

Tratamento genético permite produção própria de insulina em paciente com diabetes Imagem: Reprodução Por décadas, o grande entrave das terapias celulares para diabetes tipo 1 foi o mesmo: o sistema imune destrói as novas células produtoras de insulina e obriga o paciente a tomar imunossupressores — remédios que trazem risco extra de infecções e câncer. Uma equipe internacional mostrou outra rota: transplantar células pancreáticas geneticamente editadas para “passarem despercebidas” pelo organismo. O primeiro paciente tratado voltou a produzir parte da própria insulina sem usar imunossupressores, um resultado inédito em humanos. No caso clínico, as células vieram de um doador falecido e passaram por três modificações: duas reduziram a apresentação de antígenos (HLA de classe I e II), diminuindo o reconhecimento pelas células T; a terceira aumentou a expressão de CD47, um sinal de “não me ataque” para macrófagos e células NK. Após o preparo, ~80 milhões de células foram injetadas no

A análise genética de uma mulher holandesa que viveu até os 115 anos revelou que a chave para sua longevidade e saúde pode residir na capacidade das células-tronco de reparar e regenerar tecidos ao longo da vida. Células-tronco - Foto: Pixabay O estudo, conduzido por um consórcio de pesquisadores europeus e publicado na revista científica Nature Aging, aponta para um sistema de manutenção celular tão eficiente que seu corpo combatia o desgaste do envelhecimento em um ritmo drasticamente mais lento que o normal. Ao sequenciar o genoma da mulher a partir de amostras de sangue e tecidos coletadas em diferentes fases de sua vida, os cientistas descobriram um conjunto de variantes genéticas raras que otimizam a função das células-tronco somáticas – responsáveis pela renovação de órgãos e tecidos. Essas células apresentavam uma capacidade incomum de corrigir erros no DNA e eliminar células danificadas antes que pudessem se acumular e causar doenças. Segundo a pesquisa, o sistema imunológ

Produto desenvolvido em Ribeirão Preto (SP) deve começar a ser testado em humanos. Expectativa é de que até 2027, o Mensencure esteja disponível no marcado. Biocurativo com células tronco é impresso em impressa 3D e fica pronto em 30 minutos — Foto: Murilo Corazza/g1 * Biocurativo 3D é capaz de agir em feridas crônicas, como em pacientes com diabetes, e queimaduras graves, principalmente. * Produto, feito a partir de células-tronco e hidrogel, tem formato transparente, parecido com uma lente de contato gelatinosa, e mede 80 centímetros quadrados. * Biocurativo tem aplicação única, porque é absorvido pela pele. * Produto não estará disponível para compra em farmácias e a aplicação será exclusivamente em ambiente hospitalar. * Uma das vantagens é que as células de cordão umbilical podem ser utilizadas de uma pessoa para outra, sem serem rejeitadas. Até 2027, o biocurativo 3D feito a partir de células-tronco, desenvolvido por duas pesquisadoras de Ribeirão Preto (SP), deve chegar a

O Alzheimer é a forma mais comum de demência no mundo, afetando milhões de pessoas e trazendo um impacto crescente para famílias, sistemas de saúde e economia global. Imagem: Reprodução Trata-se de uma doença neurodegenerativa complexa, marcada pelo acúmulo de placas de beta-amiloide, emaranhados de proteína e processos inflamatórios no cérebro que levam à perda progressiva de neurônios, especialmente em áreas ligadas à memória e cognição. Apesar do avanço dos exames de imagem e biomarcadores que permitem identificar precocemente a doença, os tratamentos disponíveis atualmente, como os inibidores da colinesterase e a memantina, oferecem apenas alívio sintomático, sem modificar a progressão do quadro. A promessa das células-tronco Entre as abordagens mais estudadas está a terapia com células-tronco. O novo estudo publicado na Ciência Latina, assinado pelo neurocientista Dr. Fabiano de Abreu Agrela e pelo ortopedista Dr. Luiz Felipe Carvalho, revisa os avanços recentes sobre o tema

Pesquisadores descobriram que substância extraída da planta nativa do Paraguai potencializa o efeito do minoxidil e acelera o crescimento capilar Stevia rebaudiana: Planta recebeu nome em homenagem aos descobridores Moisés Giacomo Santiago Bertoni e ao químico Ovidio Rebaudi. Foto: ClickFoz Um estudo publicado na revista Advanced Healthcare Materials revelou que um composto derivado da estévia — planta originária do Paraguai — pode aumentar em até 67% o crescimento de cabelos em comparação ao tratamento tradicional com minoxidil. A descoberta abre novas perspectivas para o combate à alopecia androgenética, tipo mais comum de calvície, que afeta metade dos homens brasileiros com mais de 50 anos. Estévia pode turbinar o efeito do Minoxidil A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade de Sydney, na Austrália. O estudo propõe o uso do esteviosídeo, composto natural da planta Stevia rebaudiana, como um agente de solubilização capaz de ampliar a eficácia do minoxidil — medicamen