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Notícias

29 de março de 2018

Pesquisadores da Ufal desafiam a ciência em busca da cura para ELA

A Ufal recebeu mais de R$ 2 milhões para construir um laboratório de pesquisa com células-tronco para combater a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em Alagoas, os médicos têm observado que o número de casos da doença tem aumentado, apesar de não haver pesquisas que comprovem o crescimento. De acordo com o pesquisador da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), Marcelo Duzzioni, o laboratório será pioneiro no estado e deverá servir para investigar outras patologias clínicas no futuro. “O nosso objetivo é pegar essas células-tronco de pacientes com ela, diferenciá-las em neurônios motor, uma vez que a doença afeta esse grupo de neurônios, e investigar se fármacos interferem no seu desenvolvimento e se isso pode ser uma alternativa ao tratamento atual que existe”, explicou Duzzioni. Doença descrita na literatura médica desde o século 19, a ELA apresentou os maiores avanços na pesquisa de combate em 2015, quando a medicina descobriu “proteínas anormais” que podem

23 de março de 2018

Unesp Botucatu desenvolve polímero que regenera ossos

Pesquisadores brasileiros na vanguarda da biotecnologia mundial no tratamento de múltiplas enfermidades, desenvolveram um polímero capaz de auxiliar na regeneração de ossos e tecidos. Quem nunca se perguntou o porquê de certas doenças ainda não terem cura em pleno século XXI? A resposta é que a pesquisa clínica acontece o tempo todo nos mais diversos centros de pesquisas e universidades mundiais, mas infelizmente, muitos não chegam ao fim por falta recursos e infraestrutura, ou ainda, quando concluídos, nunca chegam definitivamente ao mercado por não conseguir vencer etapas burocráticas. Uma pesquisa translacional de biológicos realizada pelo CEVAP (Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos) da Unesp Botucatu, permitiu agilizar a transferência de resultados de pesquisa básica para pesquisas clínicas, associando variados tipos de conhecimentos médicos na prática, a fim de produzir benefícios reais para a comunidade. Esse modelo possibilitou que a pesquisa brasileira chegas

16 de março de 2018

A biotecnologia pode avançar no Brasil

Anvisa regulamenta o uso terapêutico de células-tronco e o País sobe no quesito inovações médicas. Não adianta o brasileiro ter uma cultura de fácil aceitação das novas terapias que a cada ano surgem pelo mundo, se a técnica de tratamento for proibida de ser aplicada pelo governo. O uso de células-tronco há muito é falado, mas ainda é pouco utilizado. Sua descoberta ocorreu a partir de tecidos embrionários, mas depois passou a ser possível encontrá-las em tecidos adultos e técnicas foram desenvolvidas para tornar células maduras em matrizes de outros tecidos. A chamada Lei de Biossegurança, que regulamenta a produção e criação de células-tronco, e também seu uso terapêutico no Brasil, foi aprovada em 2005. A partir de então, bancos que preservam células embrionárias, cordão umbilical e óvulos funcionam legalmente, mas até agora pouco faziam, pois o uso terapêutico precisava de regulamentação. A lei de 2005 já foi avançada e permitiu que se fizessem pesquisas que culminaram com nov

9 de março de 2018

Células-Tronco oferecem esperança para o autismo

O “transtorno do espectro autista” é uma denominação que deriva do ‘autismo’, quadro clínico que está associado a uma falha na regulação da maturação e capacidade de diferenciação dos neurônios. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a patologia atinge 80 milhões de pessoas no mundo – 2 milhões delas no Brasil, sendo maior a incidência no sexo masculino, em uma proporção de quatro meninos para uma menina. Em busca de um tratamento para essa condição, diversos estudos clínicos indicam que o transplante de células-tronco do sangue de cordão umbilical pode trazer melhorias dos sintomas comportamentais de indivíduos com autismo. Uma pesquisa com pacientes do Shandong Jiaotong Hospital e do Shandong Rehabilitation Therapy Center, na China, incluiu 37 crianças de 3 a 12 anos com autismo. Quando comparados ao grupo controle, os pacientes submetidos à terapia obtiveram melhora nos parâmetros medidos 24 semanas após a infusão. Foram monitorados itens como relacionamento

1 de março de 2018

Verbas para laboratório de pesquisa com células-tronco fomentam estudos sobre ELA

No início deste ano, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) recebeu mais de R$ 2 milhões do Ministério da Saúde para a construção do laboratório de pesquisa com células-tronco. O objetivo é buscar possíveis tratamentos e enfrentamento da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), sendo essa uma esperança para os portadores. O laboratório idealizado por pesquisadores da Ufal junto ao médico Hemerson Casado, portador de ELA e presidente da Associação Dr. Hemerson Casado Gama também vai possibilitar a investigação de outras patologias clínicas no futuro. A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença provocada pela lesão degenerativa dos neurônios motores e que afeta principalmente pacientes do sexo masculino, em geral após os 40 anos de idade. O ano de 2015 foi marcado pelos maiores avanços em relação à pesquisa sobre a doença, quando a medicina descobriu “proteínas anormais” que podem lesar os neurônios, associados à ELA. O professor Ph.D do Instituto de Ciências Biológicas e da Saú

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