

A deputada Aline Sleutjes (PSL-PR) apresentou o Projeto de Lei nº 3637/2021, que dispõe sobre a utilização de células-tronco adultas como terapia para o tratamento de espinha bífida, mielomeningocele e outros defeitos na formação e fechamento do tubo neural, devendo a terapia celular ser reconhecida como de caráter experimental, com dispensa do registro sanitário para sua utilização. Fonte: Agência Câmara O texto ainda define que o uso experimental depende de prévia autorização das instâncias de ética em pesquisa clínica, em conformidade com a legislação vigente sobre pesquisas clínicas. Justifica a autora que os tratamentos existentes tem um elevado custo econômico e social. Diversos profissionais de diversas áreas acompanham os pacientes ao longo da vida: fisioterapia, terapia ocupacional, enfermagem/ostomia, psicologia e serviço social. Não existem locais suficientes onde as famílias possam participar de clínicas multiprofissionais no mesmo local. As alternativas de tratamento

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurodesenvolvida que aparece cedo na vida e é caracterizada por comportamentos estereotipados, como comunicação social prejudicada, comportamentos repetitivos e atividades e interesses restritos. As causas do autismo são conhecidas por serem heterogêneas (predisposição genética e/ou exposições ambientais). Um menino com autismo decidindo onde é o melhor lugar para colocar seu bloco Existem vários tipos de tratamento que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas com esse transtorno. Existem abordagens para comportamento e comunicação; e opções alternativas, como terapias com células-tronco do cordão umbilical. Sobre este último ponto, soube-se recentemente que a Duke University está realizando um estudo clínico para tratar crianças com Transtorno do Espectro do Autismo com sangue de cordão autólogo e alogênico. Liderada pela Dra. Joanne Kurtzberg, professora do Departamento de Pediatria da Duke University School of Medicin

Pesquisadores de Israel desenvolveram implantes 3D de medula espinhal que podem fazer com que pessoas paralisadas por lesões na coluna voltem a andar. O implante é criado a partir de células humanas e, segundo o estudo, o teste realizado em ratos paralisados apresentou 80% de chance de sucesso. Implante de medula espinhal 3D pode devolver o movimento a pessoas paralisadas. Imagem: Magic mine/Shutterstock O processo envolve a retirada de uma amostra de células de gordura do estômago de um paciente, as células são reprogramadas a partir de aplicação de engenharia genética para se tornar células-tronco embrionárias. Os dispositivos personalizados desta maneira evitam a rejeição pelo organismo. “Este é o primeiro caso no mundo em que tecidos humanos de engenharia implantados geraram recuperação em um modelo animal para paralisia crônica de longo prazo – que é o modelo mais relevante para tratamentos de paralisia em humanos”, afirmou o pesquisador líder, Tal Dvir. Implante de med

Rodrigo Dourado é um conhecido volante do time do Internacional. Em 2019, durante um jogo, ocorreu uma leve torção no joelho esquerdo e, o que parecia simples, lhe custou cerca de 450 dias de tratamento e recuperação. Na verdade, Dourado sofreu com um edema ósseo que o impedia de retornar aos gramados. Após duas artroscopias, o jogador seguia sentindo fortes dores e os médicos já não acreditavam que havia algo mais a ser feito. pexels-cottonbro Neste contexto, o Dr. Felipe Carvalho, especialista em medicina regenerativa, ofereceu uma última tentativa: a técnica de células tronco, que consiste em utilizar células do tutano do osso da bacia para promover a recuperação de uma área lesionada rapidamente. “Ele se interessou e aí fizemos seis aplicações com intervalo de 15 dias. Ele seguiu exatamente o que eu recomendei em termos de alimentação e recuperação”, relembra o Dr. Carvalho. Após o procedimento e 90 dias de recuperação, Rodrigo Dourado retornou em plena forma a defender a camis

Pesquisadores geraram um tecido 3D semelhante a um rim, consistindo de túbulos extensivamente ramificados, a partir de células-tronco embrionárias. [Imagem: Dr. Shunsuke Tanigawa] Rim feito em laboratório Pesquisadores japoneses criaram em laboratório um tecido 3D complexo do rim, usando apenas células-tronco embrionárias de camundongo cultivadas. Esses organoides - pequenos órgãos artificiais vivos - podem abrir caminho para melhores pesquisas renais e até mesmo levar a um órgão transplantável no futuro, eliminando a necessidade de doações. Ao se concentrar em um tipo de tecido muitas vezes esquecido nas pesquisas de geração desses organoides, um tipo de tecido composto de vários tecidos de suporte e conjuntivo chamado estroma, a equipe conseguiu gerar a última peça de um quebra-cabeça de três partes no qual várias equipes vêm trabalhando há anos. Uma vez que as três peças foram combinadas, Shunsuke Tanigawa e seus colegas da Universidade de Kumamoto confirmaram que a estrutura