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Notícias

22 de abril de 2024

O uso de células-tronco na asfixia perinatal: do laboratório à prática clínica

Objetivos: Apresentar evidências científicas recentes sobre os efeitos do transplante com células-tronco em modelos animais de lesão cerebral hipóxico-isquêmica neonatal e abordar os aspectos translacionais relevantes à aplicação clínica da terapia celular nesse contexto. Imagem: Reprodução Fontes dos dados Para a seleção dos artigos, utilizou-se a base de dados PubMed e Scopus. O critério de seleção de artigos foi a especificidade em relação ao tema estudado, preferencialmente a partir do ano de 2000. Também foram revisados artigos clássicos de anos anteriores que se aplicavam ao propósito desta revisão. Síntese dos dados Células-tronco de diferentes fontes exógenas podem exibir propriedades neuroprotetoras em modelos experimentais de hipóxia-isquemia neonatal. Na maioria dos experimentos animais, os benefícios morfológicos e funcionais observados foram independentes da diferenciação neural, sugerindo mecanismos de ação associados, tais como a liberação de fatores tróficos e a mo

15 de abril de 2024

É possível regenerar o cérebro com células tronco? Novo estudo analisa a técnica

Os danos ao cérebro, seja por doenças ou lesões, são um dos grandes desafios da neurociência atualmente, mesmo com a neuroplasticidade, explica o Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela Imagem: Reprodução As lesões cerebrais são danos físicos ao encéfalo, que podem ocorrer devido a traumas, Acidentes Vasculares Cerebrais ou doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer. Elas podem afetar diversas funções cerebrais, como a cognição, a memória, a linguagem e movimento Dependendo da gravidade da lesão e da área afetada, o paciente pode ter sequelas irreversíveis que, mesmo com a neuroplasticidade, a habilidade do cérebro de se adaptar a mudanças e lesões, ainda causam danos crônicos ao paciente. Mas atualmente, diversos estudos estão em andamento analisando a possibilidade do uso de células tronco, já bastante utilizadas para regenerar lesões ósseas, para uma possível “regeneração cerebral”, processo analisado pelo novo estudo “Inovação biomédica na cidade: estr

9 de abril de 2024

Impressora 3D cria tecido cerebral que se comporta como o real

A novidade agora é que cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison desenvolveram uma nova técnica de impressão 3D para criar tecido cerebral humano que se comporta de maneira semelhante ao tecido real. A pesquisa, publicada na revista Cell Stem Cell, abre caminho para novas maneiras de estudar o cérebro e desenvolver tratamentos para doenças neurodegenerativas. Imagem: Reprodução A técnica utiliza uma “bio-tinta” composta de células-tronco neurais e um hidrogel de suporte. As células-tronco neurais são células indiferenciadas que podem se desenvolver em diferentes tipos de células cerebrais. O hidrogel fornece um ambiente estrutural para as células crescerem e se desenvolverem. A equipe de pesquisa imprimiu o tecido cerebral em camadas finas, uma de cada vez. As camadas foram cuidadosamente organizadas para criar uma estrutura tridimensional que imita a arquitetura do cérebro humano. Após a impressão, o tecido cerebral foi incubado em um ambiente de cultura que promoveu o cresc

1 de abril de 2024

Entenda como modelo de embrião feito com células-tronco ajudará a pesquisa sobre o desenvolvimento humano

Cientistas de Israel encontraram uma solução para facilitar o estudo de estágios fundamentais do desenvolvimento dos humanos: criaram uma espécie de réplica de um embrião usando células-tronco. Cientistas anunciam criação de embrião humano com base em células-tronco — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Em linhas gerais, sabe-se o que acontece nos estágios iniciais do desenvolvimento de um embrião, mas ainda há muitas dúvidas sobre detalhes da formação do futuro feto nas primeiras semanas da gravidez. Um dos problemas é a dificuldade para esse estudo por motivos óbvios: não é possível fazer experimentos e observar o que acontece dentro de um útero de uma mulher. “Não temos um conhecimento profundo sobre como é a dinâmica do desenvolvimento dos estágios iniciais [do embrião]. E essa é a fase crítica, se entendermos isso, podemos entender quais genes são fundamentais para quais órgãos, podemos entender quais remédios são perigosos para os embriões e para as mulheres grávidas”, diz o

25 de março de 2024

Anemia falciforme: terapia genética é esperança contra doença 'invisível' que afeta dezenas de milhares de brasileiros

A agência regulatória do Reino Unido se tornou a primeira no mundo a aprovar uma terapia genética que promete curar duas doenças que afetam as células sanguíneas. Imagem: Reprodução O novo tratamento contra a doença falciforme e a beta talassemia é pioneira no uso de uma ferramenta de edição genética conhecida como Crispr. As responsáveis pela técnica — as cientistas Emmanuelle Charpentier e Jennifer Doudna — ganharam o Prêmio Nobel em 2020. Este avanço é considerado revolucionário para as duas doenças hereditárias que acometem o sangue, ambas desencadeadas por erros no gene da hemoglobina (proteína responsável pelo transporte de oxigênio nas hemácias). Pessoas com doença falciforme produzem glóbulos vermelhos de formato incomum — parecidos a uma foice. Isso pode gerar uma série de problemas, uma vez que essas células têm um tempo de vida reduzido e podem bloquear os vasos sanguíneos, o que causa dor e infecções potencialmente fatais. Já pacientes com beta talassemia não produze

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