

Terapia para livrar paciente do uso da insulina consiste em 'desligar' o sistema imunológico. Segundo pesquisadores, prática não cura diabetes tipo 1, mas preserva parte do pâncreas para produzir hormônio. Duas vezes por ano, o veterinário Otávio de Jesus Costa viaja de São Luiz do Maranhão (MA) até Ribeirão Preto (SP) para fazer exames no Hospital das Clínicas da USP. Em 2011, ele foi diagnosticado com diabetes tipo 1, mas graças ao tratamento com transplante de células-tronco realizado na unidade, deixou de usar insulina diariamente. “Passei a ter o controle da alimentação, a fazer exercícios físicos regulares, e isso me deu uma qualidade de vida muito melhor. A insulina, queira ou não, é um inconveniente na vida das pessoas. Então, para mim, esse tratamento ajudou demais”, diz. A terapia consiste em “desligar” o sistema imunológico do paciente através de sessões agressivas de quimioterapia. Depois, os médicos introduzem na corrente sanguínea as células-tronco que foram retirada

Um grupo de cientistas descobriu que a velocidade de envelhecimento do corpo é controlada por um conjunto de células-tronco do hipotálamo. A pesquisa foi publicada no dia 25/07, na revista Nature. O hipotálamo é uma região do cérebro conhecida por regular importantes processos no organismo, como o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução e o metabolismo. De acordo com o autor principal do estudo, Dongsheng Cai, da Escola de Medicina Albert Einstein, em Nova York (Estados Unidos), a descoberta feita em camundongos poderá levar ao desenvolvimento de novas estratégias para tratar doenças relacionadas ao envelhecimento e para aumentar o tempo de vida. Em um artigo anterior, publicado em 2013, também na revista Nature, a mesma equipe de cientistas revelou a surpreendente descoberta de que, além das funções já conhecidas, o hipotálamo também regula o envelhecimento do organismo. Na nova pesquisa, os cientistas identificaram as células do hipotálamo que controlam o processo de envelh

O médico Carlos Alexandre Ayoub esclarece como funciona a Criogenia, uma técnica que promete congelar seres humanos para a ressuscitação no futuro.

Segundo o estudo, a molécula aumenta o canal de comunicação entre neurônios, algo crucial para curar essa e outras doenças. A molécula em questão foi denominada pelos cientistas como "fator neurotrófico derivado do cérebro. Um grupo de pesquisadores portugueses das universidades de Coimbra e do Minho descobriu que uma molécula segregada por células-tronco aumenta o canal de comunicação entre neurônios, o que poderia favorecer a cura de doenças como o mal de Parkinson e a esclerose lateral amiotrófica (ELA). A descoberta é “inovadora”, segundo o estudo publicado na revista “Scientific Reports”, já que o crescimento dos axônios (canais de comunicação) entre os neurônios pode ser crucial para curar essas e outras doenças, como as lesões vertebro-medulares. Segundo a Universidade de Coimbra, que divulgou as conclusões do estudo, a molécula em questão foi denominada pelos cientistas como “fator neurotrófico derivado do cérebro”. Os pesquisadores usaram a molécula do secretoma (substân

Tecnologia permite que células-tronco extraídas de dentes sejam usadas no tratamento de futuras doenças, tanto pela criança quanto pela família. Você já deve ter ouvido falar das células-tronco, utilizadas na medicina regenerativa, já que são capazes de fazer a autorrenovação das células do corpo, podendo, assim, ajudar no tratamento de algumas doenças. Sobre o assunto, provavelmente sabe que é possível fazer o armazenamento das células-tronco retiradas do sangue e do tecido do cordão umbilical. Mas, também é possível fazer o procedimento usando aquelas encontradas na polpa do dente de leite das crianças. O interessante é que essas células são jovens e de excelente qualidade e quantidade, sendo, portanto, ideais para um futuro tratamento de doenças degenerativas - não só da criança (dona do dente de leite), como também a toda família. Para se ter ideia, entre outras coisas, é possível utilizar o material para o tratamento de síndromes raras, autismo, diabete, doenças neurodegener