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Notícias

18 de setembro de 2008

Pesquisadores da UNIFESP cultivam células-tronco retiradas de ossos da perna e do ombro

Técnica é inédita e, no futuro, pode facilitar a reconstituição de ossos e cartilagens. Equipe também inova ao cultivar as células em plasma humano, no lugar do soro fetal bovino, que dificulta o processo. Pesquisadores da Unifesp, em parceria com o Hospital Albert Einstein, tiveram sucesso na obtenção de células-tronco adultas a partir de tecido ósseo extraído da tíbia (perna) e do úmero (ombro) durante cirurgias de reconstrução do ligamento cruzado anterior e reinserção do tendão supra-espinhas, respectivamente. A conquista abre a possibilidade de formação de um banco de células para utilização futura na recomposição de ossos e cartilagens, especialmente em atletas de alto rendimento. Segundo o ortopedista Alberto Pochini, pesquisador do Centro de Traumatologia do Esporte (CETE) da Unifesp, a técnica desenvolvida tem como principal vantagem captar as células durante cirurgias realizadas nessas duas estruturas ósseas, muito comuns em atletas, seja por trauma ou por sob

12 de setembro de 2008

Cientistas convertem células comuns em produtoras de insulina

Troca de identidade ocorreu em um rato vivo e significa esperança para o tratamento de inúmeras doenças NOVA YORK - Cientistas transformaram um tipo de célula em outro em um rato vivo, um grande passo para a meta de criar tecidos substitutivos para o tratamento de diversas doenças. Pesquisa foi publicada na versão digital da revista Nature. A troca de identidade da célula transformou células normais do pâncreas no tipo mais raro, que produz insulina, essencial para evitar diabete. Mas suas implicações vão além dessa doença e apontam para uma variedade de possibilidades, disseram os cientistas. Esse é o segundo avanço em cerca de um ano que sugere que, algum dia, os médicos poderão usar as próprias células dos pacientes para tratar uma doença ou lesão, sem precisarem se voltar para as células-tronco embrionárias. O trabalho é "um grande avanço" na reprogramação de células de um tipo a outro, disse John Gearhart, da Universidade da Pennsylvania, que não fez parte

29 de agosto de 2008

Célula-tronco trata fraqueza muscular

Quando a bióloga Natássia Vieira decidiu fazer uma lipoaspiração em 2002, não imaginava que seis anos depois ela assinaria um artigo científico no periódico "Stem Cells" com dez pesquisadores, incluindo Vanessa Brandalise, a sua cirurgiã plástica. Na época, ao ler sobre o tema, a pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo) descobriu que a gordura que seria retirada dela era rica em células-tronco --material celular capaz de se transformar em diferentes tecidos do corpo humano. Ao lado da orientadora Mayana Zatz, e com a gordura doada por outras 20 pacientes da cirurgiã, Vieira decidiu, então, começar um estudo com o objetivo de criar a longo prazo uma terapia para tratar as distrofias musculares progressivas, grupo de doença genética que causa fraqueza muscular. Os resultados divulgados agora mostram que as células-tronco da gordura, ao serem injetadas na corrente sangüínea de camundongos, produzem proteínas importantes para o combate da distrofia. "As

25 de agosto de 2008

Cientistas dizem ter criado sangue a partir de células-tronco

Cientistas americanos afirmam ter criado células vermelhas do sangue a partir de células-tronco embrionárias do ser humano. A equipe, da empresa de biotecnologia Advanced Cell Techonology, em Massachusetts, acredita que a descoberta trará esperança para milhões de pessoas que precisam de transfusões de sangue. Os especialistas explicaram que o primeiro passo para criar as células vermelhas em laboratório, também conhecidas como glóbulos vermelhos ou hemácias, foi expor culturas de células-tronco embrionárias a diferentes nutrientes e compostos que favorecem seu crescimento. Com isso, foi possível obter primeiro os hemangioblastos, precursores das células sangüíneas. Em seguida, os especialistas conseguiram transformar os hemangioblastos em células sangüíneas maduras. Eles disseram que um dos maiores feitos da experiência foi conseguir que as novas células expelissem seu núcleo, assim como fariam dentro do organismo. Este processo previne que elas continuem

15 de agosto de 2008

Exposição Revolução Genômica - Curingas do coração

Médico José Eduardo Krieger fala das múltiplas perspectivas de uso das células-tronco para reparar o músculo cardíaco. Veja trechos da palestra em vídeo Pesquisa FAPESP - Pesquisas clínicas com células-tronco vêm sendo feitas em vários centros do mundo como uma esperança para resolver problemas cardíacos graves. Aprender como reconstruir músculo e vasos sangüíneos do coração utilizando essa terapia é um objetivo perseguido pelos pesquisadores porque infartos e isquemias estão entre as doenças que mais matam. Em São Paulo, José Eduardo Krieger, um especialista em novas abordagens terapêuticas para regeneração cardíaca, dirige o Laboratório de Genética e Cardiologia Molecular do Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/FMUSP), um dos locais de excelência onde ocorrem algumas das pesquisas mais promissoras nesse setor. No dia 26 de junho, ele falou sobre o tema “Genômica, saúde e reparação cardíaca utilizando células-tronco” durante a agend

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