

Tratamento regenera o tecido perdido na articulação temporomandibular, responsável por movimentos como a mastigação e a fala. Proposta por brasileiros, a intervenção poderá substituir a colocação de próteses. Na altura do ouvido, ligando a mandíbula ao osso da têmpora, fica a articulação temporomandibular, chamada ATM. Ela pode não ser tão conhecida quanto os joelhos e os cotovelos, mas é uma das articulações mais utilizadas do corpo. Basta lembrar que é responsável por qualquer movimento da boca, da mastigação à fala. Além disso, quem já teve algum problema com a ATM raramente esquece. A articulação e os músculos próximos podem sofrer com as disfunções temporomandibulares, DTMs, um conjunto de complicações que podem causar dor, dificuldades em mover a mandíbula, barulhos estranhos e dor de cabeça. Essas disfunções existem em diversos graus, e as formas mais avançadas causam sérios problemas ao paciente. Em alguns casos, a implantação de próteses é a única solução. Mas um novo tr

(EUA) Uma nova terapia, para a leucemia usa a engenharia genética para modificar as células do paciente e fazê-las combater a doença, o que promete revolucionar os tratamentos futuros para certos tipos de câncer, mas custo e efeitos colaterais ainda são problema. A terapia do grupo farmacêutico suíço Novartis é a primeira do tipo a ser aprovada nos Estados Unidos, depois da decisão da US Food and Drug Administration em 30 de agosto/17. O público-alvo são os pacientes de leucemia linfoblástica aguda (LLA) recorrente/refratária das células B com até 25 anos que tiveram recaídas ou não responderam ao tratamento padrão. Segundo a Novartis, pessoas que sofrem desse tipo de leucemia costumam passar por múltiplos tratamentos, incluindo quimioterapia, radiação ou transferência de células-tronco, mas menos de 10% sobrevivem após cinco anos. Engenharia genética - Ao contrário dos outros métodos, o novo tratamento, chamado Kymriah, pertence à classe das imunoterapias, que fortalecem a capac

A primeira paciente no Brasil a passar pelo transplante de células-tronco foi Giselle Idalgo, que fez o procedimento no hospital Beneficência Portuguesa de São José do Rio Preto no final de 2013. Foram usadas as células da própria paciente, e refeito seu sistema autoimune, o que a livrou da doença de Crohn até hoje. O proctologista Roberto Luiz Kaiser Junior acompanhava o caso de Gisele e integrou a equipe que fez o transplante. Inspirada pela história de Giselle, a adolescente Lorena Eltz, hoje com 17 anos, saiu da região metropolitana de Porto Alegre em 2016, e partiu para Rio Preto em busca de qualidade de vida. Ele sofria com a doença de Crohn desde bem pequena, e só teve o diagnóstico preciso aos cinco anos de idade. Apesar das várias tentativas de tratamento, não houve melhora do quadro. A cura, ou até um descanso da doença, é o que buscava Lorena. Os médicos que tratavam Lorena entraram em contato com o médico Kaiser Júnior, de Rio Preto, que fez o procedimento inédito no

Homens e mulheres estão vivendo cada vez mais. Muita gente ainda não sabe, mas os bebês que estão nascendo agora podem passar facilmente dos 120 anos. Mas qual será o limite? Um cientista britânico, que esteve no Brasil, afirma que em breve o ser humano pode chegar aos mil anos. Será que é possível. Fonte: Reportagem da Semana | R7 | Domingo Espetacular (20/08/2017)

Injetadas diretamente no coração de ratos idosos, as células-tronco cardíacas retiradas de corações jovens ajudaram a revertes os sinais de envelhecimento já demonstrados pelos animais. A descoberta é fruto de um estudo publicado no European Heart Journal (14/08). Segundo informações do UOL, com algumas injeções, os ratos em questão já apareceram revigorados. Além de melhorar a função cardíaca, as células-tronco aceleraram o crescimento dos pelos dos ratos e o alongamento dos telômeros cromossômicos, que geralmente encolhem com a idade. Eles também apresentaram aumento de resistência. “É extremamente emocionante”, definiu Eduardo Marbán, principal pesquisador do estudo e diretor do Instituto do Coração Cedars-Sinai. Para ele, esses efeitos rejuvenescedores sistêmicos são “como uma fonte inesperada de juventude”, acrescentou. Márban conta que o instituto tem pesquisado novas formas de terapia celular para o coração há 12 anos. Com sua pesquisa anterior, ele descobriu que as células