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Notícias

21 de outubro de 2020

Cientistas cultivam mini coração humano em laboratório

Objetivo é entender como o órgão se desenvolve em fetos e combater doenças congênitas Uma equipe de pesquisadores da Michigan State University (MSU) desenvolveu um modelo de coração humano em miniatura. Eles esperam que o organoide ajude-os a entender mais sobre o desenvolvimento do coração no feto e defeitos como doenças cardíacas congênitas. Os cientistas usaram células-tronco adultas e um método que simula o desenvolvimento embrionário e fetal. Eles conseguiram gerar um coração em miniatura completamente funcional, com todas as câmaras e tecidos vasculares, em apenas algumas semanas. Isso permitiu acompanhar o processo de desenvolvimento de um coração fetal humano em tempo real. Agora, os pesquisadores usarão o método para modelar e estudar doenças cardíacas congênitas. O processo ainda está em fase de aperfeiçoamento, mas os cientistas acreditam que esses corações em miniatura podem ser usados para estudar outras condições cardiovasculares, como a cardiotoxicidade induzida por

14 de outubro de 2020

Pesquisadores criam bandagem que acelera reparo de osso quebrado

Método também pode ser potencializado com a utilização de células-tronco; 'curativo' impacta principalmente na recuperação de idosos e adoentados Estudo publicado na edição desta segunda-feira, 21, da revisa Nature Materials mostra como células-tronco em bandagens de biomateriais podem gerar rápido resultado na reparação de ossos quebrados. O método criado por pesquisadores do King’s College London utiliza de estrutura envolvida em proteínas para o desenvolvimento do produto idêntico a ossos. A abordagem pode evitar infecções e problemas mais graves em lesões ou fraturas complexas, por exemplo. O biomaterial funciona como uma espécie de curativo que pode ser usado em qualquer parte o corpo. O objetivo é estimular o crescimento do osso afetado e reparar a lesão, por isso a bandagem pode ser utilizada no lugar do gesso comum. “O processo pode ser ainda mais acelerado com o crescimento de células-tronco ósseas que geram células ósseas em um gel tridimensional na bandagem e o transplan

7 de outubro de 2020

Células-tronco do cordão umbilical no tratamento de linfomas

Medicina & Saúde - Na maioria dos casos o linfoma é tratado com quimioterapia, radioterapia ou ambos. Nos últimos anos aumentaram os casos de linfomas, principalmente em pessoas com mais de 60 anos, porém a população jovem não está livre desta doença. Um caso que ficou muito conhecido e que comoveu diversas pessoas é o ator Reynaldo Gianecchini, que descobriu estar com linfoma de células T não-Hodkins. O linfoma não-Hodgkin é um câncer que atinge o sistema linfático, que é responsável por produzir e armazenar linfócitos, sendo que as células T presentes protegem o organismo contra vírus, fungos e algumas bactérias. Na maioria dos casos o linfoma é tratado com quimioterapia, radioterapia ou ambos. Entretanto, o que muita gente não sabe é que o transplante de células-tronco hematopoéticas é uma opção extremante eficaz para tratar a doença. Este tipo de célula é encontrado no sangue do cordão umbilical e placentário (SCUP) e, por não ter sofrido a ação de fatores externos como o estre

30 de setembro de 2020

Terapia celular: pesquisadores descobrem novas células para tratamento de diabetes

Um estudo feito pela Mayo Clinic e publicado pela Nature Communications aponta um novo tratamento para diabetes, por meio da geração de um produto celular capaz de proteger o organismo contra a hipoglicemia e também restaurar a regulação normal da glicose no sangue. O método já é comprovado em animais e está sendo preparado para a testagem em humanos.  “Este produto celular é um tecido humano derivado de células-tronco, que contém células alfa produtoras de glucagon, um elemento chave na prevenção da hipoglicemia em pacientes com diabetes. Quando essas células, derivadas de células-tronco, são transplantadas para modelos animais, elas são capazes de protegê-los da hipoglicemia. Essas células têm também potencial agregado quando combinadas com células beta derivadas de células-tronco”, explica o pesquisador da Mayo Clinic e autor do estudo, Quinn Peterson.  Este potencial agregado, citado por Peterson, pode ser percebido também na capacidade terapêutica desse método na substituição

23 de setembro de 2020

Com precisão geométrica! Cientistas desenvolvem células cardíacas em impressão 3D

Uma das grandes ambições da ciência é recriar células de coração humano em laboratório. Agora, um novo avanço parece tornar mais próxima essa possibilidade. Pesquisadores da Universidade de Tecnologia e Design de Singapura conseguiram fabricar aditivos para controlar o desenvolvimento de células-tronco para características cardíacas por impressão 3D. A equipe utilizou uma série de dispositivos em escala micro com precisão geométrica, para diferenciar as células durante a formação de corpos embrioides. Até então, era necessário produzir em larga escala para depois selecionar as células que apresentavam características mais adequadas ao uso. De acordo com o professor assistente da instituição, Javier Fernandez, a nova iniciativa permitirá uma grande evolução no segmento de medicina regenerativa. “O que demonstramos é que a impressão 3D atingiu agora o ponto de precisão geométrica onde é capaz de controlar o resultado da diferenciação das células-tronco. E, ao fazer isso, estamos imp

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