

Novo tratamento usa um sensor que monitora de forma contínua a glicose e libera automaticamente a quantidade correta de insulina Imagem: Reprodução Pesquisadores do Instituto Nacional de Excelência em Saúde e Cuidados (Nice, na sigla em inglês), do Reino Unido, estão pesquisando um tratamento inovador que promete eliminar a necessidade de injeções regulares de insulina para pessoas com diabetes tipo 1. Quem tem diabetes tipo 1 não possui células funcionais nas ilhotas do pâncreas para produzir insulina. Por isso, devem tomar a substância constantemente por meio de injeções. O novo tratamento funciona da seguinte forma: é instalado nos pacientes um sensor que monitora de forma contínua a glicose. Então, os dados são transmitidos para uma bomba de insulina usada no corpo. Assim, ele calcula quanta insulina precisa ser administrada automaticamente ao corpo para manter os níveis de glicose no sangue dentro de uma faixa saudável. Estes são conhecidos como “sistemas híbridos de circuito

O agricultor Deusdete Lino Pereira, de 54 anos, morador de Igaracy, Paraíba, recuperou a visão após 8 anos. A cirurgia de transplante de células-tronco do limbo, realizada no Hospital HELP em Campina Grande – PB, foi um sucesso, trazendo esperança para toda a família. Imagem: Reprodução Há oito anos, ele perdeu a visão do olho direito enquanto trabalhava em uma casa, vítima de um incidente com um balde de tinta. O olho esquerdo, embora também lesionado, foi salvo na ocasião. Contudo, quatro anos depois, trabalhando na roça, uma pedra atingiu o olho esquerdo dele, resultando em uma infecção irreversível que exigiu sua remoção. A busca por tratamento levou o agricultor a diversos centros oftalmológicos em João Pessoa, Brasília e Recife, sem sucesso. Após uma pesquisa na internet, ele descobriu um caso semelhante ao seu na cidade de Itaporanga. “Pesquisando na internet, descobrimos o caso de uma mulher de Itaporanga que fez um transplante de córnea. Conseguimos o contato com ela e nos

A Universidade Federal de Santa Catarina deu início a um trabalho pioneiro na pesquisa de carne cultivada, em parceria com a Embrapa. Imagem: Reprodução O estudo Pesquisa e desenvolvimento de carne cultivada estruturada com scaffolds de origem vegetal, coordenado pela professora do departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos Silvani Verruck, vai trabalhar para resolver um desafio da área: como transformar as células animais cultivadas em ambientes controlados em um alimento estruturado, como seria um bife, por exemplo. O projeto vai envolver pesquisadores de diversas áreas do conhecimento e tem financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência pública de fomento à inovação. São R$ 2,4 milhões para contribuir com um campo de pesquisa recente, mas também urgente: segundo Silvani, o aumento populacional no mundo traz o desafio de testar novas formas de produção e distribuição de alimentos seguros e de qualidade. “Já temos pesquisas com biomateriais e caracteri

O primeiro medicamento de rejuvenescimento do mundo da empresa americana TurnBio, atrasando o relógio nas “células senescentes” Imagem: Reprodução Água-viva vermelha, também conhecida como “água-viva de Benjamin Button”. Esta água-viva, que tem cerca de 3 mm de tamanho e é encontrada em abundância no Mar Mediterrâneo, é a única criatura que vive uma vida imortal. Quando o envelhecimento começa, o sistema de reparo genético é ativado e a água-viva volta a ser uma água-viva bebê. Não há limite para o número de vezes que esse processo pode ocorrer. É por isso que se considera uma resposta típica encontrar a chave da “renovação”. Faça sua pele parecer 4-5 anos mais jovem A chave para a vida eterna inventada pelo homem é a reprogramação de células-tronco. É uma biotecnologia que permite que os órgãos e tecidos do corpo permaneçam jovens sem envelhecer. A empresa mais avançada nesse campo é a Turn Bioscience, com sede em São Francisco, EUA. O laboratório TurnBio que o repórter visitou n

Objetivos: Apresentar evidências científicas recentes sobre os efeitos do transplante com células-tronco em modelos animais de lesão cerebral hipóxico-isquêmica neonatal e abordar os aspectos translacionais relevantes à aplicação clínica da terapia celular nesse contexto. Imagem: Reprodução Fontes dos dados Para a seleção dos artigos, utilizou-se a base de dados PubMed e Scopus. O critério de seleção de artigos foi a especificidade em relação ao tema estudado, preferencialmente a partir do ano de 2000. Também foram revisados artigos clássicos de anos anteriores que se aplicavam ao propósito desta revisão. Síntese dos dados Células-tronco de diferentes fontes exógenas podem exibir propriedades neuroprotetoras em modelos experimentais de hipóxia-isquemia neonatal. Na maioria dos experimentos animais, os benefícios morfológicos e funcionais observados foram independentes da diferenciação neural, sugerindo mecanismos de ação associados, tais como a liberação de fatores tróficos e a mo