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Notícias

19 de outubro de 2021

Cientistas vão cultivar tecido humano em miniatura a bordo da ISS

Pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, querem levar tecidos humanos em miniatura para serem cultivados na Estação Espacial Internacional (ISS). Para atingir esse objetivo, a instituição firmou uma parceria com a Airbus. Cientistas da Univerisdade de Zurique esperam desenvolver tecido humano a bordo da ISS em novo experimento. Imagem: Airbus/Divulgação Basicamente, o objetivo da pesquisa é analisar como ambientes de microgravidade, como é o caso da ISS, afeta e regula as células humanas. Para isso, eles pretendem usar a estação como uma espécie de “workshop”, usando de sua estrutura científica para criar tecidos que possam ser devolvidos à Terra, para aplicações em pesquisas e na medicina. Oliver Ullrich, professor de anatomia na Universidade de Zurique; e a bióloga Cora Thiel estão empregando a microgravidade para desenvolverem tecidos tridimensionais chamados “organóides”, derivados de células-tronco adultas. “Na Terra, esses organóides são impossíveis de serem produzi

12 de outubro de 2021

Cientistas recriam crises convulsivas usando mini-cérebros feitos em laboratório

O avanço da tecnologia trouxe uma grande vantagem para as pesquisas da área da medicina: a criação de organoides artificiais, que a grosso modo se parecem com mini-cérebros. E a técnica, que consiste em culturas celulares que replicam as funções dos órgãos reais, vem ajudando cientistas a pesquisar sobre uma condição genética que provoca convulsões. Imagem: Reprodução/Rawpixel Com os organoides, é possível estudar o desenvolvimento cerebral, doenças e tratamentos, uma vez são feitos inúmeros experimentos que jamais aconteceriam em um cérebro humano com a pessoa viva. Esses órgãos artificiais são gerados a partir de células-tronco pluripotentes, que crescem em uma variedade de órgãos e tecidos humanos. Neste novo estudo, então, os pesquisadores encontraram padrões de atividade elétrica que se relacionaram com a convulsão de um organoide cerebral, criado com as células-tronco de pacientes com a Síndrome de Rett, condição genética que provoca convulsões. Bennet Novitch, neurocientista

7 de outubro de 2021

Doutora em Zootecnia da UFRGS lidera a pesquisa em Singapura

Do laboratório para a mesa do consumidor. O Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva da Universidade Federal do Rio grande do Sul (NESPro/UFRGS) vai levar para a 44ª Expointer a produção de carne cultivada de crustáceos, que acontece  há quatro anos no laboratório Shiok Meats, em Singapura, na Ásia. O assunto será exposto na  16ª Jornada NESPro & 5º Simpósio Internacional sobre Sistemas de Produção de Bovinos de Corte na palestra “Comercialização de carne cultivada como uma alternativa sustentável”, no dia 8 de setembro, e apresentada pela  cientista e líder da equipe  de células-tronco da Shiok Meats e doutora em zootecnia pela UFRGS, Ana Carina Vasconcelos. O objetivo do trabalho é desenvolver carne cultivada a partir das células troncos do tecido muscular (de onde vem a carne que se come) de crustáceos sem precisar sacrificar os animais, aplicando, dessa forma, o conceito de sustentabilidade. Ela explica que o processo está em fase experim

28 de setembro de 2021

Empresa recebe 15 milhões de dólares para trazer à vida mamute extinto há 10 mil anos

Trazer de volta o mamute poderia ajudar a equilibrar o ecossistema da tundra ártica, dizem defensores Reconstrução de como seria um mamute-lanoso, que está no Museu Real da Columbia Britânica(foto: rpongsaj/Wikimedia Commons) Uma empresa norte-americana de biociência chamada “Colossal” anunciou nesta segunda-feira, 13, que recebeu o investimento de 15 milhões de dólares (cerca de 78 milhões de reais) para adaptar o DNA de mamute usando parte do código genético do elefante asiático. A intenção é trazer à vida a espécie mamute-lanoso, que está extinta há 10 mil anos. Atualmente, o elefante asiático é o animal mais próximo do mamute (99,6%). Com a reconstrução a partir do material genético alterado, a nova espécie seria um tipo de animal híbrido, um “elefante-mamute”, e não um clone da espécie original. As informações são do G1. O mamute foi um mamífero gigante que habitava em locais gelados e se alimentava de plantas; seu traço mais marcante eram as enormes presas encurvadas, parecid

22 de setembro de 2021

Crise de idade? Por que Bezos agora investe na fórmula do rejuvenescimento

Biotecnologia usada para fazer as pessoas parecerem mais jovens e até viverem mais. Essa é a proposta da Altos Lab, startup financiada por bilionários como o russo Yuri Milner e Jeff Bezos, fundador da Amazon e pessoa mais rica do mundo. Jeff Bezos, fundador da Amazon - Imagem: Getty Images A Altos quer desenvolver uma tecnologia de reprogramação biológica para rejuvenescer células em laboratório. Cientistas acreditam que esse processo poderia ser usado para revitalizar organismos inteiros de animais —e, um dia, prolongar a vida humana. A empresa está recrutando profissionais, com salários milionários, e pretende abrir institutos em diversas partes do mundo, incluindo São Francisco e San Diego (EUA), Cambridge (Inglaterra) e Japão. Entre os cientistas que devem se juntar a Altos está o biologista espanhol Juan Carlos Izpisúa Belmonte, que ficou conhecido por pesquisas sobre misturar embriões de seres humanos e macacos, e acredita que a vida humana possa ser expandida em 50 anos. T

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