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Primeira bioimpressora da UFRGS vai ajudar a produzir pele

Equipamento chegou recentemente ao Instituto de Pesquisa com Células-Tronco.

Recém-chegada, a primeira bioimpressora do Estado ajudará pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a desenvolverem tecidos. O equipamento do Laboratório de Pesquisa II do Instituto de Pesquisa com Células-tronco vai, inicialmente, trabalhar com a produção de pele, diz a professora Patricia.

Embora pareça fina, a pele tem várias camadas de células. Então, não adianta fazer só o molde (como os feitos por impressoras 3D). Queremos produzir o molde, mas com célula, para regenerar a parte lesionada. 

Patricia ilustra o processo: 

— Na bioimpressora, enquanto eu faço as camadas, já estou colocando células em todos "os andares". Podemos dizer que uma impressora 3D imprime um "prédio", enquanto a bioimpressora faz o prédio com pessoas, com vida.

Comentário CCB:

A Dra. Patricia Pranke é uma referência mundial em pesquisas com células-tronco.

Fonte: Jornal Zero Hora

Publicado em: 15 de agosto de 2019 às 22:08.

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