location.href = document.getElementsByTagName("base")[0].getAttribute("href") + "ler/2860-saiba-que-de-revolucionario-neste-dente-leite";Fonte: Revista Brasileiros | Gonçalo Jr.
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Sertãozinho, meados de 2009. Ana Carolina Serra, 26 anos, já tinha perdido dois filhos – João Pedro morreu antes de completar cinco meses, e Kauan, no quarto mês. Causa das mortes: tuberculose pulmonar. Eles eram portadores de uma doença congênita conhecida como Deficiência Imunológica Continuada Grave, que transforma um simples resfriado numa doença letal. Ana Carolina, então, soube que estava grávida. Depois de vencer o pânico, decidiu que iria lutar pela vida do terceiro filho. Procurou ajuda no lugar certo: Laboratório de Imunologia e Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital das Clínicas, em Ribeirão Preto. E entregou aos cuidados do imunologista Júlio Voltarelli (Foto acima) o destino do filho que iria nascer em breve e seria batizado Davi. Davi veio ao mundo em 3 de novembro de 2009. Enquanto Voltarelli e sua equipe acionavam bancos do mundo inteiro em busca de célula-tronco de cordão umbilical compatível, Ana Carolina, por ordem do médico, largou
Pesquisadores do Hospital Henry Ford, nos EUA, desenvolveram uma terapia pioneira que utiliza microvesículas geradas a partir de células-tronco da medula óssea para tratar o câncer de cérebro. O estudo revela que a introdução de material genético produzido pelas células-tronco reduziu uma forma particularmente resistente de tumor maligno no cérebro de ratos de laboratório. “Esta é a primeira incursão de seu tipo na terapia experimental do câncer e representa um tratamento altamente inovador e potencialmente eficaz”, afirma o pesquisador Michael Chopp. A pesquisa foi publicada na revista Cancer Letters. “Eu acredito que esta é uma abordagem importante e muito nova para o tratamento de câncer, e, neste caso específico, o tratamento do glioma. Nós temos estado na vanguarda do desenvolvimento de microRNAs como um meio para tratar a doença, como o câncer e lesão neurológica. Este estudo mostra que ele é eficaz no cérebro vivo, e pode prestar-se à terapia anticân
Desde a década de 90, a coleta e preservação do sangue do cordão umbilical vem sendo realizada e as células-tronco contidas nesse sangue já salvaram muitas vidas de pacientes com diversas doenças sanguíneas, como leucemias e linfomas. A partir de então foram criados bancos públicos e privados para o congelamento das células do sangue do cordão umbilical. A finalidade do congelamento é que o recém-nascido terá acesso, no futuro, a suas próprias células-tronco, caso ele mesmo ou alguém próximo da família precise de uma infusão, pois existe uma grande dificuldade em se encontrar um doador de (células-tronco) medula compatível. A coleta do sangue do cordão é simples e ocorre durante o parto, em condições assépticas, o cordão é clampeado e a coleta do sangue é realizada diretamente para uma bolsa de sangue e enviado para o laboratório, onde será analisado (exames de triagem de patologias, como HIV -1 e 2, Hepatites B e C) e processado para então ser congelado em nitrogênio líquido