Jogador Ávine apresenta desgaste acentuado na cartilagem do joelho e não disputa uma partida oficial desde agosto do ano passado. Após quase um ano sem entrar em campo para disputar partidas oficias, o lateral Ávine tem a esperança renovada para voltar a jogar com a camisa do Bahia. O médico Luiz Sapucaia anunciou que o jogador passará por um tratamento com células tronco para tratar da lesão de cartilagem que o impede de atuar desde agosto do ano passado. - O Ávine tem uma condropatia articular do joelho, que é um desgaste acentuado da cartilagem. Estamos com um projeto de fazer um novo procedimento, com implantação de placas de células tronco na área afetada. Esse tratamento deve ser feito dentro de 15 ou 20 dias. É uma conduta já conceituada. Vamos tentar melhorar a recuperação articular dele. Essa conduta vai nos dar a oportunidade de formar melhor a cartilagem do atleta - disse o médico tricolor. Segundo Luiz Sapucaia, o tratamento é avançado e basta
Cientistas conseguiram, pela primeira vez, reproduzir um pedaço de fígado humano em laboratório por meio de células-tronco retiradas da pele e do sangue. A façanha, divulgada por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Yokohama, no Japão, é novo combustível para a corrida científica de se criar órgãos para transplante sem o obstáculo de necessidade de um doador. Há duas formas principais de células-tronco — as embrionárias, cujo estudo tem várias limitações éticas e religiosas, e as “células-tronco de pluripotência induzida” (IPS, na sigla em inglês), muitas vezes retiradas de pele ou sangue e reprogramadas geneticamente para crescerem como outro tipo de tecido. A equipe japonesa, de acordo com o trabalho publicado na “Nature”, usou as IPS para cultivar três tipos células que formam o fígado. Para o espanto dos pesquisadores, as células conseguiram se organizar sozinhas a ponto de formar o que especialistas chamam de broto hepático, uma forma rudim
Uma parceria inédita no país firmada entre a Fundação Ezequiel Dias (Funed) e a empresa GID Brasil pode resultar numa proposta de terapia definitiva não só para diabetes como para outras doenças causadas por morte de tecidos. Uma série de pesquisas será realizada na Funed a partir de células-tronco retiradas de gordura (tecido adiposo). "O grande objetivo da iniciativa é incorporar a terapia celular no Sistema Único de Saúde (SUS) de modo a disponibilizá-la aos seus usuários", afirmou o presidente da Fundação, Augusto Monteiro Guimarães. A parceria conta com o apoio do Hospital Vila da Serra, do Banco do Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A pesquisadora da Funed, Alessandra Matavel, relata que as células-tronco adultas têm aberto uma nova perspectiva para uma terapia definitiva do diabetes e suas complicações. Segundo Alessandra, o tratamento convencional com injeção de insulina dem
Experiência do RS foi feita em animais e teve 50% de êxito no tratamento de tecidos e nervos. Uma pesquisa genuinamente brasileira, que teve seus resultados concluídos em junho, revelou que a chance de regeneração de tecidos, órgãos e cartilagens por meio de células-tronco chega a 50%. O trabalho foi desenvolvido pela estudiosa Patrícia Pranke, coordenadora do Laboratório de Hematologia e Células-Tronco da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O trabalho foi feito junto com outros 20 pesquisadores. Conforme explicou Patrícia, o objetivo do trabalho desenvolvido nos últimos anos foi investigar qual a probabilidade da regeneração de vasos e nervos usando a nanotecnologia. Os testes foram feitos em porcos que tiveram os focinhos e a faringe lesionados. Ambas as partes do corpo foram reconstruídas com a técnica em 50% dos animais. Os resultados, segundo a pesquisadora, apontam que há grandes chances de reconstruções de órgãos humanos. Assim, testes em humano
Médicos alemães afirmam nesta semana terem curado com sucesso uma criança, de 2 anos, que sofria de paralisia cerebral. O tratamento, realizado a partir de células-tronco do próprio paciente, foi realizado por especialistas do Hospital Universitário de Bochum, na Alemanha. O caso é o primeiro no mundo. As informações foram divulgadas em nota pelo hospital. Hoje, o jovem continua seu tratamento na unidade hospitalar. A expectativa é de novos progressos em seu tratamento. Foto: Divulgação / Hospital Universitário de Bochum O menino, identificado apenas como L.B., sofreu uma parada cardíaca em novembro de 2008. Como sequela, ele sofreu graves danos cerebrais que o levaram ao estado vegetativo. Os médicos alertaram aos pais que as chances de sobrevivência do menino eram mínimas. Os especialistas, então, começaram a pesquisar quais opções poderiam ser aplicadas para recuperar o menino. Mas, descobriram que não havia nenhum tratamento conhecido para paralisia cer