Notícias

29 de agosto de 2019

Santa Casa e USP buscam formas de usar rins de porcos em transplantes

Descelularização, uma lavagem do órgão animal para repovoar tecidos com células humanas, está em estudo na Santa Casa; já cientistas da Universidade de São Paulo utilizam engenharia genética para criar alternativas que evitem rejeição nos pacientes. Em laboratórios de importantes instituições de pesquisa, especialistas estão debruçados em métodos para resolver o problema da fila para transplante de rim, que supera os 29,5 mil pacientes no Brasil. Com técnicas diferentes, a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e a Universidade de São Paulo (USP) estudam meios de como usar rins de porcos para transplante em humanos. Na Santa Casa, o método pesquisado é a descelularização, que consiste em retirar as células do órgão do porco, por meio de lavagem com um tipo de detergente orgânico. Depois, o órgão é repovoado com células humanas. Fundador da startup de biotecnologia Eva Scientific, o bioengenheiro Andreas Kaasi integra a equipe do Instituto de Pesquisa, Inovação Tecnológica e Educa

23 de agosto de 2019

Carne artificial pode “salvar” o planeta

Segundo cientistas, cultivo em laboratório pode reduzir em até 96% as emissões de gases estufa associadas à produção convencional, poupar energia, terra, água e vida animal. A carne de laboratório é apresentada como uma alternativa "quase milagrosa" que promete revolucionar a indústria de alimentos, embora no momento esteja em uma fase incipiente de desenvolvimento e suscite mais perguntas do que respostas. Foi isso que informou um artigo publicado pela RTVE, da Espanha. "A carne artificial é aquela que é criada em laboratórios a partir de células-tronco extraídas de músculos e outros elementos orgânicos, como penas. Essas células são coletadas por biópsia, causando danos mínimos ao animal e, em seguida, se reproduzem de maneira controlada, de modo que elas cresçam e formem um novo tecido muscular", diz o texto. Os primeiros experimentos para produzi-la foram realizados pela Agência Espacial Norte Americana (NASA) no início dos anos 90. O objetivo era encontrar a fórmula para al

15 de agosto de 2019

Primeira bioimpressora da UFRGS vai ajudar a produzir pele

Equipamento chegou recentemente ao Instituto de Pesquisa com Células-Tronco. Recém-chegada, a primeira bioimpressora do Estado ajudará pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a desenvolverem tecidos. O equipamento do Laboratório de Pesquisa II do Instituto de Pesquisa com Células-tronco vai, inicialmente, trabalhar com a produção de pele, diz a professora Patricia. Embora pareça fina, a pele tem várias camadas de células. Então, não adianta fazer só o molde (como os feitos por impressoras 3D). Queremos produzir o molde, mas com célula, para regenerar a parte lesionada.  Patricia ilustra o processo:  — Na bioimpressora, enquanto eu faço as camadas, já estou colocando células em todos "os andares". Podemos dizer que uma impressora 3D imprime um "prédio", enquanto a bioimpressora faz o prédio com pessoas, com vida. Comentário CCB: A Dra. Patricia Pranke é uma referência mundial em pesquisas com células-tronco. Fonte: Jornal Zero Hora

8 de agosto de 2019

Córnea artificial feita com células-tronco evita rejeição

Uma córnea artificial parecida com a natural foi criada por pesquisadores coreanos. Hyeonji Kim e seus colegas da Universidade Pohang de Ciência e Tecnologia, na Coreia do Sul usaram uma biotinta pra evitar rejeição e agilizar a fila de quem precisa de um transplante. Kim usou estroma decelularizado e células-tronco de córneas naturais para criar uma biotinta, que pode ser usada para fabricar as córneas artificiais em uma impressora 3D. Como essa córnea artificial é inteiramente feita com a biotinta derivada de tecido da própria córnea, ela é biocompatível. E a tecnologia de impressão de células 3D permite recriar o microambiente da córnea, um padrão em treliça de fibrilas de colágeno, o que garante uma transparência semelhante à da córnea humana natural. Nos testes, as fibrilas de colágeno remodeladas ao longo da rota de impressão 3D criaram um padrão de treliça semelhante à estrutura da córnea humana nativa após 4 semanas in vivo. “Essa estratégia que sugerimos pode alcançar

1 de agosto de 2019

Cientistas conseguem produzir coração completo em impressora 3D

Uma equipe de cientistas da Universidade de Tel Aviv (TAU, de Israel) conseguiu um feito inédito. No laboratório de biologia molecular e biotecnologia da instituição, eles puderam produzir o primeiro coração completo com vascularização do mundo, em uma impressora 3D. O trabalho foi publicado na revista científica Advanced Science.  "Esta é a primeira vez que alguém em qualquer lugar conseguiu projetar e imprimir um coração inteiro repleto de células, vasos sanguíneos, válvulas, ventrículos e câmaras", afirmou Tal Dvir, professor da TAU e principal autor do estudo. Antes, já haviam sido produzidos corações em impressão 3D, mas apenas de tecidos simples, sem condições de adequação para substituir o órgão original. Como é fieto o coração em impressora 3D "Este coração é feito de células humanas e materiais biológicos específicos do paciente. Em nosso processo, esses materiais servem como biotintas, substâncias feitas de açúcares e proteínas, que são usadas para impressão 3D de modelo

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