

O cientista brasileiro Alysson Muotri, professor da Universidade da Califórnia em San Diego, liderará uma missão espacial em 2025 com o objetivo de buscar tratamentos para o autismo severo e a Doença de Alzheimer. Alysson Muotri deve ser primeiro cientista brasileiro a viajar ao espaço em busca da cura para o autismo severo e a Doença de Alzheimer (Foto: David Paul Morris). A missão, organizada pela Nasa, inclui o envio de organoides cerebrais — estruturas que imitam aspectos do cérebro humano, criadas a partir de células-tronco. Segundo Muotri, a experiência permitirá observar como a microgravidade pode acelerar o envelhecimento dessas estruturas, simulando anos de progressão neurológica em poucos dias. Muotri e outros quatro cientistas embarcarão no foguete Falcon 9, da SpaceX, rumo à Estação Espacial Internacional (ISS). Durante a missão, os pesquisadores aplicarão compostos bioativos de plantas amazônicas nos organoides para testar possíveis efeitos protetores contra o Alzheimer

Modelo pode auxiliar desde tratamentos para lesões até na produção de cosméticos A Human Skin Equivalent with Hypodermis (HSEH), pele artificial desenvolvida por cientistas brasileiros, é produzida por meio de impressão 3D - (crédito: Arquivo pessoal) Um estudo feito por pesquisadores brasileiros desenvolveu uma pele artificial com características semelhantes às da pele humana. A Human Skin Equivalent with Hypodermis (HSEH) é produzida por meio de impressão 3D e pode auxiliar desde tratamentos médicos até na indústria de cosméticos. A pesquisa, feita com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi apresentada durante a Fapesp Week Spain, em Madri. Os modelos de pele 3D têm ganhado espaço na produção de cosméticos, isso porque se apresentam como uma alternativa para os testes em animais. No entanto, a maioria desses produtos reproduz somente a epiderme e a derme, as duas camadas mais superficiais da pele. A pele artificial desenvolvida no estudo bra

O uso de células tronco no cérebro ainda é limitado, mas é uma área muito estudada e muito promissora, afirma o médico psiquiatra Dr. Flávio H. Nascimento Imagem: Reprodução As células-tronco têm a capacidade de se transformar em diferentes tipos de células no corpo, uma habilidade que chama a atenção da ciência desde que foram descobertas e até hoje são alvo de diversos estudos que buscam entendê-las melhor. Apesar de existirem vários estudos em andamento sobre elas, as células-tronco estão longe de ser uma terapia experimental, elas já são amplamente usadas, por exemplo, para regenerar tecidos e tratar diversas doenças e lesões. No entanto, elas podem ter muito mais benefícios que isso, novos estudos apontam que as células-tronco também podem ajudar a tratar transtornos mentais, como analisa o estudo “Tratamento de Transtornos Mentais com Células-Tronco: Uma Área Promissora em Evolução“, produzido pelo Médico Psiquiatra Dr. Flávio H. Nascimento, em parceria com neuro-ortopedis

No Four Seasons Resort Maui, os hóspedes podem desfrutar de diversas ofertas voltadas para a longevidade como uma terapia de quatro intervenções com ozônio, células-tronco, exossomos e NAD+ Durante as férias, um hóspede recebe uma infusão intravenosa no resort de bem-estar Six Senses Ibiza, enquanto o mercado de turismo de longevidade se expande rapidamente (Divulgação/Six Senses Ibiza RoseBar) Imagine isso: você está em um cruzeiro, contemplando o azul brilhante do Mar Mediterrâneo. Daí, em vez de se jogar em uma espreguiçadeira com um martini e uma porção de batatas fritas, você se dirige a uma estação intravenosa para um tratamento com células-tronco, seguido de uma rápida aplicação de Botox e uma refeição saudável inspirada em uma zona azul, cultivada na fazenda orgânica movida a energia solar do navio. Esse é apenas um exemplo do que acontece em um cruzeiro de bem-estar da Storylines, tudo em nome do turismo de longevidade, uma oferta da indústria de bem-estar que está em ráp

Três pessoas com visão gravemente prejudicada passaram por transplantes de células-tronco e apresentaram melhoras significativas na visão. Estudo mostrou que transplante de células-tronco melhorou a visão de pessoas com córnea prejudicada (Foto: Unsplash) Os resultados foram divulgados no jornal científico The Lancet. Os pacientes mantiveram essas melhorias por mais de um ano após o procedimento. Uma quarta pessoa também recebeu o transplante, mas os resultados não foram duradouros, conforme o estudo. A condição conhecida como deficiência de células-tronco limbares (LSCD) leva à cegueira devido ao esgotamento das células-tronco que sustentam a córnea. A LSCD pode ser causada por traumas oculares ou doenças autoimunes e genéticas. O tratamento atual é limitado e pode incluir transplantes de córnea de doadores falecidos, que apresentam riscos de rejeição. Pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, utilizaram células-tronco pluripotentes induzidas (iPS) para realizar os transpl