

Objetivo é entender como o órgão se desenvolve em fetos e combater doenças congênitas Uma equipe de pesquisadores da Michigan State University (MSU) desenvolveu um modelo de coração humano em miniatura. Eles esperam que o organoide ajude-os a entender mais sobre o desenvolvimento do coração no feto e defeitos como doenças cardíacas congênitas. Os cientistas usaram células-tronco adultas e um método que simula o desenvolvimento embrionário e fetal. Eles conseguiram gerar um coração em miniatura completamente funcional, com todas as câmaras e tecidos vasculares, em apenas algumas semanas. Isso permitiu acompanhar o processo de desenvolvimento de um coração fetal humano em tempo real. Agora, os pesquisadores usarão o método para modelar e estudar doenças cardíacas congênitas. O processo ainda está em fase de aperfeiçoamento, mas os cientistas acreditam que esses corações em miniatura podem ser usados para estudar outras condições cardiovasculares, como a cardiotoxicidade induzida por

Método também pode ser potencializado com a utilização de células-tronco; 'curativo' impacta principalmente na recuperação de idosos e adoentados Estudo publicado na edição desta segunda-feira, 21, da revisa Nature Materials mostra como células-tronco em bandagens de biomateriais podem gerar rápido resultado na reparação de ossos quebrados. O método criado por pesquisadores do King’s College London utiliza de estrutura envolvida em proteínas para o desenvolvimento do produto idêntico a ossos. A abordagem pode evitar infecções e problemas mais graves em lesões ou fraturas complexas, por exemplo. O biomaterial funciona como uma espécie de curativo que pode ser usado em qualquer parte o corpo. O objetivo é estimular o crescimento do osso afetado e reparar a lesão, por isso a bandagem pode ser utilizada no lugar do gesso comum. “O processo pode ser ainda mais acelerado com o crescimento de células-tronco ósseas que geram células ósseas em um gel tridimensional na bandagem e o transplan

Medicina & Saúde - Na maioria dos casos o linfoma é tratado com quimioterapia, radioterapia ou ambos. Nos últimos anos aumentaram os casos de linfomas, principalmente em pessoas com mais de 60 anos, porém a população jovem não está livre desta doença. Um caso que ficou muito conhecido e que comoveu diversas pessoas é o ator Reynaldo Gianecchini, que descobriu estar com linfoma de células T não-Hodkins. O linfoma não-Hodgkin é um câncer que atinge o sistema linfático, que é responsável por produzir e armazenar linfócitos, sendo que as células T presentes protegem o organismo contra vírus, fungos e algumas bactérias. Na maioria dos casos o linfoma é tratado com quimioterapia, radioterapia ou ambos. Entretanto, o que muita gente não sabe é que o transplante de células-tronco hematopoéticas é uma opção extremante eficaz para tratar a doença. Este tipo de célula é encontrado no sangue do cordão umbilical e placentário (SCUP) e, por não ter sofrido a ação de fatores externos como o estre

Um estudo feito pela Mayo Clinic e publicado pela Nature Communications aponta um novo tratamento para diabetes, por meio da geração de um produto celular capaz de proteger o organismo contra a hipoglicemia e também restaurar a regulação normal da glicose no sangue. O método já é comprovado em animais e está sendo preparado para a testagem em humanos. “Este produto celular é um tecido humano derivado de células-tronco, que contém células alfa produtoras de glucagon, um elemento chave na prevenção da hipoglicemia em pacientes com diabetes. Quando essas células, derivadas de células-tronco, são transplantadas para modelos animais, elas são capazes de protegê-los da hipoglicemia. Essas células têm também potencial agregado quando combinadas com células beta derivadas de células-tronco”, explica o pesquisador da Mayo Clinic e autor do estudo, Quinn Peterson. Este potencial agregado, citado por Peterson, pode ser percebido também na capacidade terapêutica desse método na substituição

Uma das grandes ambições da ciência é recriar células de coração humano em laboratório. Agora, um novo avanço parece tornar mais próxima essa possibilidade. Pesquisadores da Universidade de Tecnologia e Design de Singapura conseguiram fabricar aditivos para controlar o desenvolvimento de células-tronco para características cardíacas por impressão 3D. A equipe utilizou uma série de dispositivos em escala micro com precisão geométrica, para diferenciar as células durante a formação de corpos embrioides. Até então, era necessário produzir em larga escala para depois selecionar as células que apresentavam características mais adequadas ao uso. De acordo com o professor assistente da instituição, Javier Fernandez, a nova iniciativa permitirá uma grande evolução no segmento de medicina regenerativa. “O que demonstramos é que a impressão 3D atingiu agora o ponto de precisão geométrica onde é capaz de controlar o resultado da diferenciação das células-tronco. E, ao fazer isso, estamos imp