

A clonagem é um mecanismo de produção de indivíduos geneticamente iguais. A reprodução assexuada de algumas bactérias, insetos e plantas ocorre por clonagem. No entanto, ela também é uma técnica utilizada na biotecnologia, mais especificamente na engenharia genética, que funciona como um tipo de reprodução artificial. O processo de clonagem não usa gametas para dar origem aos novos indivíduos que são chamados de clones. Ela produz indivíduos que são cópias genéticas, ou seja, possuem o mesmo material genético do indivíduo que doou a célula somática para a clonagem. Tipos de clonagem Existem vários tipos de clonagem, que podem ser classificadas como naturais ou artificiais. As técnicas utilizadas para cada uma delas podem variar de acordo com o objetivo do procedimento. Clonagem natural A clonagem natural ocorre em algumas plantas, insetos e bactérias como forma de reprodução assexuada. Ela também pode acontecer nos humanos, na gravidez de gêmeos univitelinos, que são formados

Durante séculos, a medicina precisou testar em cobaias (animais e humanas) desde cosméticos até medicamentos. Enquanto o primeiro segmento hoje conta com pele artificial, o segundo avançou mais um passo para dispensar o uso de animais em testes clínicos: são cada vez mais comuns os bancos de organoides, mini-órgãos que reproduzem os originais em placas de Petri. Células-tronco e precursoras permitem desenvolvimentos espantosos até mesmo para profissionais como a bióloga Madeline Lancaster, que lidera o grupo que estuda doenças cerebrais no Laboratório de Biologia Molecular do Conselho de Pesquisa Médica em Cambridge, no Reino Unido. Em 2011, trabalhando com células-tronco embrionárias humanas, ela acidentalmente criou um minicérebro. Organoides conseguem reproduzir, até certo ponto, as estruturas dos órgãos originais. Olhando as células de aspecto leitoso que se recusavam a grudar no fundo da placa de Petri, ela percebeu, em uma, um pequeno ponto escuro: era uma retina em desenvolvi

Um novo estudo publicado na revista Nature pode levar esperança a pacientes com diabetes. Trata-se de uma técnica capaz de fabricar células e gerar um hormônio que regula o baixo nível de açúcar no sangue. Na prática, o produto contém o hormônio glucagon capaz de proteger contra a hipoglicemia em animais. "Agora temos a capacidade de fabricar grandes quantidades de um tipo de célula importante que é necessário para prevenir a hipoglicemia e regular a glicose no sangue em pacientes com diabetes. A geração de tipos de células pancreáticas a partir de fontes renováveis é promissora para terapias de substituição celular para diabetes ", disse Quinn Peterson, um dos pesquisadores do estudo. Peterson explica que as células alfas do pâncreas produzem glucagon, que é liberado para corrigir baixos níveis de açúcar no sangue. Porém, no diabetes esse tipo de célula não tem função deixando o paciente suscetível à hipoglicemia. Como funciona o processo Chamadas de biomanufaturadas, essas part

Empresa vai usar elementos do tecido adiposo, que seriam eficazes para neutralizar os efeitos provocados pelo novo coronavírus no organismo Um farmacêutica do Japão está desenvolvendo um novo tratamento com células-tronco para tratar os pacientes com sintomas graves da covid-19. A empresa Rohto prevê iniciar os testes clínicos nas próximas semanas. A Rohto solicitou permissão da Agência de Medicamentos e Dispositivos Médicos (o equivalente à Anvisa do Japão) para iniciar os testes, que seriam os primeiros até o momento em que as células-tronco são usadas para tratar a doença causada pelo novo coronavírus, informaram fontes do órgão regulador japonês nesta quinta-feira (11) ao jornal Asahi. A companhia de Osaka (oeste) pretende usar células-tronco mesenquimais, obtidas a partir de tecido adiposo humano, o que seria eficaz para neutralizar os efeitos do vírus no sistema imunológico. A Rohto vai iniciar testes em culturas de células em laboratório antes de prosseguir com os primeiro

Terapias celulares não atacam o vírus ou impedem a sua entrada nas células, mas diminuem o quadro inflamatório provocado pela reação imunológica em resposta à infecção Pesquisadores de diversos países têm estudado uso de células-tronco no tratamento de Covid-19. As terapias celulares não atacam o vírus ou impedem a sua entrada nas células, mas diminuem o quadro inflamatório provocado pela reação imunológica em resposta à infecção. Seu uso para a Covid-19 ainda é experimental, e a aprovação dos órgãos regulatórios varia em cada país. Os estudos em curso avaliam a eficácia por meio de modelos animais e infecções in vitro e também são de uso compassivo, no qual o tratamento é testado em pacientes em estado grave sem chance de terapias alternativas. Os resultados têm sido promissores, e agora os hospitais devem iniciar os ensaios clínicos. Só na plataforma ClinicalTrials, que reúne pedidos em andamento, são mais de 30, de diversos países, incluindo China, EUA, França e Irã. A maiori