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Notícias

14 de dezembro de 2017

Células-tronco que salvam: "Devo a vida da minha filha a um cordão umbilical"

Ela tinha menos de três anos quando foi diagnosticada pela primeira vez com leucemia. Após o tratamento, a doença voltou a se manifestar aos cinco e aos oito anos. Sem poder recorrer um transplante de medula óssea pela incompatibilidade com os pais e a irmã, a família quase desistiu para poupar a criança de tratamentos tão sofridos.  Vanessa Barro Canal recebeu o primeiro diagnóstico de leucemia com dois anos, mas só foi curada aos nove -- atualmente tem 22 anos -- foi a primeira a ser beneficiada da rede BrasilCord Foi nesse momento que a experiência do uso de células-tronco de um cordão umbilical para o combate ao câncer apareceu como possibilidade. Vanessa Barro Canal, hoje com 22 anos, a primeira beneficiaria da Rede BrasilCord -- rede de bancos públicos de sangue de cordão umbilical e placentário. E foi assim que a menina venceu o câncer com essa aposta em 2004.  "Se aquela mãe não tivesse doado o cordão umbilical, não sei se minha filha estaria viva hoje", afirma Mary Regina

8 de dezembro de 2017

Em audiência pública, especialistas reforçam importância do apoio às pesquisas com células-tronco

A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara realizou audiência pública para saber como andam as pesquisas com células-tronco no Brasil e como está sendo sua aplicação na medicina. A Universidade Federal da Bahia vem realizando um estudo para tratamento, com células-tronco, de necrose óssea causada pela anemia falciforme. A anemia falciforme é uma doença hereditária que causa alteração nos glóbulos vermelhos, que se rompem com facilidade e levam à anemia. A doença acomete principalmente negros. O professor da faculdade de medicina da UFBA, Gildásio Daltro, explicou que a necrose pode ser causada pela anemia falciforme e leva à perda de mobilidade do paciente, além de causar dores fortes. Gildásio Daltro destacou que as doenças ósseo-articulares foram responsáveis por 56% dos gastos da previdência social entre os anos de 2000 e 2013. Para ele, por ser simples e de baixo custo, o tratamento com células-tronco tem se mostrado um caminho eficiente e viável. "Na anemia falciforme nós

1 de dezembro de 2017

Estudo com células-tronco ajuda pacientes com doença falciforme

Aplicação de células-tronco do próprio paciente para regeneração de lesões ósseas causadas pela doença falciforme. Esse é o estudo clínico desenvolvido na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e conduzido pelo chefe do Serviço de Ortopedia, Gildásio Daltro. O médico esteve em Belém (27/11), para avaliar candidatos ao tratamento alternativo. A consulta foi feita no setor de fisiologia da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa). A coordenadora de Atendimento Ambulatorial do Hemopa, a médica hematologista Saide Trindade, explica que a doença falciforme é hereditária e se caracteriza por hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) anormais. “Essa alteração estrutural faz com que elas tenham um formato parecido com uma foice e sejam pouco maleáveis. Isso causa obstrução nos vasos sanguíneos e muita dor”. No Pará, 876 pessoas com a doença falciforme recebem tratamento multidisciplinar e multiprofissional da Fundação. Esses pacientes costumam apresentar doenças ortopédica

24 de novembro de 2017

A terapia de células-tronco melhora os sintomas da artrite reumatoide

As células-tronco mesenquimais estão provando ter efeitos significativos em pacientes que sofrem de osteoporose, artrite reumatoide, lúpus, colite, doença mista do tecido conjuntivo, esclerodermia, poliartrite, reumatismo, etc. Também tem demonstrado uma boa melhora da osteoartrite. Em geral, acredita-se que os melhores resultados ocorrem com a administração das células diretamente na articulação danificada ou imediatamente ao redor da articulação. As articulações artrósicas onde há cartilagem já mostraram também melhora com a administração de células-tronco da medula diretamente na articulação. Há um grande número de vantagens do uso de células-tronco do cordão umbilical que não requerem imunossupressão e que podem ajudar no equilíbrio da função imune. Além das terapias de células-tronco, o tratamento da artrite reumatoide requer um programa integral que inclui a desintoxicação e terapias nutricionais. Além disso, também existem outros tratamentos magnéticos disponíveis que podem

16 de novembro de 2017

Cientistas reconstroem 80% da pele de criança com grave doença genética

Um tratamento experimental que combinou desenvolvimentos nos campos de células-tronco e terapias genéticas salvou a vida de uma criança de sete anos com uma grave doença genética na Alemanha. O paciente, de sexo não revelado, sofre com uma forma severa de epidermólise bolhosa, mal que afeta a capacidade da epiderme, a camada mais externa da pele, de se unir com a derme, a mais profunda, deixando a pele frágil e sujeita a ferimentos que causam o surgimento de dolorosas bolhas e pode ser fatal. No caso, relatado em artigo publicado no site da prestigiada revista científica “Nature”, os cientistas usaram técnicas de terapia genética e cultura de células-tronco para reconstruir, e depois enxertar, 80% da pele da criança, que 21 meses depois não apresentava qualquer sinal de problemas. No artigo, os pesquisadores liderados por Michele De Luca, do Centro Stefano Ferrari para Medicina Regenerativa da Universidade de Modena e Reggio Emilia, na Itália, contam como a criança deu entrada no ho

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