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Notícias

18 de dezembro de 2007

Bebê receberá células-tronco de medula no RS

O bebê Eduardo Prestes, 6 meses, será submetido nesta segunda-feira a um transplante de células-tronco de medula, em Porto Alegre. O transplante será feito a partir de um cordão umbilical trazido de São Paulo. As informações são do jornal Zero Hora. Eduardo nasceu em Parobé (RS) com deficiência leucocitária, doença rara que faz com que seu sistema imunológico não funcione normalmente. Ele está internado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre desde os 16 dias de vida. O bebê fez a última das sete sessões de quimioterapia pelas quais precisava passar antes do procedimento. O tratamento era necessário para destruir as células da medula óssea do bebê, tornando-o apto a receber novas células e evitando uma possível rejeição. O transplante deve durar cerca de 40 minutos. O procedimento é semelhante a uma transfusão de sangue e as células-tronco presentes no sangue do cordão umbilical do doador entrarão no organismo do bebê através de uma veia. Comentário CCB:

10 de dezembro de 2007

Entenda como as células-tronco funcionam em nosso corpo

Quando um espermatozóide penetra no óvulo, iniciando a fecundação, o DNA do pai liga-se ao DNA da mãe, e juntos vão formar uma nova célula (zigoto), que através de suas divisões formará um novo ser humano. Esta primeira célula, é indiferenciada sem qualquer característica tecidual definida, e se chama célula-tronco. Durante cinco dias, estas células, se dividem apenas em novas células-tronco (em torno de 120 células), e a partir daí, começa uma intensa divisão celular, onde as células-filhas apresentam características definidas e começam a formar os diferentes tecidos (330 tipos) que formam um ser humano. Portanto a célula-tronco, é chamada também de célula-mãe ou progenitora, pois é dela que derivam os 4 trilhões de células que formam um bebê em seu nascimento. Este processo, que gera as células especializadas é regulado, em cada caso, pela evolução genética específica da célula-tronco. Por camadas, estas células começam a se dividir e a formar os diferentes teci

8 de dezembro de 2007

Estudo comprova que células-tronco podem formar músculos maiores

Cientistas conseguiram incorporar essas células a um músculo adulto. Feito pode reverter perda muscular causada por doenças e envelhecimento. Pesquisadores do Centro de Regulação Genômica (CRG) de Barcelona (Espanha) comprovaram que as células-tronco conhecidas como células satélites podem ajudar a formar músculos maiores em resposta a um esforço. A pesquisa, publicada na revista "Cell Metabolism", poderia originar tratamentos para reverter ou melhorar a perda de massa muscular que ocorra em doenças como o câncer e Aids, assim como no processo normal de envelhecimento. A cientista Pura Muñoz Cánoves, que participou do estudo, disse que foi descoberto o primeiro mecanismo claro para a incorporação de células-tronco ao músculo adulto. Além disso, esta é a primeira evidência que indica que uma citoquina (proteína que regula a função das células que as produzem ou outros tipos celulares) regularia este processo. Os músculos do esqueleto são formados por fibr

1 de dezembro de 2007

Pesquisa Inovadora: No caminho das células-tronco do brasil e do exterior

No começo, achei inusitado e suspeito o pedido da diretora Daniela Broitman de me incluir no documentário “Marcelo Yuka no caminho das setas”, sobre a trajetória do músico Marcelo Yuka, ex-baterista do Rappa, em sua busca por um tratamento com células-tronco. As setas todas apontavam para as células-tronco. Pensei que poderia entrar numa roubada, com uma certa exposição indesejada. Convenhamos, a posição de cientista é extremamente desconfortável, sinto-me na corda bamba o tempo inteiro. Se por um lado, trabalho justamente com células-tronco porque acredito em seu potencial regenerativo e as vejo como a grande promessa da medicina, por outro, tudo isso ainda é muito novo. Ao falar empolgado desse potencial, corro o risco de instigar a mídia e a sociedade a acreditar que a cura está logo ali. Se reduzo meu entusiasmo, o risco é de tirar a esperança de milhares de pessoas que se beneficiariam com uma terapia de células-tronco, afastando investimentos e atrasando o progresso d

1 de dezembro de 2007

Células-tronco humanas tratam distrofia muscular em ratos

  Células-tronco adultas reprogramadas retiradas de humanos com distrofia muscular permitiram atenuar os sintomas da mesma doença em ratos de laboratório, revela um estudo publicado. Trata-se de um progresso significativo para o futuro desenvolvimento de terapias genéticas utilizando células-tronco modificadas, destacam os autores do trabalho, liderado pelo doutor Yvan Torrente, da Universidade de Milão, e publicado na revista Cell Press de dezembro. A distrofia muscular de Duchenne é uma doença genética hereditária e incurável, transmitida pelas mães e que afeta apenas os filhos homens. A enfermidade afeta progressivamente o conjunto dos músculos do organismo. O problema é causado por uma mutação genética que impede as células de produzir uma proteína que tem um papel-chave na atividade elétrica dos músculos. Os pesquisadores reprogramaram o DNA das células-tronco para que ignorassem a mutação, o que levou à produção de uma versão mais curta, poré

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