Criança consegue pular e falar depois que passou por tratamento inovador. O Caso de menina hoje com 2 anos é um marco nesse tipo de terapia. Com uma simples palavra no banco de trás do banco do carro, Chloe Levine, 2, apresentou um grande avanço. "Coco", disse a criança, expressando pela primeira vez seu apelido. Essas duas sílabas proferidas por Chloe são um marco na terapia com células-tronco, ajudando os cientistas a provar que injetar em um bebê células-tronco dele próprio pode restaurar um cérebro acometido por paralisia. Antes do tratamento em maio na Universidade Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, Chloe tinha problema na fala e o lado direito do seu corpo estava quase paralisado. Agora ela consegue pular da cama, usando sua mão direita e aprendendo palavras novas todo dia. Esses experimentos da Duke expandem novamente a abrangência das restaurações de falhas corporais possibilitadas pelas células-tronco. Chloe com a mãe, Jenny, que fez questão de
As pesquisas com células-tronco embrionárias podem ter impacto na vida de pelo menos 5 milhões de brasileiros que convivem com lesões físicas irreversíveis, causadas por acidentes ou por doenças genéticas. A estimativa é da organização não-governamental Movimento em Prol da Vida (Movitae), a partir de dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Sociedade Brasileira de Diabetes e de outras associações que reúnem portadores de deficiência. A coordenadora do Movitae no Distrito Federal, Gabriela Costa, diz que já há alguns resultados promissores de pesquisas com células-tronco embrionárias em testes com animais, nos países que já aprovaram esse tipo de pesquisa como Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Israel, entre outros. “Quase 70 países já aprovaram, então ao redor do mundo já há alguns resultados promissores. Mas o que se quer agora é liberdade para pesquisar. A idéia é que os cientistas brasileiros se juntem a esses outros cientistas e pesq
O governo alemão anunciou que vai dobrar o financiamento de pesquisas com células-tronco. Berlim deverá aumentar a alocação de 5 milhões de euros (7,4 milhões de dólares) para pouco menos de 10 milhões de euros, informou a ministra encarregada das Pesquisas, Annette Schavan, à revista Focos, em entrevista. "A partir de agora, vamos dobrar o finaciamento total anual para técnicas relacionadas a células-tronco adultas a fim de estimular avanços nesta área", disse a ministra. "Nos próximos anos, a Alemanha deverá ser uma força motriz na pesquisa com células-tronco adultas", acrescentou. O anúncio ocorre depois que cientistas japoneses e americanos anunciaram, terem produzido células-tronco a partir da pele humana. A descoberta pode ajudar a encontrar a cura para doenças hoje consideradas sem solução e superar a polêmica sobre o uso de células-tronco embrionárias. Comentário CCB: Mais uma grande potência, prevendo tratamentos importantes através das células
Células obtidas com essa técnica poderiam ajudar na reparação de nervos. Experimentos foram realizados até agora com tecido de ratos em laboratório. Cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, pretendem cultivar tecido nervoso a partir de células-tronco extraídas da gordura de pacientes. As células nervosas obtidas deste modo poderiam ser utilizadas na reparação de nervos periféricos seccionados em algum acidente ou em uma intervenção cirúrgica. Os experimentos foram realizados até agora com tecido de ratos em laboratório, e o resultado foi publicado na revista "Experimental Neurology". Os pesquisadores propõem inserir o tecido nervoso em um tubo de plástico biodegradável, que poderia ser utilizado para unir os dois extremos do nervo original. Em experimentos de laboratório, a equipe da Universidade de Manchester conseguiu transformar as células-tronco em neurônios (células nervosas), e o passo seguinte consistirá em empregar células-tronco de gordura
As terapias com células-tronco não são apenas uma esperança para a cura de diversas doenças: elas são também uma promessa de desenvolvimento econômico. A opinião é de Paul Sanberg, diretor do Centro de Excelência para o Envelhecimento e Reparação Cerebral da Universidade do Sul da Flórida, Estados Unidos. Sanberg, que também é editor-chefe da revista Cell Transplantation, apresentou no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, a palestra “Terapia celular em problemas cardiovasculares e neurológicos: da bancada às aplicações clínicas”. De acordo com o pesquisador, que é autor de cerca de 500 artigos e tem mais de 25 patentes de produtos voltados para tratamentos com células-tronco de medula óssea e de sangue de cordão umbilical, a pesquisa no setor está entrando em uma nova fase. “Os avanços são muito promissores e há novos produtos em diversos graus de desenvolvimento. A interação entre academia e indústria tem sido importante. O desafio agora é conseguir recu