadas de Hoxb8, as células são uma sub-linhagem de microglias, células imunológicas do cérebro responsáveis por avaliar o microambiente e coordenar a resposta inflamatória a uma lesão, por exemplo. Elas também interferem no funcionamento e na qualidade das sinapses. As microglias têm uma grande influência no cérebro e seu funcionamento anormal já foi associado ao surgimento de doenças neurológicas como Alzheimer e Parkinson. Os cienti

7 de novembro de 2019

Tecidos humanos em laboratório, um sonho cada vez mais próximo

Hoje com 46 anos, Sara Machado tinha 19 quando conseguiu trabalho em uma lanchonete no Interior do Estado. No começo atendia pedidos, recolhia os pratos e ajudava na limpeza. Porém, não levou muito tempo para começar a auxiliar na cozinha. Ela lembra como se fosse hoje que fritava ovos e bacon quando escorregou em uma mancha de óleo no chão e acabou caindo sobre a chapa da fritadeira. O braço esquerdo ficou apoiado sobre o ferro fervendo. “Na chapa, ficou a pele do meu braço, do cotovelo à mão”, recorda.

31 de outubro de 2019

Novos métodos para tratamento do câncer

Nas duas últimas décadas, o tratamento do câncer deu grandes passos em direção à cura pela aplicação do conhecimento da ciência em imunologia e oncologia —a imunoterapia. Essa história de sucesso é bem ilustrada pelos avanços no tratamento de neoplasias hematológicas —leucemias e linfomas. As primeiras tentativas de aplicação dessa modalidade foram feitas há várias décadas com o transplante de medula óssea, em que as células do sangue, incluindo as do sistema imunológico de um doador saudável, são transplantadas em paciente com leucemia. Assim, as células transplantadas, em especial os linfócitos T, são capazes de reconhecer as células tumorais e destruí-las. O transplante de medula óssea melhorou em muito a chance de cura de pacientes com leucemia. Por outro lado, a demonstração de que o transplante do sistema imunológico é eficaz na destruição do tumor, mas pouco específico, estimulou vários médicos e cientistas a aperfeiçoar a intensidade e a especificidade desse ataque imunológ

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