

A novidade agora é que cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison desenvolveram uma nova técnica de impressão 3D para criar tecido cerebral humano que se comporta de maneira semelhante ao tecido real. A pesquisa, publicada na revista Cell Stem Cell, abre caminho para novas maneiras de estudar o cérebro e desenvolver tratamentos para doenças neurodegenerativas. Imagem: Reprodução A técnica utiliza uma “bio-tinta” composta de células-tronco neurais e um hidrogel de suporte. As células-tronco neurais são células indiferenciadas que podem se desenvolver em diferentes tipos de células cerebrais. O hidrogel fornece um ambiente estrutural para as células crescerem e se desenvolverem. A equipe de pesquisa imprimiu o tecido cerebral em camadas finas, uma de cada vez. As camadas foram cuidadosamente organizadas para criar uma estrutura tridimensional que imita a arquitetura do cérebro humano. Após a impressão, o tecido cerebral foi incubado em um ambiente de cultura que promoveu o cresc

Cientistas de Israel encontraram uma solução para facilitar o estudo de estágios fundamentais do desenvolvimento dos humanos: criaram uma espécie de réplica de um embrião usando células-tronco. Cientistas anunciam criação de embrião humano com base em células-tronco — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Em linhas gerais, sabe-se o que acontece nos estágios iniciais do desenvolvimento de um embrião, mas ainda há muitas dúvidas sobre detalhes da formação do futuro feto nas primeiras semanas da gravidez. Um dos problemas é a dificuldade para esse estudo por motivos óbvios: não é possível fazer experimentos e observar o que acontece dentro de um útero de uma mulher. “Não temos um conhecimento profundo sobre como é a dinâmica do desenvolvimento dos estágios iniciais [do embrião]. E essa é a fase crítica, se entendermos isso, podemos entender quais genes são fundamentais para quais órgãos, podemos entender quais remédios são perigosos para os embriões e para as mulheres grávidas”, diz o

A agência regulatória do Reino Unido se tornou a primeira no mundo a aprovar uma terapia genética que promete curar duas doenças que afetam as células sanguíneas. Imagem: Reprodução O novo tratamento contra a doença falciforme e a beta talassemia é pioneira no uso de uma ferramenta de edição genética conhecida como Crispr. As responsáveis pela técnica — as cientistas Emmanuelle Charpentier e Jennifer Doudna — ganharam o Prêmio Nobel em 2020. Este avanço é considerado revolucionário para as duas doenças hereditárias que acometem o sangue, ambas desencadeadas por erros no gene da hemoglobina (proteína responsável pelo transporte de oxigênio nas hemácias). Pessoas com doença falciforme produzem glóbulos vermelhos de formato incomum — parecidos a uma foice. Isso pode gerar uma série de problemas, uma vez que essas células têm um tempo de vida reduzido e podem bloquear os vasos sanguíneos, o que causa dor e infecções potencialmente fatais. Já pacientes com beta talassemia não produze

As células-tronco têm se destacado como uma área de pesquisa promissora no campo da medicina e da saúde pública. Imagem: Reprodução Essas células têm a capacidade única de se transformar em diferentes tipos de células no corpo humano, o que as torna fundamentais para o desenvolvimento de tratamentos inovadores e avanços na saúde pública. Esta pesquisa discutirá a importância da mesma para a saúde pública, abordando seus benefícios e aplicações potenciais. O objetivo deste trabalho de conclusão é destacar como as células-tronco desempenham um papel vital na promoção da saúde pública, contribuindo para o tratamento de uma ampla variedade de condições médicas e oferecendo esperança para o futuro da medicina regenerativa. A compreensão e o uso das CTs têm o potencial de revolucionar a medicina, proporcionando terapias eficazes para doenças anteriormente intratáveis, como doenças degenerativas, lesões da medula espinhal e doenças cardíacas. Além disso, as pesquisas com essas células po

Um novo estudo, publicado na revista Cell Stem Cell, mostra como pesquisadores chineses conseguiram desenvolver rins contendo 60% de células humanas em suínos Imagem: Reprodução Cientistas chineses conseguiram desenvolver com sucesso rins contendo células humanas em embriões de porcos pela primeira vez, como mostra o estudo publicado na revista científica Cell Stem Cell. O objetivo desta pesquisa é encontrar alternativas para realização de transplantes de órgãos em seres humanos. A técnica utilizada pelos pesquisadores envolveu alterar a composição genética dos embriões suínos para em seguida, injetar as células responsáveis pela formação de rins humanos dentro dos animais. Segundo a equipe responsável pelo projeto, após os embriões serem implantadas nas porcas, passados 28 dias, começaram a desenvolver rins com estrutura normal, mas com uma grande presença de células humanas. Os rins foram a principal escolha dos pesquisadores dos Institutos de Biomedicina e Saúde de Guangzhou por