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Notícias

1 de dezembro de 2017

Estudo com células-tronco ajuda pacientes com doença falciforme

Aplicação de células-tronco do próprio paciente para regeneração de lesões ósseas causadas pela doença falciforme. Esse é o estudo clínico desenvolvido na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e conduzido pelo chefe do Serviço de Ortopedia, Gildásio Daltro. O médico esteve em Belém (27/11), para avaliar candidatos ao tratamento alternativo. A consulta foi feita no setor de fisiologia da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). A coordenadora de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, a médica hematologista Saide Trindade, explica que a doença falciforme é hereditária e se caracteriza por hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) anormais. “Essa alteração estrutural faz com que elas tenham um formato parecido com uma foice e sejam pouco maleáveis. Isso causa obstrução nos vasos sanguíneos e muita dor”. No Pará, 876 pessoas com a doença falciforme recebem tratamento multidisciplinar e multiprofissional da Fundação. Esses pacientes costumam apresentar doenças ortopédica

24 de novembro de 2017

A terapia de células-tronco melhora os sintomas da artrite reumatoide

As células-tronco mesenquimais estão provando ter efeitos significativos em pacientes que sofrem de osteoporose, artrite reumatoide, lúpus, colite, doença mista do tecido conjuntivo, esclerodermia, poliartrite, reumatismo, etc. Também tem demonstrado uma boa melhora da osteoartrite. Em geral, acredita-se que os melhores resultados ocorrem com a administração das células diretamente na articulação danificada ou imediatamente ao redor da articulação. As articulações artrósicas onde há cartilagem já mostraram também melhora com a administração de células-tronco da medula diretamente na articulação. Há um grande número de vantagens do uso de células-tronco do cordão umbilical que não requerem imunossupressão e que podem ajudar no equilíbrio da função imune. Além das terapias de células-tronco, o tratamento da artrite reumatoide requer um programa integral que inclui a desintoxicação e terapias nutricionais. Além disso, também existem outros tratamentos magnéticos disponíveis que podem

16 de novembro de 2017

Cientistas reconstroem 80% da pele de criança com grave doença genética

Um tratamento experimental que combinou desenvolvimentos nos campos de células-tronco e terapias genéticas salvou a vida de uma criança de sete anos com uma grave doença genética na Alemanha. O paciente, de sexo não revelado, sofre com uma forma severa de epidermólise bolhosa, mal que afeta a capacidade da epiderme, a camada mais externa da pele, de se unir com a derme, a mais profunda, deixando a pele frágil e sujeita a ferimentos que causam o surgimento de dolorosas bolhas e pode ser fatal. No caso, relatado em artigo publicado no site da prestigiada revista científica “Nature”, os cientistas usaram técnicas de terapia genética e cultura de células-tronco para reconstruir, e depois enxertar, 80% da pele da criança, que 21 meses depois não apresentava qualquer sinal de problemas. No artigo, os pesquisadores liderados por Michele De Luca, do Centro Stefano Ferrari para Medicina Regenerativa da Universidade de Modena e Reggio Emilia, na Itália, contam como a criança deu entrada no ho

10 de novembro de 2017

Pesquisa com células geneticamente modificadas podem beneficiar pacientes do SUS com leucemia e linfoma

Pesquisadores do Hemocentro de Ribeirão Preto estão desenvolvendo uma plataforma de expansão de células T geneticamente modificadas para tratamento de pacientes com leucemias e linfomas. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) indicam que foram registrados mais de 23 mil novos casos destas doenças em 2016. Essa terapia poderá beneficiar pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O Hemocentro de Ribeirão Preto sedia o Centro de Terapia Celular (CTC-USP), da FAPESP, e Instituto Nacional de Células-Tronco e Terapia Celular no Câncer (INCTC), do CNPq, que têm aporte financeiro de R$ 7 milhões para pesquisas em terapias celulares e genéticas do câncer. A equipe também possui parceria com a GE Healthcare Life Sciences para o desenvolvimento do projeto. Esse tipo de imunoterapia foi desenvolvida por pesquisadores pioneiros da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e posteriormente licenciada à indústria farmacêutica Novartis. Conhecida como CAR-T cell therapy, a terapia é t

3 de novembro de 2017

Células estaminais tiveram resultados espantosos na reversão do envelhecimento

De acordo com dois estudos publicados no The Journals of Gerontology, um ensaio clínico provou que os pacientes idosos são capazes de percorrer longas distâncias e respirar mais facilmente depois de terem recebido uma única infusão de células estaminais de dadores jovens. Cientistas do Instituto Interdisciplinar de Células Estaminais da Universidade de Miami pensam ter descoberto o início do que pode vir a ser o primeiro tratamento terapêutico para a fragilidade, uma condição causada pelo envelhecimento. Ambos os estudos analisaram o papel que a célula mesenquimal pode ter na reversão do envelhecimento. A quantidade deste tipo de célula estaminal, presente no indivíduo adulto, vai diminuindo consideravelmente à medida que vamos envelhecendo. Segundo o Futurism, ensaios clínicos baseados no transplante deste tipo de células tiveram “resultados espantosos” na reversão do envelhecimento. “Todo o ser humano no planeta está a envelhecer” afirma Joshua Hare, diretor e fundador do Insti

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