Pesquisadores desenvolvem método de ‘GPS’ para orientar as células-tronco mesenquimais para sítios inflamatórios. A equipe de pesquisa, liderada por Harvard Medical School (HMS) pelo Professor Robert Sackstein do Departamentos do BWH de Dermatologia e de Medicina e HMS Associate e o Professor Reza Abdi do Departamento de Medicina do BWH e Centro de Pesquisa de Transplante, anunciaram seus resultados na revista Stem Cells. Na diabetes tipo 1, as células imunológicas do corpo obliteraram ilhotas pancreáticas, onde a insulina é produzida. MSCs são um tipo de célula-tronco adulta com potente imuno-supressores e efeitos anti-inflamatórios. Em estudos pré-clínicos utilizando camundongos diabéticos propensa (camundongos diabéticos não-obesos), os pesquisadores tinham encontrado anteriormente que a administração intravenosa de MSCs poderia atenuar lesão pancreática, reduzindo os níveis de açúcar na corrente sangüínea dos camundongos sem a administração de insulina, mas estes ef
Uma equipa de cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, diz ter sido bem-sucedida no desenvolvimento de uma nova técnica de engenharia genética de células-tronco com características específicas, que permitem produzir e segregar toxinas que podem matar as células cancerígenas de tumores no cérebro. Khalid Shah, do Instituto de Células-Tronco de Harvard, liderou a pesquisa na qual as células-tronco que transportam toxinas foram usadas para matar as células cancerígenas remanescentes em cérebros de ratos que tinham sido sujeitos a uma cirurgia para remover o tumor principal. O investigador sublinha que as "toxinas para eliminar o cancro têm sido utilizadas com grande sucesso numa variedade de tumores do sangue, mas estas não funcionam bem em tumores sólidos, porque este tipo de cancro não é tão acessível e as toxinas têm uma vida curta”. O grande desafio era criar células-tronco que não fossem elas próprias eliminadas pelas toxinas e a solução us
Seguindo a onda do cordão umbilical, pais têm pago pelo armazenamento da polpa de dentes de leite dos seus filhos, que pode dar origem a células-tronco. Embora os entusiastas digam que esse material poderá ser útil no futuro no tratamento de doenças como alzheimer e diabetes, ainda não existe comprovação que essas células tenham tal potencial. A bancária Cristina Bittencourt, cujo pai morreu há nove anos por uma disfunção da medula óssea, aos 66 anos, diz que o congelamento dos dentes dos filhos Felipe, 10, e Catarina, 7, foi uma "segurança a mais" para o futuro. "O que eu pago por ano é o preço de dois pares de sapato." Em média, as empresas que já oferecem o serviço em São Paulo cobram R$ 2.000 iniciais mais R$ 400 por ano pelos serviços de coleta, multiplicação das células e criopreservação (congelamento em condições especiais). José Ricardo Ferreira, proprietário da R-Crio, diz que o negócio ainda conta com poucos clientes. Dentista de formação, ele
A polpa dos dentes decíduos pode regenerar tecidos nervosos e musculares e, assim, melhorar a vida de quem sofre de doenças degenerativas. A polpa do dente de leite possui células-tronco que, quando retiradas para pesquisa, podem melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas que sofrem de doenças degenerativas como o Alzheimer e o Parkinson. O estudo e a utilização desse material podem, ainda, prolongar a vida de doentes terminais. “A polpa do dente de leite possui uma grande concentração celular além de ser mais fácil de conseguir, uma vez que os dentes de leite caem naturalmente de todas as crianças”, diz Márcia Marques, responsável pelo Laboratório de Pesquisa Básica do Departamento de Dentística da FOUSP. Outra vantagem dessas células é que elas são mais jovens e proliferativas, ou seja, crescem mais rápido e conseguem se transformar em vários tipos de outras células, que funcionam como reparadoras de tecidos, como o muscular e o nervoso. Mas os dentes per
Autores: Carlos Alexandre Ayoub, Celso Massumoto, Nelson Foresto Lizier, Sally Mizukami Massumoto. Células-Tronco: da Coleta aos Protocolos Terapêuticos é um livro que apresenta o patrocínio institucional do Centro de Criogenia Brasil – CCB - e o apoio do Hospital Alemão Osvaldo Cruz. O CCB, fundado em 2003, para processamento de células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical, orgulha-se de ser mais uma vez pioneiro em procedimentos de biotecnologia, como isolamento e expansão de células-tronco mesenquimais retiradas de diversas fontes: tecido do cordão umbilical, polpa dentária, medula óssea e tecido adiposo, sendo a única empresa do gênero a ter um laboratório com autorização para funcionar como Centro de Tecnologia Celular (CTC ll), isto é, uma sala limpa para poder expandir células-tronco. Somos uma empresa acadêmica, pois mensalmente ministramos palestras e cursos, onde abrimos nossas instalações para profissionais da área da saúde e lei