

O Simpósio da Sociedade Internacional de Pesquisas com Células-Tronco reúne, em Ribeirão Preto (SP), duzentos dos melhores pesquisadores do mundo sobre o assunto. Foto: Reprodução O Centro de Terapia Celular do Hemocentro, em parceria com Hospital das Clínicas e a Universidade de São Paulo (USP), é o pioneiro no Brasil no transplante de medula óssea para o tratamento de um tipo de anemia. Este transplante já é feito de graça em Ribeirão Preto, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O conhecimento trazido agora pelos pesquisadores de outros países vai ajudar a ciência brasileira a avançar nas terapias com células-tronco. A professora Lygia Pereira, que também é conselheira da Sociedade Internacional de Pesquisa com Células-Tronco, explica que o simpósio tem autores de pesquisas que vão desde as teorias iniciais até a aplicação prática das terapias em humanos. “É isso que esses cientistas estão fazendo, que é estudar estas células e ver como transformar elas em, por exemplo, células do

Há alguns anos, um renomado cientista vem sustentando a tese de que é possível alcançar a imortalidade. Cientista afirma que imortalidade será possível em 20 anos. / Créditos: Reprodução/Envato José Luis Cordeiro, engenheiro venezuelano com formação no renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), coautor do livro “A Morte da Morte: A Possibilidade Científica da Imortalidade” junto com David Wood, continua a defender sua visão de que, em um prazo de 20 a 30 anos, a conquista da imortalidade será uma realidade. Mas será que é possível, mesmo, alcançar a imortalidade? Continue lendo para compreender a tese do cientista. Cientista afirma que a imortalidade vai chegar em 20 anos Para o cientista José Luis Cordeiro, o maior desafio reside na mudança de mentalidade das pessoas. “A história da humanidade sempre justificou e legitimou a morte, e o maior obstáculo a ser superado é a mentalidade das pessoas. O futuro começa em nossas mentes.” Como membro do The Millennium Proj

Uma pesquisa mostrou como uma molécula encontrada no leite materno pode ter com bebês com paralisia cerebral. A descoberta é muito promissora, justamente por ter sido encontrada em um alimento que é muito seguro para os bebês prematuros, o leite das mamães. O leite materno agora tem mais um novo benefício descoberto, ele pode ajudar bebês com paralisia cerebral. Foto: Reprodução. Publicado na revista Cell Stem Cell e desenvolvido por pesquisadores do Departamento de Pediatria da Escola de Medicina da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, o estudo identificou que é possível recriar a chamada substância branca no cérebro de bebês. A diminuição da substância branca no cérebro de recém-nascidos está diretamente ligada à paralisia cerebral. Com isso, os profissionais conseguiram usar uma molécula gordurosa encontrada no leite materno, que desencadeia um processo de reconstrução da parte atingida, revertendo e reduzindo o quadro. Benefícios Para Eric Benner, autor principal do ar

Duas anormalidades distintas do neurodesenvolvimento que surgem apenas algumas semanas após o início do desenvolvimento do cérebro foram associadas ao surgimento do transtorno do espectro autista, de acordo com um novo estudo liderado por Yale, no qual pesquisadores desenvolveram organoides cerebrais a partir de células-tronco de meninos diagnosticados com autismo. Foto: Pixabay Os pesquisadores dizem que as anormalidades específicas parecem ser ditadas pelo tamanho do cérebro da criança, uma descoberta que pode ajudar médicos e pesquisadores a diagnosticar e tratar o autismo no futuro. As descobertas foram publicadas na revista Nature Neuroscience. “É incrível que crianças com os mesmos sintomas acabem com duas formas distintas de redes neurais alteradas”, disse a Dra. Flora Vaccarino, professora Harris no Centro de Estudos Infantis da Escola de Medicina de Yale e co-autora sênior do artigo. Usando células-tronco coletadas de 13 meninos diagnosticados com autismo – incluindo oito

A terapia com células-tronco tem se destacado como uma das áreas mais promissoras da medicina moderna. Com avanços significativos ao longo dos anos, essa abordagem terapêutica oferece a possibilidade de tratar diversas doenças e lesões de forma inovadora, muitas vezes superando limitações das terapias tradicionais. As células-tronco, caracterizadas por sua capacidade de autorrenovação e diferenciação em diferentes tipos celulares, despertam o interesse de cientistas e médicos em todo o mundo. Este artigo tem como objetivo explorar os avanços e desafios da terapia com células-tronco na medicina atual. Serão abordados os principais tipos de células-tronco, suas aplicações clínicas, a evolução da pesquisa nesse campo e as questões éticas envolvidas. Aplicações clínicas das células-tronco A terapia com células-tronco tem demonstrado grande potencial para o tratamento de uma ampla gama de condições médicas. Uma das aplicações mais bem-sucedidas é o tratamento de doenças do sangue, como