Hospital de Southampton já realizou com sucesso 7 cirurgias. Em laboratório, com cobaias, técnica funcionou em todo o esqueleto. A mistura de células tronco com pó de osso se revelou uma mistura capaz de regenerar partes danificadas do esqueleto. A técnica, desenvolvida por ortopedistas do Hospital de Southampton, no sul da Inglaterra, é a maior esperança de Mark Venebles, de 39 anos. Ele perdeu massa óssea do lado esquerdo do quadril, começou a mancar e a sentir fortes dores. Da medula óssea de Mark, na parte de trás da pélvis, os médicos retiram células-tronco. O material foi misturado com fragmentos de ossos de um doador – mas poderiam ser do próprio paciente. Em seguida, os médicos extrairam a parte doente do quadril de Mark. Deixaram um espaço oco. A cavidade foi preenchida com a pasta formada pela mistura de pó de osso e células tronco. Outras seis cirurgias semelhantes foram um sucesso, e os médicos estão confiantes de que em 3 meses Mark voltará a an
Os primeiros resultados positivos apareceram em cobaias animais, depois o procedimento foi testado em três pessoas. O estado de saúde dos pacientes melhorou. Pesquisadores, do interior de São Paulo, divulgaram o resultado de mais uma pesquisa com células-tronco: aquelas que podem se transformar em qualquer tecido humano. Elas foram usadas, com sucesso, no tratamento de uma doença que atinge os pulmões, o enfisema pulmonar. As pesquisas foram realizadas no Instituto de Moléstias Cardiovasculares, em São José do Rio Preto, e na Universidade Estadual Paulista, em Assis. Os primeiros resultados positivos apareceram em cobaias animais. Depois, o procedimento, considerado inédito, foi testado em três pessoas. As células-tronco foram retiradas da medula óssea e injetadas em uma veia do braço. Os estudos mostraram que uma grande parte das células foi diretamente para os pulmões e o estado de saúde dos pacientes melhorou. Fonte: G1
Tratamento retira células tronco de parentes e injeta nos pacientes. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto desenvolveram uma nova técnica de combate ao diabetes tipo 1, a forma mais grave da doença, que dispensa o uso da quimioterapia. Com isso, além dos doentes escaparem de um tratamento sofrido, os médicos conseguem evitar os efeitos colaterais e encurtar o período de internação. Até agora, os médicos retiravam as células do próprio paciente, que era então submetido a sessões de quimioterapia para eliminar a defesa imunológica do organismo. Depois de duas semanas, as células eram devolvidas ao paciente para reconstruir a defesa imunológica saudável. A nova técnica, ainda em fase de pesquisa, retira células tronco de parentes e injeta nos pacientes. Pacientes - O estudante William Martins descobriu que tinha a doença há um ano. A mãe dele, Marli Martins, decidiu ser doadora e os dois entraram como voluntários da nova pesquisa, consider
Estudo pretende conseguir cura para a silicose. Doença atinge pulmões de trabalhadores em contato com pó de pedra. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está recrutando pacientes que queiram participar de estudos com células-tronco. A pesquisa, inédita no mundo, pretende aprender a tratar doenças pulmonares, como a silicose, que não tem cura. “A silicose é um problema crônico do pulmão que pode ser bastante agressiva e não há tratamento nenhum”, explica a pneumologista Marina Lima, que coordena a Unidade de Pesquisas Clínicas em Pneumologia do Instituto de Doenças do Tórax do Hospital Clementino Fraga Filho, na Ilha do Fundão, no Rio. Segundo ela, a pesquisa começou há cerca de oito anos e a etapa realizada com cobaias teve resultados positivos. Como funciona - No estudo, a célula-tronco é retirada do próprio paciente cadastrado e colocada, através de broncoscopia, que a insere diretamente no pulmão. “É como se fosse uma endoscopia, mas em vez de ir para
Cada vez mais casais buscam coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical de seus bebês. É um seguro para o tratamento de várias doenças em qualquer momento da vida. Seguindo tendência e preocupadas com o futuro de seus bebês, Monica Martelli e Negra Li, escolheram o Centro de Criogenia Brasil para coletar as células-tronco do cordão umbilical das pequenas Julia e Sofia, respectivamente. A procura pela coleta e armazenamento das células-tronco do cordão umbilical vem crescendo anualmente, com a difusão da importância e dos benefícios das células-tronco. Além de serem 100% compatíveis com o bebê e terem alta compatibilidade com os pais e irmãos, as células-tronco coletadas no nascimento podem ser criopreservadas indefinidamente, em Nitrogênio líquido, a -196º C e o procedimento é totalmente não invasivo. Fonte: Máxima Ass. de Imprensa