

As células-tronco mesenquimais estão provando ter efeitos significativos em pacientes que sofrem de osteoporose, artrite reumatoide, lúpus, colite, doença mista do tecido conjuntivo, esclerodermia, poliartrite, reumatismo, etc. Também tem demonstrado uma boa melhora da osteoartrite. Em geral, acredita-se que os melhores resultados ocorrem com a administração das células diretamente na articulação danificada ou imediatamente ao redor da articulação. As articulações artrósicas onde há cartilagem já mostraram também melhora com a administração de células-tronco da medula diretamente na articulação. Há um grande número de vantagens do uso de células-tronco do cordão umbilical que não requerem imunossupressão e que podem ajudar no equilíbrio da função imune. Além das terapias de células-tronco, o tratamento da artrite reumatoide requer um programa integral que inclui a desintoxicação e terapias nutricionais. Além disso, também existem outros tratamentos magnéticos disponíveis que podem

Um tratamento experimental que combinou desenvolvimentos nos campos de células-tronco e terapias genéticas salvou a vida de uma criança de sete anos com uma grave doença genética na Alemanha. O paciente, de sexo não revelado, sofre com uma forma severa de epidermólise bolhosa, mal que afeta a capacidade da epiderme, a camada mais externa da pele, de se unir com a derme, a mais profunda, deixando a pele frágil e sujeita a ferimentos que causam o surgimento de dolorosas bolhas e pode ser fatal. No caso, relatado em artigo publicado no site da prestigiada revista científica “Nature”, os cientistas usaram técnicas de terapia genética e cultura de células-tronco para reconstruir, e depois enxertar, 80% da pele da criança, que 21 meses depois não apresentava qualquer sinal de problemas. No artigo, os pesquisadores liderados por Michele De Luca, do Centro Stefano Ferrari para Medicina Regenerativa da Universidade de Modena e Reggio Emilia, na Itália, contam como a criança deu entrada no ho

Pesquisadores do Hemocentro de Ribeirão Preto estão desenvolvendo uma plataforma de expansão de células T geneticamente modificadas para tratamento de pacientes com leucemias e linfomas. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) indicam que foram registrados mais de 23 mil novos casos destas doenças em 2016. Essa terapia poderá beneficiar pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O Hemocentro de Ribeirão Preto sedia o Centro de Terapia Celular (CTC-USP), da FAPESP, e Instituto Nacional de Células-Tronco e Terapia Celular no Câncer (INCTC), do CNPq, que têm aporte financeiro de R$ 7 milhões para pesquisas em terapias celulares e genéticas do câncer. A equipe também possui parceria com a GE Healthcare Life Sciences para o desenvolvimento do projeto. Esse tipo de imunoterapia foi desenvolvida por pesquisadores pioneiros da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e posteriormente licenciada à indústria farmacêutica Novartis. Conhecida como CAR-T cell therapy, a terapia é t

De acordo com dois estudos publicados no The Journals of Gerontology, um ensaio clínico provou que os pacientes idosos são capazes de percorrer longas distâncias e respirar mais facilmente depois de terem recebido uma única infusão de células estaminais de dadores jovens. Cientistas do Instituto Interdisciplinar de Células Estaminais da Universidade de Miami pensam ter descoberto o início do que pode vir a ser o primeiro tratamento terapêutico para a fragilidade, uma condição causada pelo envelhecimento. Ambos os estudos analisaram o papel que a célula mesenquimal pode ter na reversão do envelhecimento. A quantidade deste tipo de célula estaminal, presente no indivíduo adulto, vai diminuindo consideravelmente à medida que vamos envelhecendo. Segundo o Futurism, ensaios clínicos baseados no transplante deste tipo de células tiveram “resultados espantosos” na reversão do envelhecimento. “Todo o ser humano no planeta está a envelhecer” afirma Joshua Hare, diretor e fundador do Insti

Uma simples injeção de células-tronco pode aliviar a dor nas costas por até três anos e acabar com a epidemia de remédios como os opióides, que agem no sistema nervoso e mataram 33 mil pessoas por overdose nos EUA apenas em 2015. A descoberta – de pesquisadores da fabricante de medicamentos Mesoblast, em Melbourne, na Austrália – já testada em humanos, foi apresentada no congresso anual da US Spine Intervention Society em Nova Orleans, EUA, em agosto. As injeções estaminais na coluna aliviaram o desconforto de metade dos pacientes que sofrem com dores crônicas na lombar. Mais que isso: alguns estão há 3 anos sem os sintomas, de acordo com um estudo. Como - Os cientistas injetaram células-tronco em 100 pessoas com doença degenerativa do disco vertebral, o que representa cerca de 22% dos casos de dor lombar crônica. As células-tronco foram extraídas da medula óssea de doadores e cultivadas em um laboratório para criar grandes quantidades. A doença do disco degenerativo ocorre quan