Experimentos em animais mostram que células-tronco presentes em substância combatem inflamação no intestino de recém-nascidos. O líquido amniótico pode ajudar a curar uma doença que afeta o intestino de bebês prematuros, dizem médicos britânicos. A doença, chamada enterocolite necrosante, é uma inflamação grave das entranhas que pode levar à falência de órgãos e morte. Resultados de experimentos preliminares feitos em animais, incluídos em um artigo na publicação científica Gut, demonstraram que células-tronco presentes no líquido amniótico podem aliviar em parte a inflamação, aumentando as chances de sobrevivência. O líquido amniótico é um fluido incolor que envolve o embrião dentro do útero. A equipe envolvida no estudo disse que serão necessários mais experimentos até que um tratamento possa ser testado em bebês. Prematuros Bebês que nascem antes da hora - ou seja, aqueles nascidos antes de que se completem as 37 semanas de gestação - não e
Cinco décadas atrás, o pesquisador Leroy Stevens descobriu um tumor no saco escrotal de um rato. Ao examinar o animal, ele identificou vários tecidos, incluindo dentes e cabelos. A partir desta constatação, traçou a origem do tumor e deu início ao estudo das células-tronco. 30 anos mais tarde, cientistas norte-americanos e ingleses conseguiram isolar células-tronco embrionárias a partir do blastocisto de um roedor. Em 1998, duas equipes independentes anunciaram o isolamento de células-tronco embrionárias humanas. E assim, passo a passo, nasceu a linha de pesquisa com células-tronco que traz diversas esperanças para a medicina. Células-tronco são células com a capacidade de se dividirem e darem origem a outras células semelhantes às progenitoras. As células-tronco embrionárias (que formam os embriões de animais e humanos) tem a grande capacidade de transformarem-se, através da diferenciação celular, possivelmente em qualquer tipo de tecido do corpo. Hoje em dia,
location.href = document.getElementsByTagName("base")[0].getAttribute("href") + "ler/2860-saiba-que-de-revolucionario-neste-dente-leite";Fonte: Revista Brasileiros | Gonçalo Jr.
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Sertãozinho, meados de 2009. Ana Carolina Serra, 26 anos, já tinha perdido dois filhos – João Pedro morreu antes de completar cinco meses, e Kauan, no quarto mês. Causa das mortes: tuberculose pulmonar. Eles eram portadores de uma doença congênita conhecida como Deficiência Imunológica Continuada Grave, que transforma um simples resfriado numa doença letal. Ana Carolina, então, soube que estava grávida. Depois de vencer o pânico, decidiu que iria lutar pela vida do terceiro filho. Procurou ajuda no lugar certo: Laboratório de Imunologia e Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital das Clínicas, em Ribeirão Preto. E entregou aos cuidados do imunologista Júlio Voltarelli (Foto acima) o destino do filho que iria nascer em breve e seria batizado Davi. Davi veio ao mundo em 3 de novembro de 2009. Enquanto Voltarelli e sua equipe acionavam bancos do mundo inteiro em busca de célula-tronco de cordão umbilical compatível, Ana Carolina, por ordem do médico, largou