Cientistas americanos conseguiram usar células clonadas para tratar Mal de Parkinson em camundongos, segundo uma pesquisa do Memorial Coam-Kettering Cancer Centre publicada na revista Nature Medicine. O estudo apresentou as melhores evidências até agora de que a controversa técnica pode, um dia, vir a ajudar pacientes de Mal de Parkinson. A equipe do Memorial coam-Kettering Cancer Centre afirma que esta é a primeira vez que o tratamento de animais com suas próprias células clonadas é bem sucedido. Especialistas britânicos afirmam que a pesquisa é promissora e animadora. Sem rejeição - No Mal de Parkinson, células nervosas da parte do cérebro que controla o movimento de músculos morrem ou ficam debilitadas. Normalmente essas células produzem uma substância química vital conhecida como dopamina, que permite a função coordenada dos músculos e movimentos do corpo. Na clonagem terapêutica, o núcleo de uma célula é inserida dentro de um óvulo que tev
Cientistas da Universidade de Tóquio anunciaram que conseguiram gerar rins e pâncreas em ratos mediante células-tronco embrionárias, informou a agência local "Kyodo". Esse passo foi dado em ratos modificados para crescer sem esses órgãos, mediante a injeção de células-tronco embrionárias procedentes de outros ratos. Os pesquisadores indicaram que esperam que esse avanço possa ser aplicado no futuro em humanos, segundo a "Kyodo". "Demos um passo à frente" ao conseguir esta técnica que permite produzir órgãos dentro de animais domésticos, "mas agora devemos garantir sua segurança", indicou o professor Hiromitsu Nakauchi, que lidera a equipe responsável pela pesquisa. As células-tronco têm a capacidade de evoluir e se transformar em células específicas como ósseas, musculares ou neurônios, segundo os cientistas. A pesquisa dos cientistas japoneses será apresentada amanhã em Nagóia, durante uma reunião da Sociedade de Medicina Regenerativa do Japão. Os
Mesmo com o adiamento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Artigo 5º da Lei de Biossegurança, que autoriza o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas, o Ministério da Saúde manteve a decisão de criar o Instituto Nacional de Terapia Celular (INTC). Pesquisadores da área manifestam expectativa diante da possibilidade. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou que a rede brasileira de terapia celular deverá estar em atividade em abril. Segundo Temporão, o INTC será uma rede de conhecimentos virtual, para troca de experiências sobre pesquisas com células-tronco por um conjunto de instituições de pesquisas, centros universitários e institutos, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e o Ludwig em São Paulo. Há dois anos o país conta com uma rede de banco de sangue de cordão umbilical e placentário, com quatro laboratórios e cerca de 5 mil cordões armazenados. Para o pesquisador Antônio Campos de Carvalho, do Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeir
Criança consegue pular e falar depois que passou por tratamento inovador. O Caso de menina hoje com 2 anos é um marco nesse tipo de terapia. Com uma simples palavra no banco de trás do banco do carro, Chloe Levine, 2, apresentou um grande avanço. "Coco", disse a criança, expressando pela primeira vez seu apelido. Essas duas sílabas proferidas por Chloe são um marco na terapia com células-tronco, ajudando os cientistas a provar que injetar em um bebê células-tronco dele próprio pode restaurar um cérebro acometido por paralisia. Antes do tratamento em maio na Universidade Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, Chloe tinha problema na fala e o lado direito do seu corpo estava quase paralisado. Agora ela consegue pular da cama, usando sua mão direita e aprendendo palavras novas todo dia. Esses experimentos da Duke expandem novamente a abrangência das restaurações de falhas corporais possibilitadas pelas células-tronco. Chloe com a mãe, Jenny, que fez questão de
As pesquisas com células-tronco embrionárias podem ter impacto na vida de pelo menos 5 milhões de brasileiros que convivem com lesões físicas irreversíveis, causadas por acidentes ou por doenças genéticas. A estimativa é da organização não-governamental Movimento em Prol da Vida (Movitae), a partir de dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Sociedade Brasileira de Diabetes e de outras associações que reúnem portadores de deficiência. A coordenadora do Movitae no Distrito Federal, Gabriela Costa, diz que já há alguns resultados promissores de pesquisas com células-tronco embrionárias em testes com animais, nos países que já aprovaram esse tipo de pesquisa como Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Israel, entre outros. “Quase 70 países já aprovaram, então ao redor do mundo já há alguns resultados promissores. Mas o que se quer agora é liberdade para pesquisar. A idéia é que os cientistas brasileiros se juntem a esses outros cientistas e pesq