O argentino Di María está fazendo de tudo para jogar a final da Copa do Mundo. Segundo o jornal As, o meia-atacante recorreu a tratamento com células-tronco para acelerar a recuperação da lesão muscular que sofreu na vitória por 1 a 0 sobre a Bélgica. De acordo com o As, Di María já havia recorrido às células-tronco pelo Real Madrid. O método visa reparar os tecidos lesionados e regenerar as células danificadas, diminuindo a dor e também a inflamação. "Vou me matar para me recuperar, porque quero estar na final. Os garotos precisam de mim", disse Di María aos médicos da Argentina, em declaração publicada pelo As. Di María iniciou o tratamento há alguns dias, assim que a delegação argentina retornou à Cidade do Galo, em Vespasiano/MG. O camisa 7 sofreu uma lesão de grau um no músculo posterior da coxa direita. Ele que foi ausência na semifinal, na vitória contra a Holanda na última quarta-feira, em São Paulo, alimenta a esperança de disputar a final no domi
A doadora, Maria Clara, de 1 ano, nasceu após ter sido selecionada geneticamente para não carregar o gene da talassemia e ser 100% compatível com a irmã, Maria Vitória, de 6. Maria Vitória sofria de talassemia major, uma doença crônica e grave que acontece quando a medula óssea produz menos glóbulos vermelhos e, consequentemente, não consegue fabricar sangue na frequência necessária. Por isso, ela recebia transfusões de sangue a cada três semanas e tomava remédios diariamente para controlar a quantidade de ferro no corpo. Depois de procurar mais de 30 médicos em busca de uma solução para a doença da filha, os pais de Maria Vitória - Jênyce Reginato da Cunha e Eduardo da Cunha - decidiram passar pela fertilização in vitro para selecionar um embrião que pudesse ajudar na cura de Maria Vitória. Na prática, funcionou assim: a fertilização resultou em dez embriões, que tiveram suas células analisadas. Desses, dois eram saudáveis e totalmente compatíveis com a meni
O neuroblastoma é um câncer que se desenvolve a partir das células nervosas imaturas. Embora tenha localização preferencial nas glândulas adrenais, pode ocorrer em outras áreas do corpo humano como no abdômen, peito, pescoço e nas regiões próximas à medula espinhal. Trata-se de um tumor extracraniano, mais comum em crianças, possuindo algumas classificações variáveis de acordo com localização e tamanho, por exemplo. Dessas formas, o grau quatro é o mais complicado e de pior resultado. É uma classe de tumores pouco estudada, o que dificulta o desenvolvimento de novas opções terapêuticas. Para pacientes com neuroblastoma grau quatro, o transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas é uma opção. Contudo, há uma grande possibilidade de coleta e transplante das células doentes, uma vez que, em muitos casos, o tumor se espalha para a medula-óssea. Assim, a criopreservação das células-tronco do sangue de cordão umbilical é importante por disponibilizar prontamen
O senador Alvaro Dias, em pronunciamento no Plenário, fez um apelo ao governo federal, para que retire os entraves que atualmente impossibilitam o avanço das pesquisas com células-tronco, e sua possível utilização na cura de doenças e para salvar vidas. O senador falou da sua participação no programa do comunicador Jocelito Canto, na rede Massa/SBT do Paraná, que realizou uma campanha de arrecadação para dar suporte ao tratamento com células-tronco que dois garotos da região de Ponta Grossa atualmente estão fazendo na Tailândia. Alvaro Dias lamentou que o Brasil, o primeiro país da América Latina a aderir a pesquisas com células-tronco, ainda não tenha tratamento para algumas doenças por conta dos entraves burocráticas e da legislação para o avanço na medicina. “Participei na última sexta-feira (9/6) do programa de TV de Jocelito Canto, a quem parabenizo aqui da Tribuna pela ação benemérita de arrecadar recursos para sustentar o tratamento de dois meninos paranaenses, que possuem u
Glóbulo branco especial foi criado por pesquisadores da Universidade da Califórnia; método simula mutação rara em indivíduos imunes ao vírus. Um grupo de hematologistas acaba de dar mais um passo na luta contra o HIV. A partir do uso de células-tronco, os pesquisadores projetaram um glóbulo branco especial, resistente ao vírus. Os resultados foram divulgados na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences. A equipe de cientistas é liderada por Yuet Wai Kan, da Universidade da Califórnia, ex-presidente da Sociedade Americana de Hematologia. Segundo a Wired, o glóbulo branco que eles tinham a intenção de transformar era o T — uma célula responsável pelo envio de sinais para outras do sistema imune, muito atingida pelo HIV. Ao contar células desse tipo em um milímetro cúbico de sangue, médicos identificam em pacientes sadios entre 500 e 1.500 células/mm3 (que é a faixa normal). Se elas caem abaixo de 250, é sinal de que o HIV se apoderou do si