

Este projeto, financiado pelo Ministério da Saúde, visa estabelecer um biobanco nacional de células-tronco de pluripotência induzida (iPSC) que são capazes de se diferenciar em qualquer tipo de célula humana. Imagem: Reprodução Este projeto tem como objetivo construir um Biobanco Nacional de Células-Tronco de Pluripotência Induzida (iPSC) para fins terapêuticos. Estas células tem uma característica única que é a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo celular (seja do coração, do fígado, do rim, etc), o que torna possível desenvolver, no futuro, tratamentos para inúmeras doenças que hoje não tem cura, até mesmo para produção de células ou tecidos para transplantes. Para criar este biobanco, é necessário identificar um perfil genético altamente específico de participantes, que possuam um conjunto de proteínas em suas células conhecidas como antígenos leucocitários humanos (HLA), que conferem menor potencial de rejeição quando transplantadas, aumentando as chances de compatibili

Uma equipe de cientistas do ADA Forsyth Institute e da Universidade da Carolina do Norte (UNC), em Chapel Hill, conseguiu mapear células-tronco da polpa dentária e do ligamento periodontal com um nível de detalhamento inédito. Imagem: Reprodução A análise, publicada no Journal of Dental Research, utilizou transcriptômica unicelular para explorar as características genéticas dessas células e suas trajetórias de diferenciação, revelando diferenças cruciais que podem revolucionar a medicina regenerativa. As células-tronco da polpa dentária e do ligamento periodontal possuem a capacidade de se transformar em diversos tipos celulares do corpo humano. No entanto, o estudo revelou que, apesar de compartilharem quatro agrupamentos de genes semelhantes, três desses agrupamentos apresentam diferenças exclusivas. “Queríamos entender como essas células-tronco se diferenciam e avaliar suas capacidades específicas de transformação”, explicou Dr. Alpdogan Kantarci, líder do estudo no ADA Forsyth

A técnica deve ajudar no tratamento de doenças, ferimentos, queimaduras e reduzir testes em animais A equipe utilizou bioimpressão 3D para construir um modelo de pele - Crédito: CNPEM A construção de uma pele artificial fabricada através do uso de bioimpressão 3D foi destaque na Communications Biology, revista do grupo Nature. O novo modelo foi desenvolvido por pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP). Chamado de Human Skin Equivalent with Hypodermis (HSEH), o avanço pode trazer grande impacto para o tratamento de feridas e queimaduras e apoiar o desenvolvimento de medicamentos e cosméticos, bem como para a simulação de doenças de pele sem uso de testes em animais. Pela primeira vez no Brasil, foi possível produzir um modelo de pele completo, incluindo epiderme, derme e hipoderme, camada fundamental do órgão que contribui para funções essenciais. A produção, feita a partir de células-tronco e primárias, leva cerca de 18 dias do i

Terapias genéticas, uso de células-tronco e inteligência artificial ajudam em estudos. Expresso Futuro" explora a busca pela imortalidade em comunidade científica de Honduras Vitalia City, localizada na Ilha de Roatán, em Honduras, é o palco de um dos mais ousados experimentos científicos do mundo: a busca pela longevidade ilimitada. A comunidade, formada por cientistas, pesquisadores e empreendedores, se dedica ao estudo e à aplicação de tecnologias e biotecnologias que desafiam os limites da vida humana. Mais do que um centro de pesquisa, Vitalia representa um esforço coletivo para tornar a imortalidade uma possibilidade real. “Vitalia City é um lugar onde as pessoas estão literalmente tentando viver para sempre”, explica Ronaldo Lemos, apresentador da série "Expresso Futuro", que foi até Honduras para investigar de perto o trabalho dessa comunidade. Com um foco interdisciplinar, a cidade reúne desde especialistas em biotecnologia até visionários da tecnologia digital, todos

Estudo da Fiocruz Bahia obteve aprovação da Anvisa Imagem: Reprodução A Fiocruz Bahia conduzirá o primeiro experimento clínico de terapias avançadas (utilizando células-tronco do próprio paciente) aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), visando testar um tratamento para pacientes paraplégicos que sofreram traumatismo raquimedular. Terapias de ponta incluem terapias celulares, genéticas e de bioengenharia de tecidos, sendo reconhecidas pela Anvisa como uma nova categoria de medicamentos. O estudo, sob a coordenação da pesquisadora Milena Soares, da Fiocruz Bahia, obteve aprovação, após a avaliação dos documentos enviados. "Essa é uma notícia importante neste momento em que a Fiocruz está ampliando o programa de desenvolvimento de terapias avançadas. O Brasil é um país fortemente regulado quando se trata de terapias com uso de células, o que é importante para proteção e cuidado com a população brasileira”, disse a especialista à Agência Fiocruz. A validação