

A Ufal recebeu mais de R$ 2 milhões para construir um laboratório de pesquisa com células-tronco para combater a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em Alagoas, os médicos têm observado que o número de casos da doença tem aumentado, apesar de não haver pesquisas que comprovem o crescimento. De acordo com o pesquisador da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), Marcelo Duzzioni, o laboratório será pioneiro no estado e deverá servir para investigar outras patologias clínicas no futuro. “O nosso objetivo é pegar essas células-tronco de pacientes com ela, diferenciá-las em neurônios motor, uma vez que a doença afeta esse grupo de neurônios, e investigar se fármacos interferem no seu desenvolvimento e se isso pode ser uma alternativa ao tratamento atual que existe”, explicou Duzzioni. Doença descrita na literatura médica desde o século 19, a ELA apresentou os maiores avanços na pesquisa de combate em 2015, quando a medicina descobriu “proteínas anormais” que podem

Pesquisadores brasileiros na vanguarda da biotecnologia mundial no tratamento de múltiplas enfermidades, desenvolveram um polímero capaz de auxiliar na regeneração de ossos e tecidos. Quem nunca se perguntou o porquê de certas doenças ainda não terem cura em pleno século XXI? A resposta é que a pesquisa clínica acontece o tempo todo nos mais diversos centros de pesquisas e universidades mundiais, mas infelizmente, muitos não chegam ao fim por falta recursos e infraestrutura, ou ainda, quando concluídos, nunca chegam definitivamente ao mercado por não conseguir vencer etapas burocráticas. Uma pesquisa translacional de biológicos realizada pelo CEVAP (Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos) da Unesp Botucatu, permitiu agilizar a transferência de resultados de pesquisa básica para pesquisas clínicas, associando variados tipos de conhecimentos médicos na prática, a fim de produzir benefícios reais para a comunidade. Esse modelo possibilitou que a pesquisa brasileira chegas

Anvisa regulamenta o uso terapêutico de células-tronco e o País sobe no quesito inovações médicas. Não adianta o brasileiro ter uma cultura de fácil aceitação das novas terapias que a cada ano surgem pelo mundo, se a técnica de tratamento for proibida de ser aplicada pelo governo. O uso de células-tronco há muito é falado, mas ainda é pouco utilizado. Sua descoberta ocorreu a partir de tecidos embrionários, mas depois passou a ser possível encontrá-las em tecidos adultos e técnicas foram desenvolvidas para tornar células maduras em matrizes de outros tecidos. A chamada Lei de Biossegurança, que regulamenta a produção e criação de células-tronco, e também seu uso terapêutico no Brasil, foi aprovada em 2005. A partir de então, bancos que preservam células embrionárias, cordão umbilical e óvulos funcionam legalmente, mas até agora pouco faziam, pois o uso terapêutico precisava de regulamentação. A lei de 2005 já foi avançada e permitiu que se fizessem pesquisas que culminaram com nov

O “transtorno do espectro autista” é uma denominação que deriva do ‘autismo’, quadro clínico que está associado a uma falha na regulação da maturação e capacidade de diferenciação dos neurônios. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a patologia atinge 80 milhões de pessoas no mundo – 2 milhões delas no Brasil, sendo maior a incidência no sexo masculino, em uma proporção de quatro meninos para uma menina. Em busca de um tratamento para essa condição, diversos estudos clínicos indicam que o transplante de células-tronco do sangue de cordão umbilical pode trazer melhorias dos sintomas comportamentais de indivíduos com autismo. Uma pesquisa com pacientes do Shandong Jiaotong Hospital e do Shandong Rehabilitation Therapy Center, na China, incluiu 37 crianças de 3 a 12 anos com autismo. Quando comparados ao grupo controle, os pacientes submetidos à terapia obtiveram melhora nos parâmetros medidos 24 semanas após a infusão. Foram monitorados itens como relacionamento

No início deste ano, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) recebeu mais de R$ 2 milhões do Ministério da Saúde para a construção do laboratório de pesquisa com células-tronco. O objetivo é buscar possíveis tratamentos e enfrentamento da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), sendo essa uma esperança para os portadores. O laboratório idealizado por pesquisadores da Ufal junto ao médico Hemerson Casado, portador de ELA e presidente da Associação Dr. Hemerson Casado Gama também vai possibilitar a investigação de outras patologias clínicas no futuro. A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença provocada pela lesão degenerativa dos neurônios motores e que afeta principalmente pacientes do sexo masculino, em geral após os 40 anos de idade. O ano de 2015 foi marcado pelos maiores avanços em relação à pesquisa sobre a doença, quando a medicina descobriu “proteínas anormais” que podem lesar os neurônios, associados à ELA. O professor Ph.D do Instituto de Ciências Biológicas e da Saú