

Consome pelo menos 1 milhão de vezes menos energia do que um computador convencional Neurociência Neurônios | imagem: reprodução O mundo da computação deu um passo impressionante em direção ao futuro. Uma equipe de cientistas de uma empresa suíça construiu o primeiro “computador vivo” que funciona com organismos cerebrais, cultivados a partir de células-tronco. Estes pequenos organismos seriam os substitutos dos chips de silício convencionais e serviriam, em princípio, para reduzir consideravelmente o consumo de energia, já que ao testá-los foi detectado que este dispositivo consome 1 milhão de vezes menos energia do que um aparelho convencional. A empresa desenvolvedora deste dispositivo chama-se FinalSpark. Eles utilizam componentes biológicos para processar informações e realizar cálculos no computador. Esse tipo de iniciativa não é nova, mas tem como objetivo mudar a forma como entendemos e aplicamos a computação em diversos campos, desde a medicina até a indústria. Para ente

A queda capilar é uma condição comum que atinge milhões de pessoas em todo o mundo, impactando significativamente a autoestima e a qualidade de vida dos afetados. Imagem: Reprodução A perda de fios pode ser temporária, sendo desencadeada por eventos específicos, como estresse agudo, parto, febre alta, cirurgia ou uso de certos medicamentos. Porém, uma vez que a causa é resolvida ou tratada, o cabelo começa a se desenvolver novamente. No entanto, o principal motivo da calvície, tanto no homem, quanto na mulher, é a alopecia androgenética, uma condição genética em que a pessoa afetada tem mais sensibilidade ao hormônio DHT, metabólico mais ativo da testosterona. Diferentemente da queda temporária, a alopecia não regride por conta própria e exige tratamentos específicos. Por décadas, cientistas têm dedicado esforços para encontrar soluções eficazes para combater esse problema. Além dos tratamentos convencionais, como a finasterida e o minoxidil, utilizados para inibir os efeitos do D

A terapia também visa a regeneração de tecidos cerebrais danificados e a formação de novas conexões neurais Imagem: Reprodução A utilização de células-tronco para o tratamento da epilepsia é alvo de pesquisas da há bastante tempo. O estudo foi apresentado no Congresso da Academia Americana de Neurologia em Denver, Colorado, e comprova a eficiência deste tratamento para casos graves da doença. Foram implantados neurônios inibitórios obtidos a partir de células-tronco em pessoas com epilepsia do lobo temporal por esclerose mesial temporal, uma das causas mais frequentes de epilepsia refrataria ao tratamento medicamentoso. O implante foi realizado por procedimento cirúrgico e essas pessoas precisaram ficar em uso de imunossupressores para evitar rejeição das células transplantadas. Os resultados são preliminares, mas promissores. Dos cinco pacientes submetidos ao tratamento até o momento, as respostas foram significativas em dois deles que tem maior tempo em acompanhamento, com reduçã

As células-tronco têm sido cada vez mais usadas pela ciência, mas ainda existem muitos mitos sobre elas Imagem: Reprodução Recentemente, a ciência vem desenvolvendo outras terapias celulares, além do transplante de células-tronco hematopoiéticas As células-tronco são células especiais presentes no corpo humano que podem se transformar em diferentes tipos de tecidos, como músculos, ossos e nervos. Elas são essenciais para o desenvolvimento, crescimento e reparo dos tecidos do nosso corpo. Seu potencial de regenerar tecidos danificados auxilia no tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, doenças degenerativas e cardíacas. Com o avanço científico, tornou-se possível isolar e aplicar estas células conforme a necessidade do paciente, estimulando a regeneração celular e a recuperação de lesões. "Na terapia celular, as células são retiradas do próprio paciente, processadas e depois reinseridas onde são necessárias, estimulando a recuperação de lesões", explica o neuro-ortopedista

Pesquisa realizada nos EUA mostra um avanço considerável no desenvolvimento de células progenitoras de néfrons (NPCs), que devem se encarregar de filtrar o sangue e eliminar substâncias nocivas ao organismo Em imagem ampliada, o material que pode ajudar na descoberta de novos tratamentos para as doenças renais e do sistema excretor - (crédito: Imagem de Biao Huang/Li Lab) Cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC) conquistaram grande progresso no cultivo em laboratório de células progenitoras de néfrons (NPCs) — estruturas programadas para formar o sistema de filtração do rim, os néfrons. As NPCs são uma estratégia considerada muito promissora para a compreensão do desenvolvimento renal e de doenças que afetam o sistema excretor, além de contribuírem na descoberta de novos tratamentos. "Ao melhorar a nossa capacidade de cultivar NPCs a partir de células estaminais humanas, criamos um novo caminho para a compreensão e o combate às doenças renais congênitas e ao câncer", r