O Hospital Amaral Carvalho de Jaú (SP) atingiu o primeiro lugar no país em transplante de medula. Uma meta difícil de alcançar, que significa muito para os doentes em tratamento. Achar um doador compatível é comparado como ganhar na loteria. Em 2013, o hospital fez 194 procedimentos. E em 83 transplantes, a medula ou as células-tronco, foram retiradas dos próprios pacientes. Já em 111 procedimentos, os pacientes de câncer só sobreviveram porque encontraram um doador. Os números representam 16% de todos os transplantes feitos no país. Sara Barroso da Silva é mãe de Pedro, de 9 anos. Ele ganhou a vida depois de acertar na 'loteria'. "Você achar um doador, que seja compatível com você, é o mesmo que ganhar na loteria. E aí nós começamos a procurar e a desejar a ganhar na loteria. Mas não em valores, mas sim, ganhar na loteria da vida, que é o mais importante hoje. E nós conseguimos esse doador e sentimos premiados na loteria. Por Deus e por esse ato de solidariedade qu
Médicos do hospital Great Ormond Street, em Londres, estão desenvolvendo uma forma de reconstruir partes do rosto com células-tronco obtidas a partir de amostras de gordura do próprio paciente. A equipe já conseguiu criar cartilagem em laboratório e acredita que a técnica pode ser usada para refazer orelhas e narizes. O estudo com a descrição do novo método foi publicado no periódico Nanomedicine. Especialistas acreditam que ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas que a técnica tem potencial. Os médicos querem tratar condições congênitas como a microtia, na qual há uma malformação ou ausência completa da orelha. Até o momento, a técnica mais usual para corrigir esse problema em crianças envolve a retirada de cartilagem de suas costelas. Depois, o tecido é esculpido cuidadosamente por cirurgiões para que se assemelhe ao formato de uma orelha. Em seguida, a "orelha" é implantado no paciente. Esse método requer múltiplas operações e deixa c
Vanderson Rocha, especialista em células-tronco, indica essa opção para famílias com históricos de doenças graves, principalmente câncer. O tratamento com células-tonco pode salvar vidas, e isso já foi provado. Reynaldo Gianecchini usou o procedimento na sua luta contra o câncer e teve sucesso. Para esclarecer as dúvidas sobre o assunto, e o Mais Você recebeu o especialista Vanderson Rocha , responsável pela cura do ator. Tratamento do ator - Na Casa de Cristal, ele relatou como trata os pacientes em casos graves como o de Giane: “Quando a gente vai explicar, é um processo sofrido, a gente está do lado do paciente. É claro que eu sempre dou as porcentagens, mas digo que, para mim é sempre 100%. A gente está junto nesta batalha, não só eu, são várias pessoas, várias equipes. “ Especificamente em relação ao ator, ele contou o que sentiu: “É uma responsabilidade, mas uma responsabilidade por todos os pacientes, não só porque ele era o Reynaldo Gianecchini”, disse. O médi
Voltar a enxergar com um dos olhos. Essa foi a conquista do adolescente Elivelton Félix, de 14 anos, morador do Sítio Fazenda Velha, zona rural do distrito de Galante, em Campina Grande, que há seis meses sofreu um acidente com soda cáustica. Através de um tratamento de ponta realizado pela Clínica Escola da FCM em parceria com o Hospital da Visão, sob o comando do oftalmologista Diego Gadelha, o jovem está retomando uma vida normal. “Elivelton ajudava um tio no carregamento de soda cáustica quando um dos baldes bateu em um ferro e a substância derramou acertando o olho dele. Inicialmente fomos para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande e lá a primeira informação que recebi de um dos médicos foi a de que aquele olho estava perdido. O Hospital nos encaminhou para a Clínica Escola da FCM. A nossa bênção foi ter encontrado o médico Diego Gadelha”, frisou a mãe do adolescente, a agricultora Elizângela Félix. Após quatro meses sob os cuidados do médico,
Mato-grossenses têm sangue e tecido do cordão umbilical armazenados em SP. A terapia celular por meio da medicina regenerativa ganha novas adesões em Mato Grosso. Há registros de armazenamentos de células-troncos, a maioria de bebês nascidos em Cuiabá e Tangará da Serra, em laboratórios de São Paulo. Até pouco tempo considerada ficção científica, guardar células-tronco se tornou uma alternativa para salvar vidas. A terapia celular, feita pelo sangue do tecido do cordão umbilical e da polpa do dente de leite, é utilizada em tratamentos e transplante de medula de doenças degenerativas como o Alzheimer, Mal de Parkinson, cirrose, enfisema pulmonar, dentre outras. O primeiro caso registrado de armazenamento de células-tronco no Estado ocorreu em maio de 2004 no município de Primavera do Leste (a 240 km da Capital e, em julho de 2004, o primeiro caso de Cuiabá. “O lugar do cordão umbilical é qualquer lugar menos o lixo. Por ano, 2,7 milhões de crianças