

A terapia também visa a regeneração de tecidos cerebrais danificados e a formação de novas conexões neurais Imagem: Reprodução A utilização de células-tronco para o tratamento da epilepsia é alvo de pesquisas da há bastante tempo. O estudo foi apresentado no Congresso da Academia Americana de Neurologia em Denver, Colorado, e comprova a eficiência deste tratamento para casos graves da doença. Foram implantados neurônios inibitórios obtidos a partir de células-tronco em pessoas com epilepsia do lobo temporal por esclerose mesial temporal, uma das causas mais frequentes de epilepsia refrataria ao tratamento medicamentoso. O implante foi realizado por procedimento cirúrgico e essas pessoas precisaram ficar em uso de imunossupressores para evitar rejeição das células transplantadas. Os resultados são preliminares, mas promissores. Dos cinco pacientes submetidos ao tratamento até o momento, as respostas foram significativas em dois deles que tem maior tempo em acompanhamento, com reduçã

As células-tronco têm sido cada vez mais usadas pela ciência, mas ainda existem muitos mitos sobre elas Imagem: Reprodução Recentemente, a ciência vem desenvolvendo outras terapias celulares, além do transplante de células-tronco hematopoiéticas As células-tronco são células especiais presentes no corpo humano que podem se transformar em diferentes tipos de tecidos, como músculos, ossos e nervos. Elas são essenciais para o desenvolvimento, crescimento e reparo dos tecidos do nosso corpo. Seu potencial de regenerar tecidos danificados auxilia no tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, doenças degenerativas e cardíacas. Com o avanço científico, tornou-se possível isolar e aplicar estas células conforme a necessidade do paciente, estimulando a regeneração celular e a recuperação de lesões. "Na terapia celular, as células são retiradas do próprio paciente, processadas e depois reinseridas onde são necessárias, estimulando a recuperação de lesões", explica o neuro-ortopedista

Pesquisa realizada nos EUA mostra um avanço considerável no desenvolvimento de células progenitoras de néfrons (NPCs), que devem se encarregar de filtrar o sangue e eliminar substâncias nocivas ao organismo Em imagem ampliada, o material que pode ajudar na descoberta de novos tratamentos para as doenças renais e do sistema excretor - (crédito: Imagem de Biao Huang/Li Lab) Cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC) conquistaram grande progresso no cultivo em laboratório de células progenitoras de néfrons (NPCs) — estruturas programadas para formar o sistema de filtração do rim, os néfrons. As NPCs são uma estratégia considerada muito promissora para a compreensão do desenvolvimento renal e de doenças que afetam o sistema excretor, além de contribuírem na descoberta de novos tratamentos. "Ao melhorar a nossa capacidade de cultivar NPCs a partir de células estaminais humanas, criamos um novo caminho para a compreensão e o combate às doenças renais congênitas e ao câncer", r

Estima-se que os consumidores despejam cerca de 62 bilhões de dólares anualmente em tratamentos antienvelhecimento. No entanto, apesar de cremes, tinturas capilares e botox poderem dar a ilusão da juventude, nenhum deles consegue realmente reverter o curso do tempo. Imagem: Reprodução Os cientistas estão empenhados em compreender as causas biológicas do envelhecimento, com a esperança de oferecer um dia ferramentas que possam retardar ou deter seus sinais visíveis e, o que é mais crucial, as doenças relacionadas a ele. Esses mecanismos subjacentes são frequentemente referidos como “os marcadores distintivos do envelhecimento”. Muitos desses marcadores se enquadram em duas grandes categorias: o desgaste celular geral e a diminuição da capacidade do organismo de eliminar células e proteínas antigas ou disfuncionais. “O mais importante sobre esses marcadores é que são coisas que dão errado durante o envelhecimento e, se revertidas”, afirmou a professora pesquisadora Linda Partridge, d

A terapia de anticorpos está a ser investigada em ratos, com a intenção de abrir caminho para futuros testes em pessoas. Imagem: Reprodução O sistema imunológico pode ser rejuvenescido se forem eliminadas as células-tronco do sangue que promovem a inflamação. Cientistas dos Estados Unidos demonstraram isso em ratos idosos, nos quais restauraram a capacidade de conter vírus e de responder à vacinação. O tratamento consiste numa terapia com anticorpos que elimina seletivamente as células nocivas. Quando este tratamento puder ser aplicado às pessoas, poderá melhorar a imunidade funcional para combater infeções, doenças crónicas e cancro, escreveram os investigadores na revista Nature, onde apresentam os resultados. Esta é uma verdadeira mudança de paradigma, fazendo com que investigadores e médicos devem pensar de forma diferente sobre o sistema imunológico e o envelhecimento, diz Jason Ross, da Universidade de Stanford e autor princípio da pesquisa. A pesquisa baseia-se na observaçã