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Notícias

10 de janeiro de 2014

Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes

Uma equipe de médicos argentinos conseguiu pela primeira vez, por meio de engenharia celular, que células do pâncreas voltem a produzir insulina, o que é um avanço fundamental para um futuro tratamento contra o diabetes. A partir de células-tronco provenientes da gordura, os pesquisadores conseguiram criar ilhotas de Langerhans, os acúmulos de células do pâncreas, e reconstituir sua função de produzir o hormônio insulina e seu complementar, o glucagon. Precisamente, o diabetes é gerado quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não pode utilizá-la de forma eficaz. A descoberta foi realizada pelo Centro de Pesquisa em Engenharia de Tecidos e Tratamentos Celulares da Universidade Maimónides, de Buenos Aires, dedicado à reconstrução de órgãos com o objetivo de substituir os que faltam ou suprir os que têm alguma insuficiência. O diretor do centro, Gustavo Moviglia, explicou à Agência Efe que a importância da conquista se deve principalmente porque

2 de janeiro de 2014

Tratamento com células-tronco pode ter curado criança em estado vegetativo

Médicos alemães ainda são cautelosos em atribuir recuperação à terapia inédita, mas comemoram avanços na fala e cognição de menino que teve danos cerebrais após parada cardíaca em 2009. Depois de sofrer uma parada cardíaca e passar por procedimentos de reanimação por mais de 25 minutos em 2009, um menino, na época com dois anos e meio, entrou em estado vegetativo e suas chances de sobrevida não passavam de 6%. Mas, apoiados pelos pais, que haviam congelado as células do cordão umbilical do garoto quando ele nasceu, médicos de Bochum (oeste da Alemanha) tentaram uma terapia inovadora. Nove semanas depois do incidente, a criança recebeu o material preservado com um transplante autógeno, ou seja, do próprio sangue umbilical, rico em células-tronco. A recuperação do garoto tem surpreendido a equipe que cuida do menino. O caso foi descrito pelos médicos Arne Jensen e Eckard Hamelmann, professores da Universidade de Bochum, em um artigo publicado pelo jornal científico

5 de dezembro de 2013

Nova técnica vai usar células-tronco para tratamento de lesões

Cientistas brasileiros e norte-americanos estão perto de apresentar uma nova técnica que permite obter linhagens seguras de células-tronco para serem usadas no tratamento de lesões medulares e doenças genéticas como a distrofia muscular. Os primeiros resultados foram anunciados pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da North Carolina State University, nos Estados Unidos. “Estamos trabalhando com linhagens de células animais adultas nas quais induzimos a pluripotência [capacidade equivalente à das células-tronco embrionárias de se diferenciar em qualquer tecido]. Nosso foco é obter uma linhagem segura, sem o potencial de formar tumores, para ser usada em testes pré-clínicos e clínicos”, contou Carlos Eduardo Ambrósio, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga. O projeto é coordenado por Ambrósio e por Jorge Piedrahyta, da Faculdade de Medicina Veterinária da North Carolina State University. Para induzir a pluripotência em fibrobla

29 de novembro de 2013

Mini-rim é construído a partir de células-tronco humanas

Os rins raramente recuperam suas funções quando são danificados por doenças, o que ressalta a necessidade urgente de um melhor conhecimento do desenvolvimento renal e da fisiologia do órgão. Há poucos meses, médicos conseguiram pela primeira vez construir um rim "semi-artificial" em laboratório. Agora eles deram um largo passo adiante, criando uma plataforma para estudar doenças renais a partir de células-tronco. Pela primeira vez, foram cultivadas estruturas renais tridimensionais a partir de células-tronco humanas, abrindo novos caminhos para o estudo do desenvolvimento das doenças dos rins e para a descoberta de novos medicamentos para as condições que afetam o órgão. Os resultados, apresentados na revista Nature Cell Biology, foram obtidos por pesquisadores do Instituto Salk de Estudos Biológicos (EUA). Cientistas transformaram células-tronco humanas em brotos ureterais, estruturas renais responsáveis pela reabsorção de água depois que as toxinas são fi

22 de novembro de 2013

Terapias com células-tronco: promessa ou realidade?

Artigo de capa, da Edição 308 da revista Ciência Hoje, detalha os avanços e desafios da ciência nas pesquisas sobre o uso medicinal de células-tronco e afirma que esse tipo de tratamento está cada vez mais próximo. De todas as perguntas feitas a quem pesquisa células-tronco, a mais delicada é: “Em quanto tempo essas terapias serão oferecidas a pacientes?”. A pergunta exige uma clarividência desconfortável para qualquer cientista sério, que conhece os rumos incertos da pesquisa. Além disso, a resposta deve ter um equilíbrio entre a absoluta verdade e uma boa dose de otimismo – já fui acusada de jogar “um balde de água fria nos telespectadores” ao declarar que ainda não havia qualquer terapia com células-tronco aprovada para uso em humanos… Por isso, respondo, há vários anos: “Não sei, mas tenho convicção de que nossa geração ainda se beneficiará desses estudos”. Mas hoje, qual é o ‘estado da arte’ nessa área? Quais os estudos clínicos em andamento? O quanto ava

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