O Fantástico aborda a importância da genética, mas de um jeito um pouquinho diferente. O assunto são as células-tronco, uma das grandes apostas da medicina para tratar uma série de doenças. A grande notícia é que esses tratamentos começam a sair do papel. Esta semana, cientistas americanos anunciaram um grande avanço no tratamento da leucemia. Uma revolução de verdade. Trazer o filho ao mundo e dar a outros pais a chance de verem seus filhos crescerem: “Estou feliz, porque vou voltar a minha vida normal. Vou fazer minhas coisas normalmente, ir à praia, uma coisa que eu não faço há muito tempo”, conta Gabriel Lobo Lima, de 15 anos. Na segunda-feira (18), Gabriel recebeu o transplante de células-tronco do sangue de um cordão umbilical. Ele foi ao Instituto Nacional do Câncer, o Inca, no Rio de Janeiro, para combater a leucemia violenta que apareceu há quatro meses. O transplante é a única esperança de cura. São as células-tronco que dão origem a todos os tecidos, do
Médicos americanos testaram num pequeno grupo de pacientes com leucemia um transplante de cordão umbilical que, segundo eles, não trouxe risco de rejeição e foi suficiente para deter a evolução da doença. Se novos testes confirmarem os resultados obtidos agora, o método acabará com a necessidade de encontrar um doador compatível, atualmente a maior dificuldade para realizar um transplante de medula óssea. Pessoas com leucemia e outras doenças do sangue muitas vezes têm como única esperança um transplante de medula óssea. É na medula que estão células-tronco capazes de produzir novas células do sangue saudáveis. Nesse tipo de procedimento, a medula óssea do paciente é destruída e ele recebe uma nova medula doada. O maior problema é encontrar um doador compatível para que a medula óssea transplantada não seja rejeitada pelo sistema imunológico do paciente. Uma opção para a medula óssea doada é o uso de células-tronco extraídas de cordão. As células de cordão não têm as características
O neurocientista canadense Hans Keirstead, que pesquisa na Universidade da Califórnia, tornou-se um dos mais influentes defensores das pesquisas com células-tronco embrionárias - aquelas que têm o potencial de se transformar em qualquer tecido. Keirstead conseguiu fazer com que ratos paralisados voltassem a andar depois de receber um implante de células derivadas de embriões humanos. Ele está prestes a se tornar o primeiro do mundo a testar o método em humanos. O Food and Drugs Administration (FDA), órgão do Departamento de Saúde do governo norte-americano que realiza a vigilância sanitária local, reuniu-se com Hans Keirstead e solicitou que realizasse mais um experimento antes de iniciar as pesquisas clínicas com seres humanos. Este novo teste acabará em Janeiro de 2010 e a partir daí Hans poderá requisitar autorização para o início de testes em seres humanos. Hans ainda contou que pretende iniciar testes clínicos para tratamentos de ELA - esclerose lateral amiotrófica.
Um novo estudo, realizado em ratos, indica que uma injeção de células-tronco no coração pode vir a reverter os danos causados por quimioterapias potentes, destaca o site HealthDay. Os resultados podem contribuir para que, um dia, os doentes com cancro possam receber doses mais elevadas de quimioterapia, sendo que qualquer dano no coração seria reparado, mais tarde, utilizando as suas próprias células-estaminais cardíacas, disseram os investigadores. A doxorrubicina é um fármaco quimioterápico comum, da classe das antraciclinas, usada para tratar vários tipos de cancro, incluindo da mama, ovários, pulmão, tiróide, neuroblastoma, linfoma e leucemia. Mas a terapia pode ter efeitos secundários graves, incluindo danos cardíacos, que podem levar à insuficiência cardíaca congestiva, anos após o fim do tratamento da doença. "Teoricamente, os doentes poderiam ser salvos com as suas próprias células-estaminais", afirmou o autor do estudo, Dr. Piero Anversa, diretor do
O avanço das pesquisas no campo da medicina preventiva ganha a cada momento novos e poderosos aliados contra os estragos do tempo e acenam para que, num futuro bem próximo, transplantes relativamente simples possam fazer desaparecer da rotina dos idosos doenças graves como Mal de Alzheimer, Parkinson, Diabetes e muitas outras. É o que explica o endocrinologista César de Souza Lima Colaneri Depois que a medicina descobriu que o envelhecimento é causado pela perda hormonal e não que a perda hormonal é causada pelo envelhecimento, tudo ficou mais fácil. Pelo menos é o que acredita o médico endocrinologista, especializado na medicina Antienvelhecimento e na Terapêutica Gênica e Celular em Idosos, Dr. César de Souza Lima Colaneri. Ele explica que as pesquisas nesta área têm alcançado resultados surpreendentes e que os especialistas estão conseguindo aumentar a longevidade em até 120 anos, prevenindo as doenças do envelhecimento. Por isso, anime-se! O assunto aqui é melhor i