Notícias

10 de janeiro de 2019

Carne de laboratório em breve nos supermercados?

A carne produzida com células de gado pode ter enormes implicações para o planeta, a saúde humana e o bem-estar animal. Será que, após anos restrita a laboratórios, ela finalmente entrará para o mercado consumidor?Entre as diversas maneiras para reduzir a pegada carbônica humana, costuma-se sugerir segundas-feiras sem carne ou vegetarianismo. Mas, se a questão é renunciar ao consumo de animais, uma alternativa se anuncia, à medida que se torna mais viável a comercialização de carne cultivada em laboratório. Bife sintético da Aleph Farms: quase como o original? Em dezembro de 2018, a empresa Aleph Farms, sediada em Israel, apresentou ao mundo o primeiro bife criado em laboratório. Ao produzir o fino pedaço de carne, a empresa conseguiu superar um dos maiores desafios enfrentados por essa jovem indústria: o cultivo em laboratório de um produto cárneo que integre os tecidos muscular e adiposo. "A carne é um tecido complexo, não apenas um aglomerado de células", disse Didier Toubia, c

4 de janeiro de 2019

Linfoma de Hodgkin acomete principalmente jovens entre 15 e 35 anos

A medicina ainda não descobriu o motivo para os adolescentes serem os principais acometidos pelo linfoma. Região do pescoço é umas das principais onde os linfomas surgem.  Em dez anos o câncer será a principal causa de morte no Brasil. Isso porque mesmo com o avanço da medicina os fatores de risco da doença estão relacionados com os hábitos de vida da população. Grandes avanços em tratamentos oncológicos têm proporcionado um cenário mais promissor aos pacientes, um exemplo é o linfoma de Hodgkin, no qual o tratamento pode alcançar a cura em até 90% dos casos. A doença se origina nos gânglios do sistema linfático, responsável por produzir e transportar as células encarregadas pela imunidade do organismo e acomete, principalmente, jovens em idade ativa, entre 15 e 35 anos. Segundo o último relatório do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 2.530 pessoas foram diagnosticadas com linfoma em 2018, no país.  Sinais e sintomas Seus sintomas não são estritamente definidos porque podem v

13 de dezembro de 2018

Pesquisa manipula células-tronco para tratar endometriose

A doença ginecológica – ainda sem cura – atinge entre 10% e 15% das mulheres em idade fértil (12 a 45 anos) no país, de acordo com a Associação Brasileira de Endometriose. Atualmente, o tratamento envolve medicamentos, terapia hormonal, cirurgia e até mesmo a retirada do útero. Mas uma descoberta que vem dos EUA promete levar esperança a essas mulheres. Cientistas da Universidade Northwestern, em Illinois, usaram a bioengenharia para criar um útero danificado e reprogramaram suas células-tronco defeituosas para se tornarem saudáveis. O estudo, publicado na revista “Stem Cell Reports”, abre caminhos para a substituição das células endometriais não saudáveis por outras normais, derivadas da pele ou do sangue da própria mulher. “As mulheres começam a sofrer da doença em uma idade muito precoce, o que destrói totalmente o seu potencial acadêmico e de vida social”, afirmou a pesquisadora sênior Serdar Bulun ao site da Universidade Northwestern. “A minha menstruação durava dez dias, m

6 de dezembro de 2018

Tratamento de esclerose sistêmica destrói e reconstrói sistema imune

Esclerose sistêmica é o nome de uma doença autoimune que possui como característica inflamações crônicas na pele, o que a torna rígida e passa a atrapalhar os movimentos. Pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC) da USP desenvolveram um estudo a respeito da resposta do transplante autólogo de células-tronco para tratar os casos mais extremos. A doença age na faixa etária de 25 a 55 anos e afeta mais as mulheres. As principais manifestações são através de arroxeamentos das pontas dos dedos no frio. Os sintomas de enrijecimento da pele podem ficar restritos aos pés, mãos e face, mas com o tempo podem evoluir para toda a pele e até para os órgãos internos, nos casos mais graves. Quando manifestada de forma mais leve, a doença pode ser tratada com medicamentos para dilatar os vasos, mas em sua forma mais séria é necessário que o paciente passe por quimioterapia, seguida do transplante de células-tronco. Em pouco mais de dez anos, são cerca de 100 pacientes transplantados pelo CTC

30 de novembro de 2018

De remédios personalizados à "fabricação" de órgãos: como as pessoas vão tratar a saúde no futuro

Para especialistas, mudanças significativas na qualidade de vida humana já poderão ser verificadas em 10 anos. Com os avanços científicos e tecnológicos, os tratamentos médicos e a forma como cuidamos da saúde estão mudando rapidamente. Mas, mais do que perspectivas positivas, o progresso também traz alertas: é preciso planejamento. Essas são algumas das conclusões da conferência "Como as pessoas vão tratar da saúde em Terra2", realizada nesta quinta-feira (29/11) pela Terra2 Solutions. O debate reuniu Mayana Zatz, professora de Genética da USP e coordenadora do Centro de Pesquisas em Genoma Humano e Células-Tronco; Humberto Antunes, sócio-fundador da Terra2 Solutions (direita), e Jorge Forbes (esquerda), psicanalista e criador do conceito "TerraDois". O termo discute, de forma abrangente, as particularidades e os dilemas da sociedade na pós-modernidade. Para a professora e pesquisadora da USP, já é possível vislumbrar alguns avanços significativos para a medicina do futuro. Um de

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