O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), iniciou uma pesquisa pioneira com células-tronco em pacientes com diagnóstico de osteossarcoma, tumor maligno do osso que atinge, principalmente, crianças e jovens entre 10 e 20 anos, em fase de crescimento. A pesquisa inaugura uma nova linha de estudo e será a primeira realizada com células-tronco tumorais no Centro de Pesquisa em Terapia Celular e Bioengenharia Ortopédica do Into. O estudo consistirá no isolamento e expansão in vitro de células-tronco tumorais em duas fases: No momento da biópsia, realizada para a confirmação da doença; e após o tratamento com quimioterapia. Os pesquisadores irão identificar a quantidade de células existentes nessas duas fases e compará-las para verificar a agressividade do tumor e o seu grau de resistência ao tratamento. Também serão realizados testes em camundongos estéreis para provocar a doença e acompanhar o desenvolvimento do tumor in vivo. Segundo a c
No baralho, a carta que pode substituir outras em determinados jogos é chamada de curinga. Já no campo da saúde, pode-se dizer que os seres humanos nascem com um curinga dentro do organismo: são as células-tronco. As células-tronco podem ser encontradas em qualquer órgão e são responsáveis por fazer os reparos necessários quando ocorrem lesões nos tecidos. É o que acontece, por exemplo, quando alguém se corta: as células-tronco locais entram em ação e provocam uma cicatrização. O corpo humano adulto é composto por aproximadamente 75 trilhões de células dos mais variados tipos: da pele, do cérebro, do coração etc. Todas elas derivam das células-tronco. Encontradas principalmente na medula óssea (região esponjosa que fica dentro do osso), na placenta e no cordão umbilical, na polpa dos dentes, na raiz dos pelos, as células-tronco têm a capacidade especial de originar qualquer tipo de tecido e de gerar cópias idênticas de si mesmas, inclusive em laboratório. Esta
O Hospital Amaral Carvalho de Jaú (SP) atingiu o primeiro lugar no país em transplante de medula. Uma meta difícil de alcançar, que significa muito para os doentes em tratamento. Achar um doador compatível é comparado como ganhar na loteria. Em 2013, o hospital fez 194 procedimentos. E em 83 transplantes, a medula ou as células-tronco, foram retiradas dos próprios pacientes. Já em 111 procedimentos, os pacientes de câncer só sobreviveram porque encontraram um doador. Os números representam 16% de todos os transplantes feitos no país. Sara Barroso da Silva é mãe de Pedro, de 9 anos. Ele ganhou a vida depois de acertar na 'loteria'. "Você achar um doador, que seja compatível com você, é o mesmo que ganhar na loteria. E aí nós começamos a procurar e a desejar a ganhar na loteria. Mas não em valores, mas sim, ganhar na loteria da vida, que é o mais importante hoje. E nós conseguimos esse doador e sentimos premiados na loteria. Por Deus e por esse ato de solidariedade qu
Médicos do hospital Great Ormond Street, em Londres, estão desenvolvendo uma forma de reconstruir partes do rosto com células-tronco obtidas a partir de amostras de gordura do próprio paciente. A equipe já conseguiu criar cartilagem em laboratório e acredita que a técnica pode ser usada para refazer orelhas e narizes. O estudo com a descrição do novo método foi publicado no periódico Nanomedicine. Especialistas acreditam que ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas que a técnica tem potencial. Os médicos querem tratar condições congênitas como a microtia, na qual há uma malformação ou ausência completa da orelha. Até o momento, a técnica mais usual para corrigir esse problema em crianças envolve a retirada de cartilagem de suas costelas. Depois, o tecido é esculpido cuidadosamente por cirurgiões para que se assemelhe ao formato de uma orelha. Em seguida, a "orelha" é implantado no paciente. Esse método requer múltiplas operações e deixa c
Vanderson Rocha, especialista em células-tronco, indica essa opção para famílias com históricos de doenças graves, principalmente câncer. O tratamento com células-tonco pode salvar vidas, e isso já foi provado. Reynaldo Gianecchini usou o procedimento na sua luta contra o câncer e teve sucesso. Para esclarecer as dúvidas sobre o assunto, e o Mais Você recebeu o especialista Vanderson Rocha , responsável pela cura do ator. Tratamento do ator - Na Casa de Cristal, ele relatou como trata os pacientes em casos graves como o de Giane: “Quando a gente vai explicar, é um processo sofrido, a gente está do lado do paciente. É claro que eu sempre dou as porcentagens, mas digo que, para mim é sempre 100%. A gente está junto nesta batalha, não só eu, são várias pessoas, várias equipes. “ Especificamente em relação ao ator, ele contou o que sentiu: “É uma responsabilidade, mas uma responsabilidade por todos os pacientes, não só porque ele era o Reynaldo Gianecchini”, disse. O médi