

O objetivo de utilizar algum medicamento injetável nas articulações é acelerar o processo de melhora da dor (foto: JL / Unsplash) Quando buscamos tratamento para doenças articulares do nosso corpo, seja para os membros superiores ou membros inferiores, diversas opções existem. Sempre iniciamos com aqueles tratamentos menos invasivos, em que a fisioterapia, medicação, atividade física regular e repouso/recovery são os primeiros degraus a serem subidos. Em algumas doenças, como as lesões de cartilagem, a instabilidade ligamentar e a artrose, os tratamentos não invasivos podem demorar muito ou ter resultados insuficientes. O objetivo de utilizar algum medicamento injetável nas articulações é acelerar o processo de melhora da dor, interromper a atividade pró inflamatória, estimular a cicatrização local e potencializar os efeitos regenerativos locais. De forma geral, três substâncias são recomendadas e utilizadas com frequência. A infiltração de corticoide, talvez a mais usada, tem

Você já ouviu falar de carne de laboratório? Como é produzida? Tem gosto de carne? E quanto aos hormônios utilizados na produção, seriam seguros? Até que ponto é ético? Seria consumida por pessoas que adotam uma dieta vegana? Será saudável e sustentável? Liudmila Chernetska/Getty Images De acordo com o The World Economic Forum, em 2050 a população mundial deve chegar a 9,8 bilhões de habitantes. Este crescimento da população e aumento de renda, resultará em um aumento de 88% na demanda de proteína para alimentar a população mundial. Startups de tecnologia e cientistas estão apostando alto na carne cultivada em laboratório para suprir esta demanda futura de proteína. Por outro lado a pecuária Brasileira tem se preparado adotando técnicas sustentáveis como Carne Carbono Neutro, ILPF (integração Lavoura Pecuária Floresta) e BEA (Bem Estar Animal) e biodigestores e de acordo com Estudo da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a o rebanho brasileiro aumentou 317%, a pr

Abigail Zuger costumava dizer que de vez em quando as notícias, as manchetes dos jornais, as conversas de bar estão cheias de “drogas milagrosas”. Imagem | Matt C 42.000 perfurações A descoberta da insulina e seu desenvolvimento como tratamento é uma história digna de um épico. Estamos falando de um medicamento que, no caso do diabetes tipo 1, conseguiu catapultar a expectativa de vida dos pacientes de 1 ano para mais de 60. Estamos falando de algo que mantém mais de 537 milhões de pessoas vivas e saudáveis hoje. Por isso é tão emocionante viver um momento histórico em que, pela primeira vez, parece viável poder dizer “adeus”. 20 anos de espera Nos últimos 20 anos e após um período de enorme debate bioético, as células-tronco prometeram ser poderosas o suficiente para mudar radicalmente áreas inteiras da medicina contemporânea: fazer melhorias em pacientes com lesões graves na medula espinhal, recuperar corações após ataque cardíaco ou curar diabetes cultivando e implantando cél

Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, conseguiram, pela primeira vez, rejuvenescer em 30 anos as células da pele de uma mulher de 53. Cuidados com a pele: Angela Roma/Pexels Pesquisa tem base na mesma técnica de reprogramação celular usada para criar, nos anos 90, a ovelha clonada Dolly. Os pesquisadores acreditam que, com a mesma técnica, podem reproduzir os resultados com outros tecidos do corpo. A capacidade de fazer retroceder o envelhecimento é crucial para prevenir e tratar doenças relacionadas à idade, como problemas cardíacos e neurológicos. O estudo foi publicado na revista científica eLife por cientistas britânicos, alemães e portugueses do Instituto Babraham, de epigenética, em Cambridge. Ele tem base na mesma técnica de reprogramação celular usada para criar nos anos 90 a ovelha clonada Dolly, no Instituto Roslin, também no Reino Unido. Ainda em fase inicial, a pesquisa promete revolucionar a medicina regenerativa. “Conseguiremos identificar os g

Esse experimento foi possível devido aos estudos sobre células-tronco e aponta para maior eficácia nos tratamentos cardiovasculares. Foto: Pexels Você já ouviu falar da criação de peixes robóticos feitos com células do coração humano? Essa inovação tecnológica foi realizada dentro dos laboratórios da universidade estadunidense de Harvard, sendo um peixe artificial totalmente autônomo. No entanto, a intenção por detrás dessa criação não tem nada a ver com preservação do meio ambiente ou estudos das águas ou de espécies marinhas. Na verdade, o experimento tem o intuito de ser eficaz para o tratamento de doenças cardiovasculares. Entenda. Um peixe para o coração humano Esses peixes conseguem recriar as contrações musculares que acontecem no momento em que o coração bombeia sangue. Desse modo, o peixe robótico tem a intenção de tratar doenças cardíacas, já que as contrações permitem que ele nade. Ou seja, esse mecanismo seria uma espécie de substituto aos conhecidos marca-passos, ut