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Notícias

6 de novembro de 2023

Gravidez sem óvulo e espermatozoide pode ser futuro da reprodução

Startups de biotecnologia investem no desenvolvimento da técnica, mas conflitos éticos podem limitar o tema O especialista Rodrigo Rosa discute a técnica do IVG | Foto: Instagram / Reprodução Desde que um artigo da revista Nature relatou a formação do primeiro embrião sintético no mundo, usando células não-reprodutivas para criar a chamada gametogênese in vitro, muitos cientistas começaram a aventar a possibilidade de uma revolução no campo dos tratamentos de infertilidade.  “Essa abordagem vai muito além da fertilização in vitro, que combina óvulo e esperma em laboratório, porque não requer óvulos ou espermatozoides naturais. A produção de gametas acontece fora do corpo, com células não reprodutivas, como as da pele ou do sangue. Chamada de gametogênese in vitro, ou IVG, a técnica promete um dia fornecer a cura para muitos tipos de infertilidade, retardar ou até mesmo desligar os relógios biológicos e permitir uma melhor seleção de embriões”, explica Rodrigo Rosa, especialista em

30 de outubro de 2023

Cientistas desvendam criatura marinha imortal que regenera todo o corpo

Nas costas dos caranguejos-eremitas, é fácil encontrar uma criatura invertebrada em forma de tubo chamada Hydractinia symbiolongicarpus. Ela tem capacidades extremas de regeneração – e pode criar um corpo totalmente novo a partir de um fragmento de tecido. Imagem: Eric Lazo-Wasem/Wikimedia Commons/Reprodução Um estudo publicado na revista científica Cell Reports desvendou (parcialmente) como isso acontece. O que está por trás da regeneração de tecidos são as células-tronco, que se transformam em qualquer célula do organismo. A Hydra (vamos chamá-la assim) armazena suas células-tronco na parte inferior do tronco de seu corpo. Mas, se os pesquisadores removem a boca da criatura marinha, parte do corpo relativamente distante das células-tronco, um novo corpo surge a partir da boca. Por isso, existia a hipótese de que o bichinho gera novas células-tronco quando necessário. Os cientistas do último estudo, da Universidade de Galway (Irlanda), resolveram procurar por sinais moleculares qu

23 de outubro de 2023

Transplante de células-tronco pode curar diabetes

Para controlar o diabetes, cientistas transformam células-tronco do estômago em células que produzem insulina. Estratégia pode revolucionar o tratamento Novo tratamento experimental pode levar à cura do diabetes tipo 1 e de formas graves do diabetes tipo 2, segundo pesquisadores da Weill Cornell Medicine, nos Estados Unidos. É um tipo de transplante celular, feito com as células-tronco do estômago humano, que permite o controle natural dos níveis de açúcar no sangue. Nessa caso, não é necessário recorrer a nenhuma injeção de insulina. Por enquanto, os cientistas realizaram apenas uma prova de conceito do transplante celular, publicado na revista Nature Cell Biology. Nos testes pré-clínicos, incluindo camundongos diabéticos, os resultados foram bastante promissores. Se tudo der certo, a estratégia pode revolucionar a forma como a medicina lida com o diabetes. Como funciona o transplante celular para o diabetes? Com o transplante celular, os pesquisadores querem corrigir um problem

16 de outubro de 2023

Tratamento com células-tronco promete reduzir em 90% crises de epilepsia grave

Os resultados preliminares de um novo tratamento com células-tronco são promissores em pacientes com epilepsia em estágio grave. Passado um ano do tratamento, as crises convulsivas sofreram uma redução superior a 90% nos dois primeiros pacientes a testarem a terapia NRTX-1001. Fonte: Doodlartdotcom/Pixabay Desenvolvida pela empresa norte-americana Neurona Therapeutics, a terapia com células-tronco está na Fase I/II dos estudos clínicos, que poderão incluir até 10 voluntários — hoje, duas pessoas com epilepsia testam a técnica que aparenta ser altamente promissora. Esse impacto na redução das convulsões foi obtido após uma única dose da terapia, já considerada de efeito prolongado. Até o momento, nenhum estudo foi publicado em uma revista científica, mas os dados preliminares foram apresentados no congresso anual da International Society for Stem Cell Research, que ocorreu na última semana, nos Estados Unidos. Tratamentos atuais para pacientes com epilepsia No mercado, já existem m

9 de outubro de 2023

Células-tronco do esmalte do dente podem 'remendar' buracos nos dentes com 'obturações vivas'.

Nosso corpo não pode regenerar o esmalte dentário danificado, mas os cientistas descobriram uma maneira de mudar isso artificialmente. De acordo com um estudo publicado na revista Célula de Desenvolvimento, Cientistas americanos conseguiram criar mini-dentes em laboratório, que secretam proteínas que contribuem para a formação do esmalte dentário. Este pode ser o primeiro passo para a produção de “obturações vivas” que irão fechar buracos de cárie. Também pode levar a substituições de dentes sendo cultivadas em laboratório. O tecido mais duro do corpo humano é o esmalte dentário, que ajuda os dentes a suportar o estresse de comer. Com o tempo, em muitas pessoas, o esmalte dentário é danificado, o que leva ao aparecimento de cáries nos dentes, que precisam ser preenchidas. Às vezes, o dano é tão grave que o dente precisa ser removido. Isso se deve ao fato de nosso corpo não conseguir restaurar o esmalte dos dentes de maneira natural. Como parte de um novo estudo que visa estudar fo

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