Cães que há pelo menos um ano estavam com as patas traseiras paralisadas recuperaram parte dos movimentos depois que tiveram células-tronco transplantadas diretamente para suas medulas espinhais. Até pouco tempo atrás, Jasper não conseguia mover as patas traseiras devido a uma lesão na medula espinhal. Ele conseguiu recuperar os movimentos após o transplante (May e Peter Hay) Jasper, 10 anos, é um pequeno cachorro da raça dachshund que vive com um casal na cidade de Cambridge, Inglaterra. Há anos com as patas traseiras paralisadas devido a uma lesão na medula espinhal, o cãozinho recuperou os movimentos após um transplante de células-tronco nasais no tecido da medula danificado. Jasper faz parte de um grupo de cachorros que participou do primeiro teste que conseguiu recuperar uma lesão "real" de medula em um animal — e não uma lesão causada em laboratório. Os resultados foram publicados na edição de novembro da revista científica Brain. As células transplan
Procedimento já é autorizado na Europa, e prevê crescimento na aplicação estética e reparadora no Brasil. As brasileiras podem ter mais uma opção para aumentar os seios: a aplicação de célula-tronco. A cirurgia para aumento dos seios mais utilizada no Brasil é a de prótese de silicone, com cerca de 110 mil procedimentos por ano, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a frente da lipoaspiração e até da cirurgia de abdômen. As cirurgias com célula-tronco para aumento dos seios acontecem através da extração de gordura da região abdominal ou região interna do joelho, onde há maior concentração de células-tronco no tecido adiposo. O procedimento tem auxílio de uma máquina chamada de ‘Celution System’, que trata a gordura retirada com enzimas e a centrifuga até que as células-tronco sejam isoladas, para depois misturá-las com uma pequena quantidade de gordura que serão injetadas com seringas nos seios. Tal metodologia é possível, pois as células-tronco
Nada de dentaduras ou implantes. O que a medicina promete para um futuro próximo é uma terceira dentição. Um casal de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Silvio e Mônica Duailibi, desenvolveu dentes a partir de moldes biodegradáveis e células-tronco. Nos primeiros experimentos, feitos em ratos, os cientistas conseguiram criar dentes nos animais, o que inicia a possibilidade da terceira dentição em humanos. A formação de um dente biológico exige duas etapas - a composição do dente e a estrutura que o suporta na mandíbula. Os pesquisadores conseguiram reproduzir essas estruturas e, com a ajuda de imagens de ressonância magnética e um programa de computador, definiram as dimensões do dente, que fica fiel ao tamanho e formato de um dente humano. Assim é possível reproduzir o incisivo, o molar, o pré-molar e o canino. E o que isso muda na sua vida - Esse avanço ultrapassa as paredes da odontologia e possibilita visualizar uma medicina que trabalhe co
Técnica testada em ratos pode permitir tratamento de pacientes humanos que sofrem de deficiência de hormônios da tireoide. Cientistas da Université Libre de Bruxelles, na Bélgica, conseguiram gerar, pela primeira vez, tecido funcional da tireoide a partir de células-tronco em ratos. O estudo, publicado na revista Nature, mostra que a técnica pode permitir o tratamento de pacientes que sofrem de deficiência de hormônio da tireoide, provocado por um defeito na função, ou pelo desenvolvimento anormal da glândula tireoide. Tireoide - Os hormônios da tireoide consistem em uma classe de moléculas que contêm iodeto, que desempenha um papel crítico na regulação de diferentes funções do corpo, incluindo metabolismo, crescimento e função cardíaca e que são cruciais para o desenvolvimento normal do cérebro. A glândula tireoide, órgão endócrino especializado na captura de iodeto, é o único órgão onde ocorre a produção destes hormônios. No entanto, um em cada 3 mil recém-nasci
Primeiro resultado conclusivo de pesquisa da UFRJ mostrou melhora de 5% no funcionamento pulmonar. A silicose pulmonar, quando em estágio avançado, reduz drasticamente a capacidade respiratória do paciente, fazendo necessário o uso de respiradores artificiais (Thinkstock) O uso de células-tronco para o tratamento de pacientes com silicose pulmonar se mostrou eficiente em barrar a progressão da doença em um ano de acompanhamento. A inserção dessas células por broncoscopia consegue ainda melhorar em 5% o funcionamento das áreas do órgão que não foram afetadas pela sílica. O resultado do estudo foi apresentado durante a Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), que terminou neste sábado em Águas de Lindóia, interior de São Paulo. A silicose pulmonar é uma doença causada pela inalação da poeira de sílica. O problema afeta principalmente funcionários da construção civil e pessoas que trabalham com lapidação de jóias e com jateamento de cascos