Expansão de células-tronco do cordão umbilical abre novas perspectivas em transplantes de medula óssea Se, em épocas não muito distantes, o cordão umbilical de recém-nascidos ia para o lixo, de uns tempos para cá se tornou artigo de luxo. Isso por conter uma reserva de vida para portadores de leucemias, linfomas, anemias graves e outras doenças. Já consagrada, a técnica do transplante de medula óssea a partir de sangue do cordão umbilical ainda hoje reserva novidades. A mais recente descoberta foi o estudo de uma proteína por cientistas do Fred Hutchinson cancer Research center, em Seattle, nos estados Unidos, que permitiu multiplicar (expandir) em 150 vezes o número de célulastronco de um único cordão umbilical. essa técnica permite reproduzir células com as mesmas funções originais, ou seja, com a capacidade de produzir os componentes do sangue. O transplante é a substituição de uma medula óssea doente por uma saudável. A medula óssea é o tecido líquido responsável pela produção d
Desde o pré-lançamento do livro "Células-tronco - como coletar, armazenar e criopreservar", realizado no XV congresso da Sociedade Brasileira de transplante de Medula Óssea, 11 de agosto, no Rio de Janeiro, o assunto células-tronco tem ocupado boa parte da mídia, ainda carente de informações. A publicação, que foi idealizada pelos médicos Celso Massumoto, Sally Massumoto e Carlos Alexandre Ayoub, surge como uma fonte de pesquisa e fruto de um trabalho árduo, na busca constante em fomentar uma área que já dispõe de grandes resultados e que ainda tem muito que trabalhar. Mas, parte desse trabalho foi reconhecido durante o lançamento oficial que contou com a presença de 320 convidados no hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, no 25 de agosto, e foi consolidada com a entrevista dada pelo Dr. Celso, no dia 2 de setembro ao Jô Soares. Clique no link ao lado você poderá assistar a entrevista na íntegra: ASSISTA AO VIDEO Para mais informações sobre o livro, envie um email p
A técnica, na qual o Brasil se destaca, promete revolucionar a área dos implantes. Em pesquisa recente, britânico formou estruturas ao combinar células humanas e de camundongos. Criar dentes em laboratório usando apenas componentes biológicos é uma das principais buscas da odontologia. Não é para menos. O chamado biodente, desenvolvido a partir de células-tronco humanas, pode um dia livrar definitivamente a humanidade de dentaduras, próteses e pinos de titânio encravados na gengiva. No futuro, indicam os estudos, dentes de verdade, novos em folha e com raízes poderão ser implantados na boca dos pacientes. Essa linha de pesquisa foi apresentada pela primeira vez em 2004, no Journal of Dental Research. Naquele ano, em uma mesma edição, a revista especializada publicou dois artigos sobre os primeiros experimentos na área, que a publicação chamou de “odontologia do futuro”. Um dos estudos era assinado por Paul Sharpe, do King’s College de Londres. O outro, pelos pesquisador
Procedimento reduz em até dois meses período de recuperação. Odontólogos da Faculdade São Leopoldo Mandic aplicam células-tronco em paciente: a primeira do País. A Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas, deu um passo importante para o uso de células-tronco sanguíneas nas cirurgias odontológicas realizadas no centro de ensino, o que também irá possibilitar a expansão das pesquisas sobre o tema. Isso graças a um equipamento desenvolvido por hematologistas do instituto de Biociências da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e que foi adquirido pelo centro acadêmico de Campinas. É a primeira faculdade brasileira de odontologia a possuir o aparelho, que separa as plaquetas de forma mais precisa, permitindo potencializar a produção de células-tronco. O novo procedimento utiliza células-tronco sanguíneas, ou seja, são extraídas do sangue do próprio paciente e aplicadas nele mesmo, reduzindo a zero as chances de rejeição. As primeiras cirurgias
Pesquisa realizada na UT Southwestern University, nos EUA, pode permitir criar células-tronco formadoras de sangue em laboratório, avança o portal Isaúde. A pesquisa revela o ambiente dentro da medula óssea que ajuda a combater infecções. Os cientistas identificaram a definição biológica para células formadoras de sangue que produzem as células brancas conhecidas como células T e células B. Os dados mostram que as células chamadas linfoides progenitoras iniciais, que são responsáveis pela produção de células T e células B, prosperam em um ambiente conhecido como nicho osteoblástico. A investigação, publicada na revista Nature, também estabelece uma abordagem promissora para o mapeamento do sistema inteiro de formação do sangue pelos investigadores. Os cientistas, liderados por Sean Morrison, já sabem fabricar grandes quantidades de células estaminais que originam o sistema nervoso, pele e outros tecidos. Mas eles não têm sido capazes de produzir células-tronco f