Uma menina chamada Alba, da cidade de San Fernando (Cádiz, Espanha), tornou-se o primeiro caso a superar com êxito um câncer de cérebro após ser tratada com células-mãe (estaminais ou células-tronco) do próprio cordão umbilical do paciente, conforme informou a companhia Crio-cord, um dos bancos de conservação de células-mãe autorizados na Espanha. A menina, que nasceu sã em 2007, recebeu aos dois anos de idade um diagnóstico de meduloblastoma - um câncer de cérebro pouco frequente. Por isso, após a retirada da maior parte do tumor e vários ciclos de quimioterapia, a paciente foi submetida ao transplante de células-tronco do sangue do seu próprio cordão umbilical. A intervenção, divulgada recentemente, foi desenvolvida em 2009 pelo serviço de Oncohematología do Hospital Universitário Menino Jesus de Madri, dirigido pelo doutor Luis Madero. Alba, atualmente com quatro anos leva uma vida normal. A medida foi tomada após o tratamento com a quimioterapia, que destruiu não
Tecnologia oferece novas opções para pacientes que precisam de enxertos de osso para doenças do pé e do tornozelo. Quando os pacientes precisam de um enxerto de osso para cirurgia de pé ou tornozelo, geralmente o osso é obtido de outra parte do corpo. Agora, os cirurgiões usam novos métodos para obter material ósseo e até mesmo células-tronco diretamente "produzidos em série", segundo Glenn M. Weinraub, DPM, FACFAS, cirurgião de pé e tornozelo da Califórnia, que lidera um debate entre cirurgiões sobre a próxima década de recuperação óssea na conferência científica anual da American College of Foot and Ankle Surgeons (ACFAS), em Fort Lauderdale. "A colheita de osso do próprio paciente sempre foi considerada o padrão-ouro, mas hoje eu acho que o conceito deve ser pensado como o padrão histórico", disse o Dr. Weinraub, presidente da ACFAS. "A qualidade do material que está disponível em um outro formato, pré demonstrou ser tão eficaz para a cicatrização óssea e pode resul
A equipe do Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH) da USP, liderada por Maria Rita-Passos Bueno e Mayana Zatz, está testando diferentes fontes de células-tronco retiradas do próprio organismo capazes de acelerar a reconstrução de ossos. A técnica pretende aumentar a eficiência no tratamento de doenças de difícil regeneração, como a osteoporose, que causa a perda da massa óssea e, com isso, aumenta a fragilidade dos ossos e o risco de fraturas. De acordo com a pesquisadora Mayana Zatz, "o intuito da pesquisa é utilizar células tronco para acelerar a reconstrução de ossos que sofreram alguma fratura ou má-formação, como ocorre com bebês que nascem com alterações craniofaciais", afirma. O estudo intitulado Perspectiva de um futuro tratamento para osteoporose ou outras doenças ósseas com base em células tronco foi desenvolvido pelas pesquisadoras do Centro do Genoma da USP Tatiana Jazedje da Costa Silva e Daniela Franco Bueno. Variedade de células-tronco - Dura
Foram três anos de luta contra o câncer no sistema linfático até que a funcionária pública Jussara Cristina da Silva, de 42 anos, tivesse a esperança renovada num transplante de medula óssea. É que há um mês ela passou por um procedimento ainda raro na cidade, o terceiro caso: o transplante a partir de células-tronco, do próprio paciente, chamado de transplante autólogo. A cirurgia foi feita com tecnologia avançada e médicos especialistas do Hospital Unimed, pioneiros na cidade - o que marcou também os 15 anos de existencia do Hospital na ocasião. Atualmente Jussara (esquerda) se recupera da operação ao lado da única filha, Ana Cristina, de 21 anos, e se diz otimista com a alta médica, há 15 dias. As reações do pós-operatório são leves, poucas náuseas apenas. Mas antes disso, Jussara, que é separada, garantiu ter passado por situações difíceis. É que a servidora pública começou a ter os sintomas decorrentes do tumor, no tórax, em janeiro de 2008, quando começaram os
Tratamento experimental com doze pacientes em Glasgow, na Escócia, é primeiro do mundo a injetar células-tronco no cérebro. Médicos britânicos injetaram células-tronco no cérebro de um paciente vítima de derrame, como parte de um estudo para descobrir um novo tratamento para a doença. O homem idoso, que não apresentava melhora em seu estado de saúde havia muitos anos, é a primeira pessoa no mundo a receber o tratamento experimental, que envolve 12 pacientes do Southern General Hospital, em Glasgow, na Escócia. Ele recebeu uma injeção com uma pequena dose de células-tronco e, segundo os médicos, passa bem. O objetivo do teste inicial é garantir que o procedimento seja seguro para os pacientes. Durante este ano, outras vítimas de derrame cerebral receberão doses progressivamente maiores, ainda para descobrir se o tratamento não apresenta altos riscos. Mas os médicos também examinarão os pacientes para verificar se as células-tronco conseguiram restaura