

Equipe busca apoio econômico para iniciar aplicação clínica de células-tronco no tratamento da síndrome respiratória aguda grave As consequências sociais e econômicas do novo coronavírus têm acelerado a busca por soluções capazes de salvar vidas e resgatar a “normalidade” no mundo. Uma dessas inovações pode vir da iniciativa de pesquisadores da Universidade Positivo, de Curitiba (PR), que há 12 anos desenvolvem projetos com células-tronco mesenquimais (células com grandes propriedades regenerativas que são encontradas nos tecidos adultos), bem como trabalham na sensibilização dos órgãos competentes pela consolidação de uma legislação que regulamente tais tratamentos no país, resguardando a segurança dos pacientes. O projeto para o tratamento da Covid-19 desenvolvido pelo Centro de Processamento Celular (CPC) da Curityba Biotech, dentro da Universidade Positivo (UP), contempla uma proposta inovadora: “Células-tronco mesenquimais de origem odontológica (MSC-DS) no tratamento de pacie

Células-Tronco Dentre os diferentes tipos de células-tronco (CT), encontramos principalmente: - Células-tronco Hematopoiéticas (CTH) são responsáveis pela produção de sangue (3 milhões de células por segundo) e podem ser retiradas da medula e do sangue do cordão umbilical. Servem para tratar mais de 80 doenças hematológicas (as principais são as Leucemias e Linfomas). Estes tratamentos já são realizados desde a década de 60, inclusive no Brasil. - Células-tronco Mesenquimais (CTM) foram descobertas mais recentemente, e são responsáveis pela formação dos mais de 200 tipos de tecidos que formam nosso organismo. Os estudos mostram que estas CT servem para tratar doenças degenerativas, autoimunes e traumas/lesões nos tecidos. Em situações de lesão em órgão ou tecido, as CTM migram ao local lesionado e iniciam uma regeneração. Inicialmente, estas células emitem vesículas que agem para reduzir o impacto do sistema imunológico infiltrado no local, eliminando-o daquele ambiente; provoca

A China registrou novos progressos na pesquisa de medicamentos e terapias para a Covid-19, compartilhando com o mundo sua experiência e realizações clínicas e impulsionando a cooperação internacional no estudo da doença A China avança na pesquisa para o tratamento da Covid-19. Um dos destaques é o tratamento com células-tronco, aplicado em mais de 200 casos em Wuhan, a cidade mais atingida pela epidemia na China, revelou Sun Yanrong, vice-diretora do Centro Nacional de Desenvolvimento de Biotecnologia da China sob o Ministério da Ciência e Tecnologia, em uma conferência realizada nesta terça-feira. Os ensaios clínicos mostraram que a terapia é segura e pode aumentar a taxa de cura entre pacientes graves, inibindo a inflamação pulmonar e melhorando a função respiratória dos pacientes no período de reabilitação, explicou Sun, segundo a Xinhua. Sun disse que a China também fez progressos na terapia com plasma convalescente. Até o momento, mais de 700 pacientes receberam esse tratam

ABU DHABI, 8 de maio de 2020 (WAM) - Sua Alteza Xeque Mohamed bin Zayed Al Nahyan, Príncipe Herdeiro de Abu Dhabi e Comandante Supremo Adjunto das Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos, ordenou o pagamento de todos os custos relacionados ao tratamento de casos críticos de coronavírus através da terapia com células-tronco. A iniciativa do Xeque Mohamed bin Zayed Al Nahyan vem depois que o Centro de Células-Tronco de Abu Dhabi, ADSCC, anunciou o desenvolvimento de um tratamento inovador e promissor para infecções por COVID-19 usando células-tronco. O tratamento foi administrado nos Emirados Árabes Unidos a 73 pacientes com COVID-19 que foram todos tratados e curados do vírus com sucesso, inalando o tratamento para seus pulmões após ter sido nebulizado em uma fina névoa. A iniciativa da ADSCC visa estimular a pesquisa médica para desenvolver um tratamento COVID-19 utilizando capacidades humanas e técnicas, fornecendo a tecnologia necessária e facilitando o seu uso em todos os hos

O clampeamento tardio e a saúde do bebê No bebê a termo e saudável, o clampeamento tardio eleva os níveis sanguíneos e aumenta o estoque de ferro durante os primeiros meses de vida. Entretanto, este grupo de bebês pode apresentar um pequeno aumento da icterícia neonatal e a decorrente necessidade de fototerapia, o que levaria a uma internação prolongada, para tratamento dessa intercorrência. No bebê pré-termo os benefícios relatados na literatura médica internacional e aceito pelo Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia (ACOG) são mais claros e evidentes. Há melhora da circulação fetal de transição, aumento do volume sanguíneo, diminuição da necessidade de transfusão de sangue, além de evitar a hemorragia intraventricular e enterocolite1. Baseado nos benefícios apresentados, o ACOG recomenda o clampeamento tardio de pelo menos 30 a 60 segundos para os nascimentos a termo e pré-termo. O clampeamento tardio e a coleta do sangue de cordão umbilical (SCU) A disponibilidade im