

Segundo a OMS, há 422 milhões de pessoas no mundo com diabetes. A doença pode trazer várias complicações se não for tratada e, até o momento não havia cura. Os pacientes tinham apenas como controlá-la. Só que cientistas da Universidade de Alberta, no Canadá, trouxeram uma notícia maravilhosa para todos nós. Eles descobriram a cura da diabetes e testaram a sua eficiência em alguns camundongos. Agora, estão aguardando liberação de investimentos para começarem os testes em humanos. Como foi descoberta a cura da diabetes? O grupo de cientistas da Universidade de Alberta, usou uma técnica que promove o desenvolvimento de células-tronco em células pancreáticas. Com isso, é possível que o corpo volte a produzir insulina naturalmente. “Fomos capazes de tratar incontáveis milhares de camundongos com essas células-tronco e efetivamente curar camundongos com diabetes ao longo de muitos anos”, disse Dr. James Shapiro, coordenador da pesquisa. “Trabalhamos com uma empresa chamada ViaCyte em

A atriz Selma Blair emocionou seus fãs nas redes sociais ao compartilhar no Instagram um álbum com três fotos em que aparece nadando da piscina de sua casa. Os registros foram motivo de comoção por parte dos seguidores das celebridade por eles virem à público um ano após ele tornar pública sua luta contra esclerose múltipla. A atriz Selma Blair (Foto: Instagram) Hoje aos 40 anos e famosa por sua presença em filmes como ‘Segundas Intenções’ (1999), ‘Legalmente Loira’ (2001) e os dois primeiros longas da franquia ‘Hellboy’, Blair aparece nos registros na piscina dentro d’água, vestindo um maiô preto e branco. Em uma das imagens, ela aparece boiando, com os olhos fechados. Na legenda do post, Blair incluiu um trecho do livro ‘O Ano do Pensamento Mágico’, da escritora Joan Didion: “Deixar que eles se tornem uma fotografia em cima da mesa. Deixar que eles se tornem um nome nas contas do inventário .Soltar-se deles na água”. “Sem palavras”, escreveu uma pessoa no espaço de comentários

A gente aprende na escola que a reprodução é possível a partir da combinação das células reprodutivas de uma fêmea e de um macho. Ao que tudo indica, pelo menos no caso dos seres humanos, essa máxima pode estar com os dias contados. Cientistas britânicos foram capazes de desenvolver espermatozoide em laboratório a partir de células-tronco da medula óssea feminina. Segundo os responsáveis pela descoberta, esse pode ser o fim da necessidade do pai na reprodução (humana, pelo menos). Espermatozoide em laboratório britânico O experimento foi realizado por pesquisadores da Universidade de New Castle. Essa mesma equipe de cientistas, aliás, em 2017, anunciou ter conseguido desenvolver espermatozoide em laboratório – imaturos – a partir da medula óssea de homens adultos. Um dos grandes objetivos do estudo do espermatozoide feminino – como vem sendo chamado o espermatozoide em laboratório a partir de células de mulheres -, conforme os responsáveis pela descoberta, é possibilitar que casa

Um novo estudo com células-tronco pode levar esperança e auxiliar no tratamento de pacientes com covid-19. Desenvolvida por pesquisadores da PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), do CHC-UFPR (Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná) e do ICC (Instituto Carlos Chagas) FiocruzParaná), a pesquisa já está sendo feita e pretende utilizar o cordão umbilical para extrair as células-tronco e tratar pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do coronavírus (Sars-CoV-2). Paulo Brofman, coordenador do Núcleo de Tecnologia Celular da PUC-PR e um dos coordenadores da pesquisa, explica que esse tipo de célula apresenta importantes propriedades imunomoduladoras que reconhecem que está ocorrendo uma resposta excessiva no sistema imune. Inflamação no pulmão e sistema imunológico A covid-19 é uma doença muito diversificada, podendo provocar disfunções graves no pulmão e outros órgãos ou deixar o indivíduo sem sintomas. Como o sistema imunológic

A córnea artificial foi criada por cientistas da universidade de Newcastle, na Inglaterra utilizando uma impressora 3D que é capaz de trabalhar com células humanas para construir órgãos artificiais. Embora pareça simples, a córnea humana é responsável por proteger os olhos e ainda ajustar o foco da nossa visão, por isso a precisão da curvatura dela é essencial. Para criar essa réplica, células-tronco de uma córnea saudável foram utilizadas para garantir o mínimo de rejeição possível. Por fim, a precisão milimétrica é criada por uma impressora que consegue produzir uma peça em 6 minutos. Essa pode ser uma grande solução para a enorme fila de pacientes aguardando por um transplante, que já passa de 15 milhões de pessoas em todo o mundo. Para se ter uma ideia, um único doador pode fornecer material para a produção de 50 córneas no momento. Os modelos criados com a impressão 3D ainda não serão utilizados em transplantes, visto que os resultados ainda precisam ser estudados e testados