

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Miami e do Diabetes Research Institute, nos Estados Unidos, apontou que infusões de células-tronco podem acelerar a recuperação de pacientes com casos de Covid-19 mais graves e reduzir o risco de morte. O estudo foi autorizado em abril de 2020 pelo FDA (Food and Drug Administration) e seus resultados foram publicados na última terça-feira (05) no jornal científico SCTM (STEM CELLS Translational Medicine). Para a realização do ensaio clínico, participaram 24 pacientes que estavam hospitalizados com Covid-19, segundo informações do portal UOL. O estudo focou nos pacientes graves com acúmulo de fluido nos pulmões e com a síndrome de angústia respiratória aguda, uma inflamação grave e que pode ser fatal. Uma parte dos enfermos que participaram do ensaio clínico receberam as infusões de células-tronco mesenquimais ou um placebo, com intervalo de alguns dias. “Foi um estudo duplo-cego. Nem os médicos nem os pacientes sabiam quem rece

Pesquisadores do Francis Crick Institute e da University College London reconstruíram um timo humano, um órgão essencial do sistema imunológico, usando células-tronco humanas e um arcabouço de bioengenharia. Seu trabalho é um passo importante para a construção de timo artificial que pode ser usado como transplante. O timo é um órgão do tórax onde os linfócitos T, que desempenham um papel vital no sistema imunológico, amadurecem. Se o timo não funcionar corretamente ou não se formar durante o desenvolvimento fetal no útero, isso pode levar a doenças como imunodeficiência grave, em que o corpo não consegue combater doenças infecciosas ou células cancerosas, ou autoimunidade, em que o sistema imunológico ataca erroneamente o paciente próprio tecido saudável. Em seu estudo de prova de conceito, publicado na Nature Communications hoje [sexta-feira, 11 de dezembro], os cientistas reconstruíram o timo usando células-tronco retiradas de pacientes que tiveram que remover o órgão durante a c

O Centro de Criogenia Brasil (CCB) – empresa localizada em São Paulo, especializada em coletar, transportar, processar, expandir, pesquisar e criopreservar células-tronco de diversas fontes, acaba de receber a acreditação ACSA International, uma das certificações europeias de maior relevância no mundo. Com esse reconhecimento, o CCB passa a ser o 1º Banco de células-tronco acreditado pela ACSA no Brasil com excelência em qualidade, ou seja, a empresa cumpriu todos os requisitos na avaliação do sistema de gestão. Centro de Criogenia Brasil é o primeiro banco de células-tronco acreditado com excelência pela ACSA A certificação tem como objetivo verificar e avaliar todos os processos estabelecidos pela empresa, desde o atendimento até a disponibilização do material para tratamento, passando pela coleta, triagem e processamento das células-tronco, sendo esse último um diferencial do CCB, que tem laboratórios autorizados pela ANVISA para multiplicar células. No Brasil, a ACSA é represe

Estudos realizados em idosos comprovam a eficácia do material no combate à problemas de saúde comuns na terceira idade A forma como o envelhecimento pode impactar uma pessoa é uma decorrência de diversos fatores. Além da motivação fisiológica, por conta da idade, alguns agentes ambientais podem acelerar o processo, que é caracterizado por rugas, flacidez, aspereza e pigmentação irregular. O processo é explicado pela perda numérica e qualitativa das células-tronco mesenquimais, que acontece no decorrer do envelhecimento. Buscar uma alternativa de combate ou reversão desse aspecto tem sido, cada vez mais, uma prioridade. Em 2017, duas pesquisas publicadas na revista “The Journals of Gerontology”, mostraram a eficácia do transplante de um tipo de célula-tronco adulta, denominada célula-tronco mesenquimal, na reversão de quadros decorrentes do envelhecimento. O primeiro teste envolveu 15 pacientes com idade média de 76 anos. Cada um recebeu infusões de células mesenquimais coletadas da

A retina artificial reproduz as camadas celulares da retina natural. [Imagem: IOB.ch] Organoides Cientistas suíços geraram replicações precisas de retinas humanas em cultura, o que permite monitorar e localizar os tipos específicos de células afetadas por doenças oculares genéticas. A retina é a parte do olho que recebe e organiza as informações visuais. Ela contém milhões de células e nervos sensíveis à luz e tem cinco camadas distintas que enviam sinais coletivamente ao cérebro. Fruto de um trabalho de seis anos, esta conquista vai acelerar o progresso no desenvolvimento de novas terapias oculares, dizem os pesquisadores do Instituto de Oftalmologia Clínica e Molecular da Basileia (IOB). "A pesquisa aborda uma necessidade fundamental não atendida, que é desenvolver modelos de retinas que se assemelhem muito ao órgão real," disse o professor Cameron Cowan. "Isso abre a possibilidade de desenvolver tratamentos em laboratório feitos sob medida para cada paciente." Gravidez arti