

Artigo de grupo de pesquisadores da Famema (Faculdade de Medicina de Marília) foi publicado na mais recente edição da Experimental and Therapeutic Medicine (Volume 17, Nº 6, Junho/2019). O artigo com o título “Xenotransplantation of human dental pulp stem cells in platelet‑rich plasma for the treatment of full‑thickness articular cartilage defects in a rabbit model”, tem o Diretor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Famema, Prof. Dr. Spencer Luiz Marques Payão, como coordenador do grupo formado por pesquisadores da Famema, juntamente com profissionais do Hospital São Rafael de Salvador, da Unesp de Botucatu e da Universidade Sagrado Coração de Bauru. O trabalho científico avalia que células-tronco em estrutura de plasma rico em plaquetas (PRP) podem ser um tratamento promissor para o reparo da cartilagem. Descobriu-se que subpopulações de células-tronco da polpa dental humana (hDPSC) têm potencial angiogênico, neurogênico e regenerativo substancial quando comparadas com outras

Tecnologias da Quarta Revolução Industrial, como a inteligência artificial, prometem novos métodos de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças. A quarta revolução industrial modificará radicalmente os tratamentos médicos ao atenuar as linhas entre o físico, o digital e o biológico. Avanços na engenharia genética poderão, em breve, permitir que o próprio organismo combata o câncer e que órgãos artificiais sejam criados em laboratório para a realização de transplantes. O relatório intitulado “Futuro da Saúde e da Assistência Médica”, divulgado pelo Conselho do Futuro Global (CGF, da sigla em inglês) do Fórum Econômico Mundial, evidencia como a Quarta Revolução Industrial está transformando a saúde e a medicina graças aos avanços em genoma, engenharia genética, biologia sintética, nanotecnologia, ciência de dados, inteligência artificial e robótica. Confira alguns destaques da publicação que impactarão diretamente na área saúde: 1. Recuperação de partes do corpo danificadas N

Cientistas desenvolveram o que pode ser descrito como um “band-aid” pro coração. Ele é como um adesivo, feito de células-tronco funcionais, que poderia ser cirurgicamente implantado no coração para ajudar a reparar os danos causado por um ataque cardíaco. Ele é produzido com células do próprio paciente, tem 2 cm x 3cm de tamanho, e deve funcionar como um músculo, além de liberar químicos necessários para regenerar células na região e reconstruí-las. O adesivo já foi testado em coelhos, e os cientistas obtiveram sucesso, dizendo que parece que o “adesivo” é realmente seguro. Os testes em humanos devem acontecer no decorrer dos próximos dois anos, de acordo com a British Cardiovascular Society. Idealmente, o uso do adesivos deveria passar a ser rotina, de acordo com o pesquisador Dr. Richard Jabbour. “Nós poderíamos prescrever um adesivo juntamente com remédios para alguém que experienciar problemas cardíacos, podendo ser algo facilmente obtido numa clínica e inserido no paciente.”

Estudos de ponta mostram resultados importantes no tratamento de fraturas, lesões e também da bambeira, problema que é tabu entre os criadores de equinos. As células-tronco são base para pesquisas importantes da medicina humana e podem curar ou reconstruir partes de tecidos de órgãos, nervos, ossos, coração. E elas também podem curar animais. Cientistas estão fazendo estudos de ponta que usam essas células para tratar doenças de cavalos. Quisling e Bamba foram diagnosticados com bambeira. Comanche, com uma fratura grave, com múltiplos fragmentos. Dama teve um tendão lesionado. Os quatro cavalos têm histórias diferentes, mas que se juntam em um mesmo desfecho: eles fazem parte de um pequeno grupo que passou por terapias com células-tronco no Brasil. As células-tronco existem nos embriões, antes da formação dos fetos, e também em animais adultos, onde há estoques para a renovação natural do corpo. São células bem novas, que ainda não ganharam missão específica para virar, por exempl

Pesquisadores da Escola de Medicina Icahn, em Mount Sinai, demonstraram que as células-tronco derivadas da placenta, conhecidas como células Cdx2, podem regenerar células cardíacas saudáveis após ataques cardíacos em modelos animais. Os resultados, publicados na edição de 20 de maio da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências (PNAS), podem representar um novo tratamento para a regeneração do coração e de outros órgãos. "Cdx2 células historicamente foram pensadas para gerar apenas a placenta no início do desenvolvimento embrionário, mas nunca antes foram mostrados para ter a capacidade de regenerar outros órgãos, razão pela qual isso é tão excitante. Essas descobertas também podem abrir caminho para a terapia regenerativa de outros órgãos além do coração", disse o investigador principal Hina Chaudhry, MD, diretor de Medicina Cardiovascular Regenerativa na Escola de Medicina Icahn no Monte Sinai. "Eles quase parecem uma população super carregada de células-tronco, na med