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Notícias

18 de outubro de 2013

Pesquisa sugere uso de células-tronco para recuperação de queimaduras

Estudo descobre que pele se regenera à noite e se protege de agentes externos durante o dia. Os experimentos ainda não foram feitos com humanos, mas apresentaram resultados promissores em ratos. Um estudo divulgado no dia 15/10/2013, sugere o uso de células-tronco para intervenções na pele. Cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, usaram essa estrutura para potencializar a recuperação de queimaduras. Os experimentos ainda não foram feitos com humanos, mas apresentaram resultados promissores em ratos. A ação de uma proteína chamada hypoxia 1 (HIF-1 ), responsável pela liberação de células-tronco, explica o benefício. Por meio de terapia gênica, os cientistas manipularam e potencializaram a função da HIF-1 em camundongos idosos. “Mudamos o sistema dela para alcançarmos melhor cicatrização de queimaduras”, explica John Harmon, um dos pesquisadores do estudo e professor do Departamento de Cirurgia da faculdade americana. “Os animais que recebera

11 de outubro de 2013

Ganhadores do Nobel detalharam comunicação química entre células

Eles descobriram que células diferentes têm processos similares. Professor explica relevância do Nobel de Medicina. O trabalho dos pesquisadores James Rothman, Randy Schekman e Thomas Südhof, ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina de 2013, é muito relevante para entender como certas células liberam secreções que produzem de forma controlada, destaca Fernando Rodrigues Abdulkader, professor do Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Mais do que isso, suas pesquisas mostram que processos muito parecidos ocorrem em células com funções bem diferentes, como as glandulares e as nervosas, explica o cientista brasileiro. Rothman, Schekman e Südhof, foram anunciados no dia 07/10/2013, como ganhadores do Nobel de Medicina, por seus trabalhos sobre o transporte vesicular. As células funcionam como “fábricas” que produzem e exportam diferentes moléculas. A insulina, por exemplo, é produzida e secretada para o sangue, e neurotr

4 de outubro de 2013

Unicamp desenvolve técnica com células-tronco para cicatrizar feridas

Fio enriquecido acelera o processo de regeneração de tecidos em fístulas. O estudo patenteado e deve passar pela fase de testes em humanos. Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) fizeram uma pesquisa com fio de sutura com células-tronco que acelera a cicatrização de feridas e cortes. O método aumentou a agilidade em fístulas intestinais, que é uma ferida aberta provocada por uma falha de cicatrização ainda de origem desconhecida e de difícil tratamento. O estudo patenteado está na fase final de testes. Segundo os pesquisadores, após o terceiro dia da aplicação do fio de sutura comum enriquecido foi diagnosticado que a área do ferimento havia diminuído. Para fixar as células no fio alteraram a concentração de uma cola cirúrgica humana a ponto de permitir que as células se soltassem do fio para o local da adesão. Os cientistas usaram células tronco que diminuem o processo inflamatório onde são aplicadas aumentam a vascularização e liberam

27 de setembro de 2013

Pesquisadores russos desenvolvem nova técnica para utilização de células-tronco

"Aprendemos a evitar perdas. Transferimos as células sem retirá-las da matriz. Isso nos permite restaurar quase completamente as funções da medula espinhal danificada e devolver aos paraplégicos a capacidade de se mover", explica Ígor Baríchnikov, professor catedrático da Universidade de Krasnoiarsk, na Sibéria. Segundo cientista, com transferência das células sem retirá-las da matriz, é possível restaurar quase completamente as funções da medula espinhal danificada Foto: Kommersant Cientistas russos da Sibéria desenvolveram uma técnica única de tratamento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito, quedas, ferimentos por arma de fogo, lesões na medula espinhal, entre outros, e que perderam o movimento de parte do corpo. Ela se baseia na surpreendente capacidade das células estaminais de se transformar em células de outros órgãos. Vale notar que cada transformação se opera segundo um esquema individual, pois cada organismo tem um conjunto úni

20 de setembro de 2013

Pedrinho vai receber células-tronco do primo

Abner nasceu com uma brilhante missão, ajudar no tratamento de Pedro Tassi Peixoto Um ano e cinco meses depois do tratamento na China, a família do menino Pedrinho, Pedro Tassi Peixoto, comemora os resultados obtidos. Hoje, ele consegue firmar o corpo, entende tudo o que ouve e se prepara para entrar na escola no ano que vem. Além disso, dia 13/09/2013 às 7h30 nasceu Abner, o primo que doou as células-tronco do sangue do cordão umbilical que serão implantadas em Pedrinho. Surge uma nova esperança para a evolução de Pedrinho. A coleta das células foi realizada por uma enfermeira especializada da clínica CCB, de São Paulo. Agora, o material será separado. As células da parede do cordão, que ficarão armazenadas a -170° em nitrogênio líquido, podem ser utilizadas em tratamento de paralisia cerebral. Após o exame de compatibilidade, o material pode ser aplicado em Pedrinho daqui 30 dias, por um médico de Votuporanga. Antes disso, o menino será consultado por um neu

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